IPv6, DNSv6 e DHCPv6
Este artigo contém algumas informações destinadas para quem já tem algum conhecimento de redes e de GNU/Linux, porém, nada impede que um iniciante se interesse pelo assunto e, com algum estudo, aplique os conhecimentos aqui apresentados. Há algumas explicações básicas também.
Introdução
Este artigo contém algumas informações destinadas para quem já tem algum conhecimento de redes e de GNU/Linux, porém, nada impede que um iniciante se interesse pelo assunto e, com algum estudo, aplique os conhecimentos aqui apresentados. Há algumas explicações básicas também.
Ao longo do artigo veremos porque o IPv6 veio com pretensões de acabar com o NAT (Network Address Translation - Tradução de Endereços de Rede) e, talvez, acabe também com os servidores DHCPs para a "plebe".
As configurações de DNS IPv6 e DHCPv6 apresentadas ao final, apesar de serem gerais e experimentais, funcionaram na prática e dão um bom ponto de partida para que cada um adapte ao seu cenário de redes.
Durante o artigo e ao final, nas referências, estão links para quem quiser se aprofundar no assunto e links para ferramentas de cálculo de endereços IPv6.
Apesar de que há controvérsias a respeito desse tal "esgotamento", o IPv6 veio para ficar.
Com o enorme crescimento da internet que, hoje em dia, permite integrar computadores, eletrodomésticos, smartphones, etc., fez com que crescesse a necessidade de endereços IPs para que a comunicação se realizasse.
E, para dar conta desse crescimento, eis que surge o IPv6 (ele existe desde a década de 90... mas eis que surge).
O IPv5 foi uma modificação experimental e nunca foi utilizado.
Ao longo do artigo veremos porque o IPv6 veio com pretensões de acabar com o NAT (Network Address Translation - Tradução de Endereços de Rede) e, talvez, acabe também com os servidores DHCPs para a "plebe".
As configurações de DNS IPv6 e DHCPv6 apresentadas ao final, apesar de serem gerais e experimentais, funcionaram na prática e dão um bom ponto de partida para que cada um adapte ao seu cenário de redes.
Durante o artigo e ao final, nas referências, estão links para quem quiser se aprofundar no assunto e links para ferramentas de cálculo de endereços IPv6.
Uma brevíssima história
O protocolo IPv6 foi criado para substituir o IPv4. A internet, como a conhecemos, não foi concebida para ter o uso comercial que temos hoje. A ARPANET, nos Estados Unidos, com os militares, deu origem à internet e seu objetivo era criar uma rede mundial de comunicação na qual não existisse um ponto central e que fosse semelhante à uma imensa teia de aranha (World Wide Web - em uma tradução livre, Ampla Teia Mundial) onde cada nó pudesse se comunicar com outros nós e se um nó fosse perdido, os outros manteriam a comunicação sem nenhum problema.Esgotamento do IPv4
Uma das principais causas do esgotamento IPv4 foi a distribuição dos blocos de IPs. Metade dos endereços disponíveis foi endereçada aos EUA e a outra metade foi rateada entre os demais países. Algumas empresas adquiriram blocos inteiros /8 para si (cerca de 16 milhões de endereços IPs). E isso foi uma das causas do esgotamento.Apesar de que há controvérsias a respeito desse tal "esgotamento", o IPv6 veio para ficar.
Com o enorme crescimento da internet que, hoje em dia, permite integrar computadores, eletrodomésticos, smartphones, etc., fez com que crescesse a necessidade de endereços IPs para que a comunicação se realizasse.
E, para dar conta desse crescimento, eis que surge o IPv6 (ele existe desde a década de 90... mas eis que surge).
O IPv5 foi uma modificação experimental e nunca foi utilizado.