GNU Emacs (Intro)
Falaremos, neste curto espaço, desta ferramenta que só é um editor de textos quando você quer. De fato, além desta nobre função de auxiliar hackers em seu trabalho, ele admite extensões para quase tudo o que se possa imaginar: compilador, checador de sintaxe, shell, web browser, CVS, etc. O que você imaginar, pode ser feito em GNU Emacs!
Motivos
Bem, este é só um pequeno "manifesto" sobre o por quê deu estar escrevendo este artigo.
Após ver vários artigos sobre o famoso editor de textos VIM neste site (diga-se de passagem os ótimos artigos de jllucca, VIM avançado (parte 1) e VIM avançado (parte 2), fiquei um pouco decepcionado com o fato de não se falar sobre outro editor de textos, o Emacs, que contém tantas funcionalidades e é tão customizável quanto o VIM. Por exemplo, não vejo nenhum arquivo .emacs nos .conf do VOL, mas há até mesmo uma seção para o vimrc.
Então, para mostrar um pouco da diversidade nos ambientes Unix (e colocar um pouco de gasolina na fogueira da "guerra santa" dos editores de texto :-) ), resolvi colocar um artigo sobre o meu editor preferido, o GNU Emacs!
Como eu acredito que este editor não seja tão famoso quanto seu "arqui-rival", resolvi escrever uma introdução sobre ele, deixando de lado as possibilidades mais avançadas dele. Eu pretendo colocá-las num artigo futuro (só preciso arranjar um modo didático de escrever sobre elas!).
Enfim, vamos ao que interessa!
Após ver vários artigos sobre o famoso editor de textos VIM neste site (diga-se de passagem os ótimos artigos de jllucca, VIM avançado (parte 1) e VIM avançado (parte 2), fiquei um pouco decepcionado com o fato de não se falar sobre outro editor de textos, o Emacs, que contém tantas funcionalidades e é tão customizável quanto o VIM. Por exemplo, não vejo nenhum arquivo .emacs nos .conf do VOL, mas há até mesmo uma seção para o vimrc.
Então, para mostrar um pouco da diversidade nos ambientes Unix (e colocar um pouco de gasolina na fogueira da "guerra santa" dos editores de texto :-) ), resolvi colocar um artigo sobre o meu editor preferido, o GNU Emacs!
Como eu acredito que este editor não seja tão famoso quanto seu "arqui-rival", resolvi escrever uma introdução sobre ele, deixando de lado as possibilidades mais avançadas dele. Eu pretendo colocá-las num artigo futuro (só preciso arranjar um modo didático de escrever sobre elas!).
Enfim, vamos ao que interessa!
"Bem, este é só um pequeno "manifesto" sobre o por quê deu estar escrevendo este artigo."
O correto seria:
"Bem, este é só um pequeno "manifesto" sobre o porquê de estar eu escrevendo este artigo. "
O sujeito da oração é um termo insubordinado, portanto, ele não deve estar "acoplado" em uma preposição como em "deu" (de + eu), aliás isso é um verbo. A preposição "de" deve estar ligada ao verbo no infinitivo "estar".
E o "por quê" é junto, pois é um substantivo, veja que antes dessa palavra vem um artigo.
O correto é: o porquê.