Metodologia LFS - Contruindo seu Linux do zero
Criando um Linux? Como se pode montar um Linux apenas compilando os pacotes de instalação sem conhecimentos superiores em computação? Isso mesmo. Só se precisa de coragem para começar o seu "Linux From Scratch". Veja que é possível construir um Linux apenas com o Guia LFS e 100MB em pacotes de instalação.
Parte 3: Mas, porque criar "mais" um?
Há um tópico interessante, ponto de partida para a instalação, pergunta freqüente entre os "do contra",
incentivo que não queremos ouvir (sim, a pergunta envolve os quatro comentários de uma só vez):
"Pra que criar um Linux se existem uma pá deles já prontos para usar?" Claro que o tópico não está descrito
desta forma, mas a essência da pergunta é a mesma. Pra quê? Seria perda de tempo? Seria coisa de fanático?
Ou de desocupado? Nada disso, e nem pense isso...Veja a própria resposta do autor:
"...Um motivo importante para a existência do LFS é para ajudar as pessoas a aprenderem como um sistema Linux funciona por dentro. Construir um sistema LFS ajuda a mostrar como as coisas funcionam juntas e dependem umas das outras. E talvez o mais importante, como personalizá-lo de acordo com os seus gostos e necessidades...."
Certamente que meu propósito não seria desenvolver mais um Linux (quem sabe, se conseguir pensar em algo que possa ser verdadeiramente útil, diferente e que esteja dentro das necessidades do usuário final, minha idéia pode ser amadurecida), mas, baseado num email de ajuda que recebi do Mauro, posso responder essa pergunta da melhor forma possível:
> > > > > > > > Obrigado pelas informações. Consegui instalar com sucesso o
> > Fedora Core 1. Ambos sistemas (WIN XP e linux) estão
> > funcionando perfeitamente. Agora tenho que aprender a
> > trabalhar com Linux. Não sei nada meu amigo!! Fico olhando
> > para tela inicial (parece que estou em outro planeta). Estou
> > procurando uma apostila do Fedora para poder me desenvolver.
> > Como faço p/ abrir o terminal console no modo texto???...... 12 de Abril de 2004
Leu aquela frase "parece que estou em outro planeta"? Pois é. Foi assim que me senti também ao entrar na atmosfera Linux pela primeira vez em meados de Maio de 2003 e até hoje não deixei e nunca o farei, se assim o puder concretizar, por força maior que a minha. É o tipo de coisa que se descobre e nunca mais quer se deixar. É por este motivo. Por minha ficção pelo Linux, e primeiramente, por minha admiração por este sistema que abrilhanta nossos olhos de que, um dia, todos os micro-usuários do mundo inteiro, mesmo que não utilizem por não quererem investir um pouco de tempo (ou um pouco mais que isso) em aprender a manipular um novo sistema, mas todos saberão que o GNU é o melhor sistema operacional, seja ele Owl, FreeBSD, Unix, ou sua derivação, Linux. Se esqueci algum outro, não importa, pois todos eles fazem parte do pensamento que nos envolve cada dia mais a buscar mais adeptos para este sistema: Liberdade.
"...Um motivo importante para a existência do LFS é para ajudar as pessoas a aprenderem como um sistema Linux funciona por dentro. Construir um sistema LFS ajuda a mostrar como as coisas funcionam juntas e dependem umas das outras. E talvez o mais importante, como personalizá-lo de acordo com os seus gostos e necessidades...."
Certamente que meu propósito não seria desenvolver mais um Linux (quem sabe, se conseguir pensar em algo que possa ser verdadeiramente útil, diferente e que esteja dentro das necessidades do usuário final, minha idéia pode ser amadurecida), mas, baseado num email de ajuda que recebi do Mauro, posso responder essa pergunta da melhor forma possível:
> > > > > > > > Obrigado pelas informações. Consegui instalar com sucesso o
> > Fedora Core 1. Ambos sistemas (WIN XP e linux) estão
> > funcionando perfeitamente. Agora tenho que aprender a
> > trabalhar com Linux. Não sei nada meu amigo!! Fico olhando
> > para tela inicial (parece que estou em outro planeta). Estou
> > procurando uma apostila do Fedora para poder me desenvolver.
> > Como faço p/ abrir o terminal console no modo texto???...... 12 de Abril de 2004
Leu aquela frase "parece que estou em outro planeta"? Pois é. Foi assim que me senti também ao entrar na atmosfera Linux pela primeira vez em meados de Maio de 2003 e até hoje não deixei e nunca o farei, se assim o puder concretizar, por força maior que a minha. É o tipo de coisa que se descobre e nunca mais quer se deixar. É por este motivo. Por minha ficção pelo Linux, e primeiramente, por minha admiração por este sistema que abrilhanta nossos olhos de que, um dia, todos os micro-usuários do mundo inteiro, mesmo que não utilizem por não quererem investir um pouco de tempo (ou um pouco mais que isso) em aprender a manipular um novo sistema, mas todos saberão que o GNU é o melhor sistema operacional, seja ele Owl, FreeBSD, Unix, ou sua derivação, Linux. Se esqueci algum outro, não importa, pois todos eles fazem parte do pensamento que nos envolve cada dia mais a buscar mais adeptos para este sistema: Liberdade.
Uma vantangem de saber fazer Linux na unha é que há também propostas de emprego para quem tem esse perfil. Algumas empresas grandes, por motivos próprios, gostariam de ter sua própria distro para colocar nas máquinas da empresa.
Há também aqueles que necessitam fazer um linux bem pequeno para poder colocar em sistemas embutidos como circuitos integrados, microcontroladores e cartões de memória.
Eu ainda não fiz um LFS mas pretendo me aventurar nessa.