Algumas considerações sobre o Linux Mint 12
Dica publicada em Linux / Miscelânea
Algumas considerações sobre o Linux Mint 12
Segundo o site PCWorld.in com a
ascensão do novo rei, aqui veremos algumas impressões que tive sobre o Linux Mint 12, codinome
Lisa.
Linux Mint 12 com o kernel mais recente (3.0.0-14-generic) da PPA Canonical Kernel Team. Instalação dos pacotes de tradução do GNOME. Testes e informações do mesa-utils sobre os drivers mais atualizados da Nvidia (290.10) da PPA Xorg-Edgers e instalados facilmente pelo Jockey-gtk. Audacious & Screenfetch:
Abaixo, com o GNOME já devidamente traduzido e com o kernel Liquorix (3.1.0-4) + Screenfetch e Htop, onde nota-se o exagerado consumo de RAM do Opera:
E abaixo, o menu 'Atividades' na aba 'Aplicativos':
Embora bonitinho e muito mais completo que o Ubuntu, o desempenho deste Mint está a anos-luz de um Debian e sem cálculo estimado em relação ao mesmo ambiente no Arch Linux, diga-se de passagem.
Coisas irritantes ocorrem tanto no Ubuntu quanto no Mint. Por vezes o menu do GRUB não aparece, no Mint inclusive recebi a mensagem de "Fora de Escala", então tive que aguardar o início do Sistema e alterar a seguinte linha no arquivo "/etc/default/grub":
Por:
Bastando apenas descomentá-la (tirar o jogo-da-velha) e deixar a resolução para: 640x480.
Aproveitando, retirei a opção 'Splash' porque ao menos no Mint o Splash não é exibido! Então editei a linha:
Deixando-a assim:
Ao final rodei:
sudo update-grub
E foram solucionados esses problemas.
E ainda tem uma opçãozinha estranha lá em "/boot/grub/grub.cfg", ao final da linha começada por Linux:
Já dei uma pesquisada básica no Oráculo, mas não tive tempo de tentar entender o que isto significa; por hora desativei-a, minha configuração básica para cada kernel está mais ou menos assim:
Antes estava assim:
Aparentemente removê-la é a melhor solução para diversos problemas, dentre eles o Plymouth:
Outro 'bug' irritante ocorria quando utilizados alguns temas, simplesmente o painel desaparecia, mas bastava alterar para o padrão que o mesmo retornava, sobre isso a solução:
Após a instalação, rodei um dist-upgrade com dezenas de PPAs habilitadas, e não tive sequer um problema.
Mais ainda posso dizer que obtive diversas vantagens como: drivers de vídeo mais atualizados da PPA Xorg-Edgers, o kernel da Canonical Kernel Team e ainda pude observar com que extrema facilidade o Jockey-gtk instala os drivers proprietários.
É um bom sistema para quem está começando, inclusive se eu fosse utilizá-lo, optaria pela versão do GNOME sem efeitos ou o MATE, porque esta combinação de GNOME-Shell e extensão, embora prática na minha opinião, deixou o sistema bem pesado.
Quanto ao início/desligamento do sistema, é tão ou mais rápido que o próprio Ubuntu, mesmo com os 'trocentos' serviços ativos.
Tudo o que citei acima vem de acordo com a preocupação da distro de ser o mais "user-friendly" possível. As minhas críticas são pessoais e mesmo assim, recomendarei o Mint a qualquer novo usuário.
Que isso fique registrado, de forma alguma quero depreciar o trabalho da equipe do Mint, afinal se não tivesse qualidade, certamente a distro não seria alçada ao topo do Distrowatch.
Para uma análise mais completa, sugiro a leitura deste artigo:
Para finalizar, uma pergunta noob:
- Que Linux é este onde não existe o "/var/log/messages"?
Dica previamente publicada no meu Blog:
Linux Mint 12 com o kernel mais recente (3.0.0-14-generic) da PPA Canonical Kernel Team. Instalação dos pacotes de tradução do GNOME. Testes e informações do mesa-utils sobre os drivers mais atualizados da Nvidia (290.10) da PPA Xorg-Edgers e instalados facilmente pelo Jockey-gtk. Audacious & Screenfetch:
Abaixo, com o GNOME já devidamente traduzido e com o kernel Liquorix (3.1.0-4) + Screenfetch e Htop, onde nota-se o exagerado consumo de RAM do Opera:
E abaixo, o menu 'Atividades' na aba 'Aplicativos':
Embora bonitinho e muito mais completo que o Ubuntu, o desempenho deste Mint está a anos-luz de um Debian e sem cálculo estimado em relação ao mesmo ambiente no Arch Linux, diga-se de passagem.
