Mandrake 10.1 Official - Análise de instalação e uso
Este artigo trata de nossa experiência na instalação e uso do Mandrake 10.1, sendo escrito apenas para externar nossa opinião sobre a mesma, com a finalidade de compararmos as diferenças entre esta e a anterior.
Parte 3: Instalação
Como sempre, boot na BIOS "regulado" para floppy/cd/ide-0 (meu padrão) e
o CD 1 bootou sem nada de estranho a não ser um fundo diferente. Perfumaria
pura.
O carregamento do kernel deu-se num português com erros inexistentes até a 10. Isso não posso aceitar. Se quiserem o francês totalmente errado, tudo bem. Mas nossa língua não!!!
Fiz as escolhas necessárias como idioma e esperei as demais configurações automáticas como o teclado, detecção dos dispositivos da MB incluindo os penduricalhos nas USB's...
Aqui ocorreu o primeiro problema, pois o processo parou na hora em que carregava os módulos para o USB 2.0 da VIA e que são usb-uhci e ehci-hcd. Na versão 10 o boot seguia, mas os pendrives não eram detectados.
Não tive alternativa senão interromper o processo - que na realidade já estava interrompido - e na BIOS desabilitei os dispositivos USB da placa para prosseguir com a instalação.
Destaco aqui que as distros Kurumin, Fedora 2 e Slackware 10 - embora tenham apresentado problemas com o módulo "usbcore" - configuraram as portas USB da placa e o acesso aos pendrives/câmera deu-se sem maiores dores de cabeça.
As distros live-cd baseadas no Slack e SuSE 9.1/9.2 não carregaram o X11 após a "instalação na RAM". As baseadas no Knoppix fizeram-no sem intercorrência alguma.
Sem o USB da MB habilitado, o Mandrake prosseguiu como de costume.
Ao ir para o particionamento do disco, dois erros grosseiros e imperdoáveis:
Ultrapassado este último obstáculo - utilizamos o método "copiar-colar" para o "/" - fomos para a escolha dos pacotes.
A organização apresentou-se curiosa: de trás para a frente. Até a versão 10 podia-se escolher os pacotes partindo-se do "sistema", "gerenciadores", "configuração", "internet", etc até chegarmos no openoffice e demais "acessórios" como cups entre outros. Mas nada que atrapalhe... As dependências já eram adicionadas a cada escolha feita, pois optamos por instalarmos do zero para que somente os pacotes desejados e suas dependências fossem selecionados.
O carregamento do kernel deu-se num português com erros inexistentes até a 10. Isso não posso aceitar. Se quiserem o francês totalmente errado, tudo bem. Mas nossa língua não!!!
Fiz as escolhas necessárias como idioma e esperei as demais configurações automáticas como o teclado, detecção dos dispositivos da MB incluindo os penduricalhos nas USB's...
Aqui ocorreu o primeiro problema, pois o processo parou na hora em que carregava os módulos para o USB 2.0 da VIA e que são usb-uhci e ehci-hcd. Na versão 10 o boot seguia, mas os pendrives não eram detectados.
Não tive alternativa senão interromper o processo - que na realidade já estava interrompido - e na BIOS desabilitei os dispositivos USB da placa para prosseguir com a instalação.
Destaco aqui que as distros Kurumin, Fedora 2 e Slackware 10 - embora tenham apresentado problemas com o módulo "usbcore" - configuraram as portas USB da placa e o acesso aos pendrives/câmera deu-se sem maiores dores de cabeça.
As distros live-cd baseadas no Slack e SuSE 9.1/9.2 não carregaram o X11 após a "instalação na RAM". As baseadas no Knoppix fizeram-no sem intercorrência alguma.
Sem o USB da MB habilitado, o Mandrake prosseguiu como de costume.
Ao ir para o particionamento do disco, dois erros grosseiros e imperdoáveis:
- as fontes usadas são de péssima qualidade e pequenas (número 8);
- o teclado não foi configurado como ABNT2, sendo impossível achar o caractere "/" para criarmos a partição /home/antonio (fazemo-la separada de /home). Isso pode atrapalhar o trabalho de um usuário inexperiente.
Ultrapassado este último obstáculo - utilizamos o método "copiar-colar" para o "/" - fomos para a escolha dos pacotes.
A organização apresentou-se curiosa: de trás para a frente. Até a versão 10 podia-se escolher os pacotes partindo-se do "sistema", "gerenciadores", "configuração", "internet", etc até chegarmos no openoffice e demais "acessórios" como cups entre outros. Mas nada que atrapalhe... As dependências já eram adicionadas a cada escolha feita, pois optamos por instalarmos do zero para que somente os pacotes desejados e suas dependências fossem selecionados.
Mas o Mandrake 10.1 apagou todo o meu HD Seagate ST380011A!
Até as versões anteriores, eu não tinha nenhum problema nenhum com essa distro... Mas eu não me atrevo a instalá-lo novamente...