Aventuras do Mint Linux 10 em um computador antigo
Utilizei o Biglinux 4.2 por muito tempo, e agora está na hora de aposentá-lo. Mas qual distribuição escolher para um computador com processador Sempron 1.9 ghz, 512 MB de RAM, placa mãe com chipset Nvidia? Eis aqui a questão! Muitos diriam: usa o Puppy Linux, usa o Damn Small Linux, outras opções seriam o Slitaz e o TinyCore. Mas eu optei por uma distribuição mais completa: o Mint Linux!
Do Gnome ao XFCE e ao LXDE
Fiz o download do Mint Linux 10, gravei em CD-ROM e parti para a instalação.
Confesso que cruzei os dedos, pois sei que as distribuições mais recentes e mais famosas são pesadas para um hardware como o meu. Mas, felizmente o LiveCD inicializou o ambiente Gnome. Uma linda área de trabalho surgiu diante de mim... mas não fiz testes, parti para a instalação.
A instalação foi rápida e fácil, sem complicações. Após instalado, o Mint Linux 10 iniciou normalmente, consumindo entre 220 e 230 MB de RAM, o que eu considero muito para o meu hardware limitado. Como solução pensei em adotar um ambiente gráfico mais leve, e o XFCE foi a minha escolha.
Com o XFCE e a eliminação de alguns serviços indesejados, o Mint Linux consumia cerca de 140 MB na inicialização. Porém, não gostei da maneira de trabalhar com a área de trabalho, tenho vários programas portáteis em uma partição separada, e sempre faço atalhos para os mesmos em uma pasta, e o Xfce não me permitia criar corretamente estes atalhos. Os programas, quando chamados pelo atalho, não executavam, pois o XFCE não colocava junto no PATH o caminho do programa.
O XFCE é ótimo, mas o Thunar não tem todos os recursos que eu estou acostumado a utilizar no Biglinux 4.2, que consumia apenas 100 MB na inicialização do sistema.
Resolvi testar o LXDE, e gostei muito do painel, muito mais leve que o painel do XFCE. Mas odiei o PCManFM, pois o mesmo possui menos recursos que o próprio Thunar. Criar atalhos na área de trabalho? Somente através dos itens do menu do LXDE, pois o Pcmanfm não conta com nenhum recurso para criar lançadores de aplicativos.
O que eu fiz? Criei um script que unia o gerenciador de janelas Openbox, o painel do LXDE e o gerenciamento da área de trabalho feito pelo Xfdesktop. Ficou bom, mas com as limitações do Thunar. Ah! Que saudades do KDE 3.5.10 e do Konqueror!
Confesso que cruzei os dedos, pois sei que as distribuições mais recentes e mais famosas são pesadas para um hardware como o meu. Mas, felizmente o LiveCD inicializou o ambiente Gnome. Uma linda área de trabalho surgiu diante de mim... mas não fiz testes, parti para a instalação.
A instalação foi rápida e fácil, sem complicações. Após instalado, o Mint Linux 10 iniciou normalmente, consumindo entre 220 e 230 MB de RAM, o que eu considero muito para o meu hardware limitado. Como solução pensei em adotar um ambiente gráfico mais leve, e o XFCE foi a minha escolha.
Com o XFCE e a eliminação de alguns serviços indesejados, o Mint Linux consumia cerca de 140 MB na inicialização. Porém, não gostei da maneira de trabalhar com a área de trabalho, tenho vários programas portáteis em uma partição separada, e sempre faço atalhos para os mesmos em uma pasta, e o Xfce não me permitia criar corretamente estes atalhos. Os programas, quando chamados pelo atalho, não executavam, pois o XFCE não colocava junto no PATH o caminho do programa.
O XFCE é ótimo, mas o Thunar não tem todos os recursos que eu estou acostumado a utilizar no Biglinux 4.2, que consumia apenas 100 MB na inicialização do sistema.
Resolvi testar o LXDE, e gostei muito do painel, muito mais leve que o painel do XFCE. Mas odiei o PCManFM, pois o mesmo possui menos recursos que o próprio Thunar. Criar atalhos na área de trabalho? Somente através dos itens do menu do LXDE, pois o Pcmanfm não conta com nenhum recurso para criar lançadores de aplicativos.
O que eu fiz? Criei um script que unia o gerenciador de janelas Openbox, o painel do LXDE e o gerenciamento da área de trabalho feito pelo Xfdesktop. Ficou bom, mas com as limitações do Thunar. Ah! Que saudades do KDE 3.5.10 e do Konqueror!
Só uma coisa: o TDE, ele usa os temas do KDE 3 direitinho?
Valeu