Coisas irritantes ocorrem tanto no Ubuntu quanto no Mint. Por vezes o menu do GRUB não aparece, no Mint inclusive recebi a mensagem de "Fora de Escala", então tive que aguardar o início do Sistema e alterar a seguinte linha no arquivo "/etc/default/grub":
# GRUB_GFXMODE=640x480
Por:
GRUB_GFXMODE=1024x768
Bastando apenas descomentá-la (tirar o jogo-da-velha) e deixar a resolução para: 640x480.
Aproveitando, retirei a opção 'Splash' porque ao menos no Mint o Splash não é exibido! Então editei a linha:
GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet splash"
Deixando-a assim:
GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet vga=791"
Ao final rodei:
sudo update-grub
E foram solucionados esses problemas.
E ainda tem uma opçãozinha estranha lá em "/boot/grub/grub.cfg", ao final da linha começada por Linux:
vt.handoff=7
Já dei uma pesquisada básica no Oráculo, mas não tive tempo de tentar entender o que isto significa; por hora desativei-a, minha configuração básica para cada kernel está mais ou menos assim:
linux /boot/vmlinuz-3.0.0-14-generic root=UUID=4d25cc5f-3505-487c-9a2a-7a8a08aba728 ro quiet vga=791
Antes estava assim:
linux /boot/vmlinuz-3.0.0-14-generic root=UUID=4d25cc5f-3505-487c-9a2a-7a8a08aba728 ro quiet splash vt.handoff=7
Aparentemente removê-la é a melhor solução para diversos problemas, dentre eles o Plymouth:
- http://askubuntu.com/questions/32999/what-is-vt-handoff-7- parameter-in-grub-cfg
- http://askubuntu.com/questions/40340/does-not- boot- after-installation-on-dell-precision-t3500
- http://paolobernardi.wordpress.com/2011/05/01/fix-plymouth-on-ubuntu-after-installing-nvidia-or-ati-proprietary-drivers-for-ubuntu-11- 04-natty/
Outro 'bug' irritante ocorria quando utilizados alguns temas, simplesmente o painel desaparecia, mas bastava alterar para o padrão que o mesmo retornava, sobre isso a solução:
Após a instalação, rodei um dist-upgrade com dezenas de PPAs habilitadas, e não tive sequer um problema.
Mais ainda posso dizer que obtive diversas vantagens como: drivers de vídeo mais atualizados da PPA Xorg-Edgers, o kernel da Canonical Kernel Team e ainda pude observar com que extrema facilidade o Jockey-gtk instala os drivers proprietários.
É um bom sistema para quem está começando, inclusive se eu fosse utilizá-lo, optaria pela versão do GNOME sem efeitos ou o MATE, porque esta combinação de GNOME-Shell e extensão, embora prática na minha opinião, deixou o sistema bem pesado.
Quanto ao início/desligamento do sistema, é tão ou mais rápido que o próprio Ubuntu, mesmo com os 'trocentos' serviços ativos.
Tudo o que citei acima vem de acordo com a preocupação da distro de ser o mais "user-friendly" possível. As minhas críticas são pessoais e mesmo assim, recomendarei o Mint a qualquer novo usuário.
Que isso fique registrado, de forma alguma quero depreciar o trabalho da equipe do Mint, afinal se não tivesse qualidade, certamente a distro não seria alçada ao topo do Distrowatch.
Para uma análise mais completa, sugiro a leitura deste artigo:
Para finalizar, uma pergunta noob:
- Que Linux é este onde não existe o "/var/log/messages"?
Dica previamente publicada no meu Blog:
Ano passado, descobri no fórum que o Mint não trazia o /etc/skel, agora o /var/log/messages. Não entendo essas decisões, para o usuário final não faz diferença e para nós que tentamos ajudar, só dificulta a constatação do problema. Ao menos mantiveram o visualizador de logs em Menu -> Administração.
Abraço!