A vida em preto e branco II - Orpheus, música no console
Segundo artigo da série "a vida em preto e branco", mais um passo para a transição do modo gráfico ao modo texto. Apresento a avaliação de um player de músicas baseado em texto, é a possibilidade de tocar suas mp3 em modo texto, com uma interface bonita e informativa.
Introdução
"Eu gosto de música".
Espero continuar demonstrando que o modo texto é menos limitado e difícil do que parece. Um desafio já foi superado: encontrar um cliente MSN de qualidade para o modo texto o Pebrot, mas ainda não é o suficiente para convencer alguém (nem mesmo eu mesmo) de que deva de fato adotar o modo texto como alternativa viável. Portanto, é hora de pensar em outras questões pertinentes: é hora de pensar em música.
Este é o segundo artigo da série sobre o modo texto que estou escrevendo, e como não consigo trabalhar sem música, achei que seria um bom tema para tratar. Mas diferente de quando destrinchei o Pebrot, dessa vez não estou totalmente satisfeito com o software que escolhi para comentar.
Testei a possibilidade de trabalhar com um programa chamado Mp3Blaster, outro chamado Orpheus e a possibilidade de trabalhar diretamente com o mpg321 (ou mpg123). Os critérios que estabeleci para escolher o software sobre o qual escreveria foram simples: 1) interface agradável; 2) suporte a playlists; 3) sistema de busca eficiente. Qualquer coisa além destes requisitos são pontos extras para a avaliação. Qualquer coisa fora me fez "eliminar" o programa avaliado.
Com base nesses critérios, logo descartei a possibilidade de usar o mpg123 ou mpg321 diretamente, porque apesar de possuírem suporte a playlists, sua interface não é muito boa; como eu disse, precisava de qualquer rápida, eficiente e intuitiva. Os outros dois programas (o Mp3Blaster e o Orpheus) pareciam que poderiam suprir minhas necessidades. Li muitos comentários que defendiam cada uma dos programas, afirmando que eram os melhores players em modo texto.
Resultado dos testes: A interface do Mp3Blaster parece mais intuitiva e mais completa, com uma quantidade grande de menus, com um recurso inovador, a possibilidade de usar pastas em uma playlist. Realmente esse recurso parece muito interessante, é um programa muito bom, mas realmente não me satisfez. A quantidade de menus era irritante e não encontrei bons atalhos para as opções mais usadas. Mas, o que me fez realmente desistir do Mp3Blaster foi o sistema de busca, que é muito ruim. De qualquer fora, sugiro que experimentem também o Mp3Blaster, mas no momento eu escolhi testar o Orpheus pois o sistema de busca dele é mais completo (embora ainda sim tenha seus problemas sérios).
Mãos à obra!
Espero continuar demonstrando que o modo texto é menos limitado e difícil do que parece. Um desafio já foi superado: encontrar um cliente MSN de qualidade para o modo texto o Pebrot, mas ainda não é o suficiente para convencer alguém (nem mesmo eu mesmo) de que deva de fato adotar o modo texto como alternativa viável. Portanto, é hora de pensar em outras questões pertinentes: é hora de pensar em música.
Este é o segundo artigo da série sobre o modo texto que estou escrevendo, e como não consigo trabalhar sem música, achei que seria um bom tema para tratar. Mas diferente de quando destrinchei o Pebrot, dessa vez não estou totalmente satisfeito com o software que escolhi para comentar.
Testei a possibilidade de trabalhar com um programa chamado Mp3Blaster, outro chamado Orpheus e a possibilidade de trabalhar diretamente com o mpg321 (ou mpg123). Os critérios que estabeleci para escolher o software sobre o qual escreveria foram simples: 1) interface agradável; 2) suporte a playlists; 3) sistema de busca eficiente. Qualquer coisa além destes requisitos são pontos extras para a avaliação. Qualquer coisa fora me fez "eliminar" o programa avaliado.
Com base nesses critérios, logo descartei a possibilidade de usar o mpg123 ou mpg321 diretamente, porque apesar de possuírem suporte a playlists, sua interface não é muito boa; como eu disse, precisava de qualquer rápida, eficiente e intuitiva. Os outros dois programas (o Mp3Blaster e o Orpheus) pareciam que poderiam suprir minhas necessidades. Li muitos comentários que defendiam cada uma dos programas, afirmando que eram os melhores players em modo texto.
Resultado dos testes: A interface do Mp3Blaster parece mais intuitiva e mais completa, com uma quantidade grande de menus, com um recurso inovador, a possibilidade de usar pastas em uma playlist. Realmente esse recurso parece muito interessante, é um programa muito bom, mas realmente não me satisfez. A quantidade de menus era irritante e não encontrei bons atalhos para as opções mais usadas. Mas, o que me fez realmente desistir do Mp3Blaster foi o sistema de busca, que é muito ruim. De qualquer fora, sugiro que experimentem também o Mp3Blaster, mas no momento eu escolhi testar o Orpheus pois o sistema de busca dele é mais completo (embora ainda sim tenha seus problemas sérios).
Mãos à obra!