Preconceito x Mente aberta
A comunidade Linux é conhecida por pregar a liberdade e pelo seu espírito colaborativo, nosso sistema operacional cresce verticalmente dia após dia, porém este crescimento tem revelado uma segunda face numa fatia dos usuários mais avançados, que se tornam extremamente ortodóxos e dogmáticos em suas opiniões.
Introdução
Muitas pessoas têm preconceitos com certas distribuições Linux,
pois acreditam que a distro que escolheram é a melhor, o mesmo
que aconteceu no comecinho da popularização do Linux, lembram?
O meu Linux é melhor que seu Windows.
Passado um tempo, os usuários mais lúcidos viram que ambos os sistemas têm falhas absurdas de segurança e que são resolvidas pelos famigerados patches, existem até grandes sites hackers por aí comparando Linus Torvalds com Bill Gates no que se diz defender cegamente o seu sistema operacional.
Portanto quero dizer que se tratando de grandes distros de Linux, não existe a melhor ou a pior , e sim a mais "mastigada" e a menos, muitos linuxers têm preconceitos contra distribuições dos sistemas mais simplificados, pois acham que todos os usuários devem ser experts em segurança, administradores de sistema e esquecem que muitas pessoas apenas querem usar o seu computador de maneira fácil e rápida e procuram um sistema diferente do Windows ou MAC por questões de gosto ou custo. O bom usuário de sistema é capaz de deixar a sua distro como ele quer sem precisar de ficar fazendo a palhaçada de trocar de sistema a cada nova distro que aparece no mercado, a personalização é uma marca muito forte no GNU/Linux, portanto não tem essa de distro superior a outra, o que existe é um usuário avançado de mente aberta e outro de mente fechada e ortodoxa: durante 3 anos usei Slackware na minha máquina (uma das formas mais puras de Linux) e baixava pacotes de Monkey, Debian, Redhat, Conectiva, Mandrake e outros, o que contribuiu muito para meu conhecimento ser mais livre ainda. Hoje em dia sou capaz de deixar qualquer distro do jeito que desejo com algumas modificações e usar os recursos que conheço e acho bom de todas.
Hoje uso o Conectiva Linux com o kernel do Redhat, pois ouvia muito falar dele, o mercado brasileiro já o consagrou por ele seguir as especificações LSB e por ser mais adequado ao mundo empresarial regional em minha opinião.
Se o Linux hoje em dia é conhecido, deve-se em muito a empresas como a RedHat que se esforçam para deixá-lo amigável ao usuário. Vejam o FreeBSD, que é superior ao Linux em muitos detalhes técnicos, nenhuma empresa se esforça como a RedHat para deixá-lo amigável aos usuários em geral, tudo nele é fragmentado e pouco convidativo, embora os linuxers gostem de sistemas assim, pois acreditam que quando dominam um sistema "complicado" são superiores aos demais num delírio psicológico masturbativo.
Num belo dia, quando vem uma empresa que facilita o sistema para todos, o mesmo perde o seu "reinado" e passa a ser um usuário comum como qualquer outro, o que o leva para a maledicência do sistema que outra hora ele usava com satisfação e preconização.
Bom não queria entrar nesse lado da psicologia humana, mas é isso, a máquina tem o seu valor, mas o piloto dela tem um valor maior ainda.
Passado um tempo, os usuários mais lúcidos viram que ambos os sistemas têm falhas absurdas de segurança e que são resolvidas pelos famigerados patches, existem até grandes sites hackers por aí comparando Linus Torvalds com Bill Gates no que se diz defender cegamente o seu sistema operacional.
Portanto quero dizer que se tratando de grandes distros de Linux, não existe a melhor ou a pior , e sim a mais "mastigada" e a menos, muitos linuxers têm preconceitos contra distribuições dos sistemas mais simplificados, pois acham que todos os usuários devem ser experts em segurança, administradores de sistema e esquecem que muitas pessoas apenas querem usar o seu computador de maneira fácil e rápida e procuram um sistema diferente do Windows ou MAC por questões de gosto ou custo. O bom usuário de sistema é capaz de deixar a sua distro como ele quer sem precisar de ficar fazendo a palhaçada de trocar de sistema a cada nova distro que aparece no mercado, a personalização é uma marca muito forte no GNU/Linux, portanto não tem essa de distro superior a outra, o que existe é um usuário avançado de mente aberta e outro de mente fechada e ortodoxa: durante 3 anos usei Slackware na minha máquina (uma das formas mais puras de Linux) e baixava pacotes de Monkey, Debian, Redhat, Conectiva, Mandrake e outros, o que contribuiu muito para meu conhecimento ser mais livre ainda. Hoje em dia sou capaz de deixar qualquer distro do jeito que desejo com algumas modificações e usar os recursos que conheço e acho bom de todas.
Hoje uso o Conectiva Linux com o kernel do Redhat, pois ouvia muito falar dele, o mercado brasileiro já o consagrou por ele seguir as especificações LSB e por ser mais adequado ao mundo empresarial regional em minha opinião.
Se o Linux hoje em dia é conhecido, deve-se em muito a empresas como a RedHat que se esforçam para deixá-lo amigável ao usuário. Vejam o FreeBSD, que é superior ao Linux em muitos detalhes técnicos, nenhuma empresa se esforça como a RedHat para deixá-lo amigável aos usuários em geral, tudo nele é fragmentado e pouco convidativo, embora os linuxers gostem de sistemas assim, pois acreditam que quando dominam um sistema "complicado" são superiores aos demais num delírio psicológico masturbativo.
Num belo dia, quando vem uma empresa que facilita o sistema para todos, o mesmo perde o seu "reinado" e passa a ser um usuário comum como qualquer outro, o que o leva para a maledicência do sistema que outra hora ele usava com satisfação e preconização.
Bom não queria entrar nesse lado da psicologia humana, mas é isso, a máquina tem o seu valor, mas o piloto dela tem um valor maior ainda.