Explicando DHCP passo a passo
Pretendo neste artigo explicar como funciona um servidor DHCP. Essa matéria é importante para aqueles que estão iniciando em Linux e pretendem montar um servidor DHCP em sua rede. Aos usuários avançados, nada de novo a acrescentar.
Serviços DHCP no servidor e clientes
Todo computador conectado a uma rede precisa, para se comunicar com outro micro, de uma identificação numérica. Esta identificação é conhecida como endereço IP. O endereço IP pode ser atribuído de forma estática ou dinâmica. Veremos as vantagens de cada um abaixo.
Endereços IP atribuídos de forma fixa ou estática possuem algumas desvantagens. Sempre que um equipamento for movido de uma rede para outra, o endereço IP tem que ser alterado manualmente, isso gera um trabalho ao administrador de redes. Adicionalmente, cada rede possui um gateway, que também precisa ser indicado na configuração do equipamento. Imagine isso numa grande rede ou redes mistas.
Já endereços atribuídos de forma dinâmica oferecem vantagens. Vejamos: o usuário fica livre de conhecer detalhes sobre a configuração da rede, bem como a segurança da mesma fica mais compartimentalizada, permitindo uma maior mobilidade dentro da rede. Tudo que precisamos é desconectar o equipamento de uma sala, seção, repartição e ligá-lo em outro e tudo continuará funcionando normalmente. Usuários de notebooks nem se fala...
A atribuição dinâmica de endereços IP é feita através do protocolo DHCP ou Dynamic Host Configuration Protocol. Seu uso e configuração, tanto do lado do cliente como do servidor, é extremamente simples como veremos em breve nesse artigo.
Mostrarei um passo a passo necessário para configurar um servidor e um cliente DHCP. Para isso, utilizarei a distro Debian 4.0, muito difundida em ambientes com servidores. Já nos clientes a configuração de sistemas GNU/Linux e Windows.
Endereços IP atribuídos de forma fixa ou estática possuem algumas desvantagens. Sempre que um equipamento for movido de uma rede para outra, o endereço IP tem que ser alterado manualmente, isso gera um trabalho ao administrador de redes. Adicionalmente, cada rede possui um gateway, que também precisa ser indicado na configuração do equipamento. Imagine isso numa grande rede ou redes mistas.
Já endereços atribuídos de forma dinâmica oferecem vantagens. Vejamos: o usuário fica livre de conhecer detalhes sobre a configuração da rede, bem como a segurança da mesma fica mais compartimentalizada, permitindo uma maior mobilidade dentro da rede. Tudo que precisamos é desconectar o equipamento de uma sala, seção, repartição e ligá-lo em outro e tudo continuará funcionando normalmente. Usuários de notebooks nem se fala...
A atribuição dinâmica de endereços IP é feita através do protocolo DHCP ou Dynamic Host Configuration Protocol. Seu uso e configuração, tanto do lado do cliente como do servidor, é extremamente simples como veremos em breve nesse artigo.
Mostrarei um passo a passo necessário para configurar um servidor e um cliente DHCP. Para isso, utilizarei a distro Debian 4.0, muito difundida em ambientes com servidores. Já nos clientes a configuração de sistemas GNU/Linux e Windows.
muito bom este artigo...
parabéns!