Procurando ETs usando o Linux
Para quem viu o filme "Contato" e ficou pensando se realmente é possível que um dia encontremos sinais vindos do espaço, aqui está sua chance de participar desta busca intergaláctica.
Onde tudo começou
Existe um grupo de cientistas da universidade de Berkley que criou
uma forma de compartilhar processamento, esta técnica que está
sendo usada atualmente com muito sucesso por inúmeras organizações
em todo o mundo conseguiu um poder de processamento que nunca se
sonhou e com isso determinados campos que estavam de lado devido a
quantidade de dados para análise puderam se concretizar. Estamos
falando do grupo que criou o SetiAtHome, que do inglês
significa procura por inteligência extra terrestre em casa.
Mas como que isso funciona?
Basta pegar o cliente em:
Depois de baixar o programa compatível com a sua CPU, descopacte-o usando o botão direito do mouse sobre o arquivo, escolhendo actions e descompactar arquivo no lugar de sua escolha (para os usuários do KDE).
Se preferir, basta descompactar o arquivo pelo shell caso seu X não esteja configurado para fazer isso ou caso você não use interface gráfica.
O programa está pronto para uso, basta no shell digitar:
$ ./setiathome
Em sua primeira utilização o programa vai perguntar se você quer criar uma nova conta (opção 1) ou se você já é um usuário cadastrado (opção número 2).
Opção 1 - O programa vai perguntar alguns dados, como: nome, e-mail, uma senha (não perca sua senha por nada, pois o site não tem nenhum sistema para recuperação de senha).
Opção 2 - o programa vai pedir o e-mail cadastrado.
Logo em seguida ele vai pegar 300k em pacotes de dados e vai ficar analisando em background. Para desligá-lo basta dar um Ctrl-C ou fechar o shell.
Opções avançadas:
Para ativar o modo gráfico você deve digitar no shell:
$ ./setiathome -verbose - graphics &
e logo em seguida:
$ ./xsetiathome
Mas como que isso funciona?
Basta pegar o cliente em:
Instalação
Depois de baixar o programa compatível com a sua CPU, descopacte-o usando o botão direito do mouse sobre o arquivo, escolhendo actions e descompactar arquivo no lugar de sua escolha (para os usuários do KDE).
Se preferir, basta descompactar o arquivo pelo shell caso seu X não esteja configurado para fazer isso ou caso você não use interface gráfica.
O programa está pronto para uso, basta no shell digitar:
$ ./setiathome
Em sua primeira utilização o programa vai perguntar se você quer criar uma nova conta (opção 1) ou se você já é um usuário cadastrado (opção número 2).
Opção 1 - O programa vai perguntar alguns dados, como: nome, e-mail, uma senha (não perca sua senha por nada, pois o site não tem nenhum sistema para recuperação de senha).
Opção 2 - o programa vai pedir o e-mail cadastrado.
Logo em seguida ele vai pegar 300k em pacotes de dados e vai ficar analisando em background. Para desligá-lo basta dar um Ctrl-C ou fechar o shell.
Opções avançadas:
- -version : mostra informação da versão
- -login : log in
- -countries : mostra lista de código dos países
- -nice N : seta a prioridade para N
- -mail : com notificação de erro
- -graphics : cria o compartilhamento de memória para a área gráfica
- -proxy hostname:port : para conexão via proxy
- -verbose : mostra os resultados no terminal
- -nolock : ignora checagem de múltipla instância
- -socks_server hostname:port : SOCKS proxy
- -socks_user name : SOCKS user name
- -socks_passwd passwd : SOCKS password
Modo gráfico
Para ativar o modo gráfico você deve digitar no shell:
$ ./setiathome -verbose - graphics &
e logo em seguida:
$ ./xsetiathome
Esta janela vai aparecer com as informações de andamento de sua busca.
Para terminar, basta fechar a janela ou dar um Ctrl-C no shell.
Você está pronto para descobrir vida fora da terra!
Boa sorte :)
Espero que tenham gostado desta matéria, logo que sobrar um tempinho mando outra ;p
Você sabe me dizer como ele funciona, se cada usuário que se registra passa a ajudar no processamento principal como um cluster? Ele só fica mostrando aquele gráfico e mais nada (não podemos configurar onde queremos procurar) ou tem a opção de procurar em algum ponto?
Gostei muito principalmente por ser uma matéria que mostra o poder do Linux e não ser técnica, acho interessante mostrar o que temos de bom e não apenas colocar receitas de bolos de como melhorar aqui e ali ou como fazer isso e aquilo.
De todos os artigos que já li, pra mim esse está entre os melhores.
Parabéns!