Como compilar o kernel do Linux (testado e revisado)
Esse artigo vai afastar o medo que usuários tem do Kernel Panic. Tentei explicar de modo didático como como ter um resultado desejado por todos. No decorrer da semana testei vários artigos do Viva o Linux e este texto retrata minha conclusão.
Porque compilar o kernel
Segundo Carlos Morimoto, o kernel é o coração do sistema, pois é o kernel que faz a comunicação entre o hardware e o software. Os módulos são como drivers para os dispositivos, ele sobem junto com o sistema quando o mesmo está sendo inicializado. Kernel tem uma pasta com 50MB de módulos, isso pode chegar em torno a 1000 módulos, mas apenas entre 15 a 25 que ficam ativos.
A grande vantagem de possuir módulos é ter a liberdade para ativá-los e desativá-los a hora que for pertinente. Mesmo com toda essas vantagens vocês devem estar indagando:
"Mas porque eu devo compilar o kernel?", essa resposta é bem simples:
1. Personalizar o kernel de acordo com suas necessidades;
2. Atualização de kernel nos apresenta módulos novos. Ex.: Uma versão antiga que não tem suporte wireless, podemos encontrar em uma versão mais nova.
Muitos tem medo de compilar o kernel, eu mesmo tive durante algum tempo e pesquisei muito antes da minha primeira compilação na distro Debian Linux, achei muita coisa, porém "muita" dessas coisas não foram testadas, isso me fez perder tempo e uma contagem enorme de "kernel panic", mas vou passar para vocês um recorte de todas as coisas que encontrei que realmente deu certo.
Essa compilação é para todas as distros que usam a versão 2.6, não quis me prender a um estilo de compilação de uma distro, pois temos que conhecer Linux e não somente uma distro, a questão de distro vem por gosto.
A grande vantagem de possuir módulos é ter a liberdade para ativá-los e desativá-los a hora que for pertinente. Mesmo com toda essas vantagens vocês devem estar indagando:
"Mas porque eu devo compilar o kernel?", essa resposta é bem simples:
1. Personalizar o kernel de acordo com suas necessidades;
2. Atualização de kernel nos apresenta módulos novos. Ex.: Uma versão antiga que não tem suporte wireless, podemos encontrar em uma versão mais nova.
Muitos tem medo de compilar o kernel, eu mesmo tive durante algum tempo e pesquisei muito antes da minha primeira compilação na distro Debian Linux, achei muita coisa, porém "muita" dessas coisas não foram testadas, isso me fez perder tempo e uma contagem enorme de "kernel panic", mas vou passar para vocês um recorte de todas as coisas que encontrei que realmente deu certo.
Essa compilação é para todas as distros que usam a versão 2.6, não quis me prender a um estilo de compilação de uma distro, pois temos que conhecer Linux e não somente uma distro, a questão de distro vem por gosto.
Sempre li artigos e tutorias, só que nenhum me agradou e achei de forma (para usuários iniciantes) fácil de entende.
Já o seu está bem resumido e de fácil entendimento.
Este artigo está salvo para Domingo ter meu primeiro "Figth" com a compilação de um kernel.
Parabéns pelo artigo :c)