Olá pessoal, há alguns meses atrás, teve uma discussão sobre o Metamoforse Linux, que havia tomado uma chá de chumiço, até que o bilufe tocou no assunto Refusequi. Entendo que tem distros pra caramba baseadas nele, e que o Mint é basicamente um Ubuntu "verde"
Bem eu não acho isso, o Mint facilita a vida de um leigo que não sabe instalar codecs de áudio para tocar uma música. Agora esse "achismo" se confirmou depois que vi o quanto que o Mint deu opções ao Ubuntu e ao Gnome Shell.
Recentemente, eles anunciaram um fork do Nautilus, assim como a equipe do Elementary, estão fazendo alguns aplicativos próprios. O mais notável é o Cinnamon, que é um ambiente bonito, leve e muito funcional.
O que vocês acham disso?
[2] Enviado em 07/08/2012 - 00:28h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!
O Mint não é uma ReFiSeFuQui, a maioria das distros chamadas assim definitivamente não são.
* o que aparece muito em cena são usuários que querem fama de "criadores de distros", ai pegam um Ubuntu da vida e mudam os temas, adicionam alguns programinhas diferentes e blá blá blá.
[4] Enviado em 07/08/2012 - 21:58h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!
O Mint não é refusequi e a maioria das distros boas não são.... se fosse assim, Calculate, Funtoo, Exherbo, Sabayon, são refusequi do Gentoo Ubuntu é refusequi do debian, Mageia e Rosa são refusequi do Mandriva e principalmente, como Fedora é a plataforma de testes, Red-Hat é refusequi do Fedora e não mais o contrário.
Quanto ao Cinnamon, questão de gosto pessoal, mas para mim não rola, assim como GNOME3 não me vai...
[5] Enviado em 08/08/2012 - 08:14h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!
Eu não testei o cinamon à fundo, mas o que me pareceu é que ele é só um gnome 3 com painel na parte de baixo do desktop. Mas talvez eu esteja redondamente enganado.
ABs
[6] Enviado em 08/08/2012 - 08:38h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!
O Mint tem programas próprios desde seu lançamento. E os principais sao:
- mintDesktop: configura o ambiente de trabalho;
- mintMenu: melhora a navegação entre os aplicativos instalados;
- mintInstall: prático instalador de software;
- mintUpdate: atualizador de software otimizado.
Além disso, o projeto vem se destacando na oferta de opções aos novos shells do Gnome, chegando até a criar um fork do velho e bom Gnome 2.
Como visto acima, o Linux Mint tem seus méritos, assim como os têm muitas distros derivadas que fazem parte da "cena Linux".
Evitemos generalizar, portanto.
[7] Enviado em 08/08/2012 - 08:41h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!
Antigamente eu defendia o Mint, agora eu vi a cagada que fiz.
Ok, o Mint é apenas um ubuntu verde, com codecs e alguns outros programas instalados por padrão.
Já usei várias versões do Linux Mint, é uma porcaria mal otimizada com meia duzia de scripts.
Agora me diga, porque não instalar o Ubuntu e instalar depois os codecs? Não é mais fácil?
Precisam remasterisar o ubuntu para isto?
Bom, agora estou no Debian e muito feliz.
Discordo. Comprei um note novo e na falta de tempo ainda não pude instalar o Arch. Tentei então o Ubuntu, mas com o Kde, pois não consigo me adaptar ao Unity nem ao Shell. Gosto de Kde ou Xfce. Como o meu note tem uma excelente configuração de desempenho e etc, fui logo pro Kde, com o Ubuntu. Nem o Kubuntu, nem o Kde instalado no Ubuntu funcionaram direito. E digo mais, ficaram uma verdadeira porcaria, inclusive com o sistema travando depois de um determinado tempo de uso. Tentei openSUSE, Fedora, etc... e nada, sempre vinha uma dificuldade em alguma coisa. Meti o Mint Kde nele, e não precisei fazer nada, apenas confirmar drivers proprietários etc. E o sistema está super estável, nenhum problema até agora, bem diferente do que foi com o Ubuntu. Eu acho que o Mint está aí pra acrescentar, principalmente no que diz respeito a gerenciadores de janelas. Pena que o Ubuntu não tenha essa filosofia e resolveu se agarar ao Unity.
[10] Enviado em 09/08/2012 - 10:17h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!
Acho que no momento que uma distro cria e disponibiliza uma ferramenta nova, ai sim ela pode ser chamada de distro de verdade, pois ai ela começa a criar identidade, por exemplo, o Ubuntu está criando uma identidade com o Unity, seu instalador de programas em formato de app store, etc., o Mint, tem o Cinnamon e as outras ferramentas já postadas aqui no tópico, o Mandriva tem uma gama de ferramentas para a configuração do sistema (drakerpm,drakconf,drakconnect, etc.) que facilitam um monte.
Agora no momento que se criar uma distro e utiliza tudo de outras distros, e troca o wallpaper não dá para chamar de distro.
Sei que o Linux não seria o que é hoje senão tivesse as divisões de distro, mas também estaria muito melhor se não tivesse um monte de distros toscas que não tem nada a agregar, deveriam ser chamadas de distros só quando realmente tomam uma identidade e tem algo a agregar.
[12] Enviado em 09/08/2012 - 12:11h Re: Papo de Botequim: Mint refusequi? Não acho!