Realidade...
Texto intuitivo sobre a realidade do software proprietário. Opinião pessoal!
Introdução
Alguns curiosos me questionam sobre o fato de eu ser um entusiasta GNU/Linux e disseminador da filosofia do Software Livre. Em certos casos, nem precisam me questionar (risos), eu mesmo me apresento como tal e então inicio uma bate-papo sobre o assunto, tentando explicar a razão pela qual o mundo do pinguim é tão lindo.
Sou Técnico em Informática e uso GNU/Linux a 1 ano, ainda estou amadurecendo, contudo, conheço o bastante para poder afirmar que a Liberdade de ideias é a melhor maneira de expressar vontade e evoluir intelectualmente.
Resolvi fazer esse texto devido a uma situação meio constrangedora que me envolvi a pouco tempo. Um amigo (também da área de TI, porém um estupido "windowsgete") me fez a seguinte pergunta: "Você formata um computador com Linux de graça?"
Daí, eu tentei explicar o que eu faria e o que seria certo, segundo o meu conceito de software livre. Então falei pra ele: "Cara, iria depender do usuário, se fosse alguém de nível mais avançado eu apenas faria um disco com a imagem e então explicaria como fazer, mas se fosse alguém que não entende muito, eu mesmo faria e não cobraria nada".
Quero deixar claro que essa seria a situação de apenas instalar! Ele deu risada e saiu, nem sequer refutou com outra pergunta, eu até estranhei. Logo depois, na aula, ele resolve perguntar ao professor do nada: "Professor o senhor formata um PC de graça?"
Logicamente, o professor falou não. E então ele falou para todos na sala apontando para mim: "Ele disse que formata!" e todos riram...
Moral da história, geralmente, o defensor de ideias como Open Source e Software Livre, são vistos como Comunistas que enxergam o mundo capitalista como um vilão.
Na minha opinião, a filosofia do software livre luta contra o uso indevido do termo "propriedade intelectual", que absurdamente é utilizada por desenvolvedoras proprietárias plagiadoras de ideias.
A propriedade intelectual é aquela que realmente exigiu um esforço técnico para desenvolver e criar algo, e não simplesmente apropriar-se do bem comum e transformá-lo em privado. É aí que se baseia toda a minha vida profissional, na ideia de igualdade, direitos e boa índole, onde eu jamais irei me negar a saciar a curiosidade de alguém, onde eu nunca iria monopolizar a opção de escolha do meu cliente e nem em outro planeta, eu seria capaz de enganar algum cliente.
Enganar, principalmente usando a seguinte frase: "O Windows é melhor!".
Podemos perceber que o software livre não quer "ferrar" o capitalismo, mas sim justiça.
Convenhamos que um software de código aberto evolui tecnicamente mais rápido que um sistema proprietário, já que ideias sobre o mesmo são discutidas abertamente sem o medo da concorrência descobrir e fazer igual.
Um belo exemplo, é o uso das múltiplas áreas de trabalho que já existia no Ubuntu, quando o mesmo ainda usava o GNOME como interface padrão e que só foi utilizada pela Microsoft a pouco tempo com o Windows 10.
E adivinha? Você paga para usar tal ferramenta que foi desenvolvida pelo software livre e então plagiada!
Absurdo, não? Algumas pessoas ainda insistem em dizer que a Microsoft revoluciona o mercado da informação atualmente. Estúpidos!
Sou Técnico em Informática e uso GNU/Linux a 1 ano, ainda estou amadurecendo, contudo, conheço o bastante para poder afirmar que a Liberdade de ideias é a melhor maneira de expressar vontade e evoluir intelectualmente.
Resolvi fazer esse texto devido a uma situação meio constrangedora que me envolvi a pouco tempo. Um amigo (também da área de TI, porém um estupido "windowsgete") me fez a seguinte pergunta: "Você formata um computador com Linux de graça?"
Daí, eu tentei explicar o que eu faria e o que seria certo, segundo o meu conceito de software livre. Então falei pra ele: "Cara, iria depender do usuário, se fosse alguém de nível mais avançado eu apenas faria um disco com a imagem e então explicaria como fazer, mas se fosse alguém que não entende muito, eu mesmo faria e não cobraria nada".
Quero deixar claro que essa seria a situação de apenas instalar! Ele deu risada e saiu, nem sequer refutou com outra pergunta, eu até estranhei. Logo depois, na aula, ele resolve perguntar ao professor do nada: "Professor o senhor formata um PC de graça?"
Logicamente, o professor falou não. E então ele falou para todos na sala apontando para mim: "Ele disse que formata!" e todos riram...
Moral da história, geralmente, o defensor de ideias como Open Source e Software Livre, são vistos como Comunistas que enxergam o mundo capitalista como um vilão.
Na minha opinião, a filosofia do software livre luta contra o uso indevido do termo "propriedade intelectual", que absurdamente é utilizada por desenvolvedoras proprietárias plagiadoras de ideias.
A propriedade intelectual é aquela que realmente exigiu um esforço técnico para desenvolver e criar algo, e não simplesmente apropriar-se do bem comum e transformá-lo em privado. É aí que se baseia toda a minha vida profissional, na ideia de igualdade, direitos e boa índole, onde eu jamais irei me negar a saciar a curiosidade de alguém, onde eu nunca iria monopolizar a opção de escolha do meu cliente e nem em outro planeta, eu seria capaz de enganar algum cliente.
Enganar, principalmente usando a seguinte frase: "O Windows é melhor!".
Podemos perceber que o software livre não quer "ferrar" o capitalismo, mas sim justiça.
Convenhamos que um software de código aberto evolui tecnicamente mais rápido que um sistema proprietário, já que ideias sobre o mesmo são discutidas abertamente sem o medo da concorrência descobrir e fazer igual.
Um belo exemplo, é o uso das múltiplas áreas de trabalho que já existia no Ubuntu, quando o mesmo ainda usava o GNOME como interface padrão e que só foi utilizada pela Microsoft a pouco tempo com o Windows 10.
E adivinha? Você paga para usar tal ferramenta que foi desenvolvida pelo software livre e então plagiada!
Absurdo, não? Algumas pessoas ainda insistem em dizer que a Microsoft revoluciona o mercado da informação atualmente. Estúpidos!