Shell Script: Primeiros conceitos
Introdução ao Shell Script, esta poderosa ferramenta que facilita bastante a administração dos sistemas Linux. Com este artigo, espero dar base àqueles que ainda não conhecem o Shell Script para começar a desenvolver seus próprios scripts e entender também scripts feitos por outros membros da comunidade.
Introdução
Para começar, vamos fazer um brevíssima explicação do que é Shell Script.
Shell é o "prompt de comando" do usuário, é onde são digitados os comandos para serem executados no sistema, também chamado por alguns de "interpretador de comandos".
Os scripts nada mais são do que arquivos executáveis de texto que contém comandos do sistema para serem executados em conjunto, facilitando a vida do administrador e também dos outros usuários na execução das mais diversas tarefas no sistema.
Algumas simples, porém importantes dicas para o começo:
Partindo para os scripts propriamente ditos:
Por exemplo, se sempre que for instalar um programa através dos fontes (uma simples tarefa para o administrador do sistema), você precisar digitar os 4 comandos a seguir:
$ ./configure
$ make
$ su
# make install
Então, um arquivo de texto contendo estes 4 comandos resumiria a execução da tarefa em apenas um comando (o comando para executar o script).
Com um editor de texto qualquer, indico uso o VI, pois ele vai colorindo o código do script conforme vamos escrevendo, ajudando a detectar alguns erros bobos (somente minha opinião, viva a liberdade de escolha!), crie um arquivo chamado "instalador". Neste arquivo, insira as seguintes linhas:
Shell é o "prompt de comando" do usuário, é onde são digitados os comandos para serem executados no sistema, também chamado por alguns de "interpretador de comandos".
Os scripts nada mais são do que arquivos executáveis de texto que contém comandos do sistema para serem executados em conjunto, facilitando a vida do administrador e também dos outros usuários na execução das mais diversas tarefas no sistema.
Algumas simples, porém importantes dicas para o começo:
- Não é aconselhável escrever ou executar scripts como "root", pois ao executar uma linha "destruidora", pode-se comprometer o sistema, o que não acontecerá usando-se um usuário comum :)
- Também não é muito aconselhável executar scripts feitos por "estranhos" sem dar uma olhada no conteúdo deles, principalmente como "root"!
Partindo para os scripts propriamente ditos:
Por exemplo, se sempre que for instalar um programa através dos fontes (uma simples tarefa para o administrador do sistema), você precisar digitar os 4 comandos a seguir:
$ ./configure
$ make
$ su
# make install
Então, um arquivo de texto contendo estes 4 comandos resumiria a execução da tarefa em apenas um comando (o comando para executar o script).
Com um editor de texto qualquer, indico uso o VI, pois ele vai colorindo o código do script conforme vamos escrevendo, ajudando a detectar alguns erros bobos (somente minha opinião, viva a liberdade de escolha!), crie um arquivo chamado "instalador". Neste arquivo, insira as seguintes linhas:
#! /bin/bash
./configure
make
su
make install
./configure
make
su
make install
Agora vamos tornar este arquivo de texto em um arquivo executável:
$ chmod +x instalar
Para executar o script, basta digitar, no shell, o nome do script com um "./" antes. No caso do nosso exemplo ficaria assim:
$ ./instalador
Assim, se não ocorrer nenhum erro durante algum dos processos acima, você terá o programa instalado. Não esqueçamos que, por causa do comando "su", será necessária a digitação da senha do super-usuário.
OBS: Neste caso, para testar este script, ele precisará estar dentro do diretório onde se encontram os fontes do programa.
Agora vamos partir para o desenvolvimento de um script um pouco mais complexo, para adquirir mais alguns conceitos e começar a "caminhar com as próprias pernas"!
Estou aqui para parabenizá-lo pelo artigo, pois ainda não tinha visto nenhum tutorial que explicasse com clareza essa incrível ferramenta, ficou muito bom e espero que em breve vc estege postando algo mais que faça referência ao mesmo, parabéns pelo ótimo artigo.
Leonardo Berbert Gomes.