DNS com BIND
Este artigo é sobre a configuração de um servidor de DNS no Linux. O software escolhido foi o BIND (o mais utilizado), foram realizados testes em uma máquina virtual rodando Fedora 8 e que hospeda um domínio real.
Introdução
Acredito que um dos grandes responsáveis pela propagação do uso da Internet tenha sido o DNS, este cara torna a vida mais cômoda para os usuários da rede mundial de computadores, basicamente ele evita que o usuário tenha de decorar o endereço válido de um site para poder acessá-lo, pois para este é muito mais prático digitar www.vivaolinux.com.br do que 72.51.46.57 no seu navegador.
A esta altura considero que já saibam o que é um domínio, pois bem, estes domínios são estruturados na Internet em forma de árvore, de forma que a raiz é ".".
Cada domínio tem seus registros de recursos, recursos como endereços IP, serviço de e-mails e a própria resolução de nomes. Os principais registros de recursos são:
$ dig @e.root-servers.net www.vivaolinux.com.br +norec
$ dig 200.160.0.10 www.vivaolinux.com.br +norec
Pode se perceber que na saída do primeiro comando recebi a informação de quais servidores tem autoridade sobre a zona deste domínio "AUTHORITY SECTION". Fazendo a mesma pergunta para um destes servidores ele me retorna em "ANSWER SECTION" os recursos disponíveis neste domínio e onde encontrá-los.
A ferramenta dig é muito útil para diagnosticar problemas com um servidor DNS, para usá-la adequadamente é importante entender como está estruturado o banco de dados do DNS. Tentei explicar resumidamente aqui, mas talvez seja importante buscar mais informações nas referências deste artigo.
A esta altura considero que já saibam o que é um domínio, pois bem, estes domínios são estruturados na Internet em forma de árvore, de forma que a raiz é ".".
Cada domínio tem seus registros de recursos, recursos como endereços IP, serviço de e-mails e a própria resolução de nomes. Os principais registros de recursos são:
- A (address) - Armazena o endereço IP associado a um nome.
- NS (Name Server) - Indica um servidor de nome autorizado para um domínio.
- SOA (Start of Authority) - Contém propriedades Básicas do domínio e da zona do domínio.
- PTR (Pointer) - Contém o nome real do host a que o IP pertence.
- MX (Mail Exchanger) - Especifica um servidor de e-mail para a zona.
- CNAME - Especifica nomes alternativos.
$ dig @e.root-servers.net www.vivaolinux.com.br +norec
$ dig 200.160.0.10 www.vivaolinux.com.br +norec
Pode se perceber que na saída do primeiro comando recebi a informação de quais servidores tem autoridade sobre a zona deste domínio "AUTHORITY SECTION". Fazendo a mesma pergunta para um destes servidores ele me retorna em "ANSWER SECTION" os recursos disponíveis neste domínio e onde encontrá-los.
A ferramenta dig é muito útil para diagnosticar problemas com um servidor DNS, para usá-la adequadamente é importante entender como está estruturado o banco de dados do DNS. Tentei explicar resumidamente aqui, mas talvez seja importante buscar mais informações nas referências deste artigo.