Utilizando o RSYNC para fazer backups de servidores e estações Windows
Quem utiliza o RSYNC para fazer backups entre máquinas Linux, sabe como é fácil manter backups centralizados e atualizados de forma fácil, eficiente e segura. Mas que tal você portar esta facilidade para estações e servidores Windows? Este artigo lhe ensina a fazer esta integração de forma rápida e fácil.
Introdução
Este artigo pode ser acessado diretamente no site www.dailson.com.br.
Quem utiliza o rsync para fazer backups entre máquinas Linux, sabe como é fácil manter backups centralizados e atualizados de forma fácil, eficiente e segura. E ainda mais se sua unidade de fita for em um servidor Linux (como é o meu caso), você pode deixar seus scripts de backup rodando para reunir todos os dados importantes em uma única máquina para depois fazer o backup em fita magnética.
Antigamente (ou atualmente dependendo do Administrador da Rede) quando queríamos fazer backups entre servidores remotos e centralizá-los, geralmente utilizávamos o FTP, que através de alguns comandos é possível fazer a conexão, login e senha automático e ainda mandar todos os arquivos para serem feitos backups em um servidor. O grande problema aí é que o FTP manda a senha em texto plano pela rede e seus arquivos podem ser capturados durante a transferência.
O rsync, como o nome sugere, é um programa que sincroniza remotamente os dados entre duas máquinas. Por ser baseado no antigo rcp (remote copy), o software herdou as propriedades de criptografia do protocolo SSH, o que torna sua transmissão de dados mais segura que o FTP.
Além das propriedades de segurança, o rsync utiliza o protocolo remote-update, o que aumenta assustadoramente sua velocidade e diminui a quantidade de dados transferidos, pois são trocados entre os servidores somente as diferenças entre dois grupos de arquivos.
Se alteramos uma dúzia de arquivos numa porção de centenas, ao executar um rsync do seu desktop para o servidor, somente os arquivos alterados serão enviados por upload e você ainda não corre o risco de algum espertinho utilizando um sniffer na rede capturar sua senha de FTP em texto plano.
Resumindo, existem pelo menos quatro situações onde o rsync pode te ajudar:
Quem utiliza o rsync para fazer backups entre máquinas Linux, sabe como é fácil manter backups centralizados e atualizados de forma fácil, eficiente e segura. E ainda mais se sua unidade de fita for em um servidor Linux (como é o meu caso), você pode deixar seus scripts de backup rodando para reunir todos os dados importantes em uma única máquina para depois fazer o backup em fita magnética.
Antigamente (ou atualmente dependendo do Administrador da Rede) quando queríamos fazer backups entre servidores remotos e centralizá-los, geralmente utilizávamos o FTP, que através de alguns comandos é possível fazer a conexão, login e senha automático e ainda mandar todos os arquivos para serem feitos backups em um servidor. O grande problema aí é que o FTP manda a senha em texto plano pela rede e seus arquivos podem ser capturados durante a transferência.
O rsync, como o nome sugere, é um programa que sincroniza remotamente os dados entre duas máquinas. Por ser baseado no antigo rcp (remote copy), o software herdou as propriedades de criptografia do protocolo SSH, o que torna sua transmissão de dados mais segura que o FTP.
Além das propriedades de segurança, o rsync utiliza o protocolo remote-update, o que aumenta assustadoramente sua velocidade e diminui a quantidade de dados transferidos, pois são trocados entre os servidores somente as diferenças entre dois grupos de arquivos.
Se alteramos uma dúzia de arquivos numa porção de centenas, ao executar um rsync do seu desktop para o servidor, somente os arquivos alterados serão enviados por upload e você ainda não corre o risco de algum espertinho utilizando um sniffer na rede capturar sua senha de FTP em texto plano.
Resumindo, existem pelo menos quatro situações onde o rsync pode te ajudar:
- copiando (ou sincronizando) arquivos entre dois diretórios locais;
- copiando (ou sincronizando) arquivos de sua máquina local para um servidor remoto;
- copiando (ou sincronizando) arquivos de um servidor remoto para sua máquina local;
- listando os arquivos de um diretório no servidor remoto (como um "remote ls").
porém, o negócio era copiado full e não incremental.
Vou experimentar o RSYNC, o qual nunca tive vontade de me aprofundar...
Valeu,
Leandro Andrade.