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Entenda o uso de profiles no Funtoo

Dica publicada em Linux / Introdução
Xerxes xerxeslins
Hits: 4.738 Categoria: Linux Subcategoria: Introdução
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Entenda o uso de profiles no Funtoo

Durante a instalação do sistema Funtoo o usuário é encorajado a escolher um profile, ou seja, um perfil para o sistema. Por quê?

Usuários não familiarizados com os profiles podem acabar adicionando muitas flags no arquivo make.conf para ajustar o sistema ao seu gosto. Vai usar KDE? Quer ter suporte ao Qt? É desktop? Então melhor colocar isso e aquilo, mas não pode essa flag e não pode aquela flag para não causar problemas, etc.

Isso pode deixar o make.conf inchado de flags, difíceis de serem manipuladas. O que torna a experiência com o sistema um tanto quanto complicada. Funtoo não foi feito para ser complicado. Ele pode ser no começo, devido sua grande quantidade de opções de configuração, mas o usuário logo percebe que não é bicho de 7 cabeças.

Aos poucos a distribuição vem se tornando mais e mais acessível, com novas ferramentas, sem perder o seu poder de personalização.

As lista das flags pode ser vistas na seguinte página:
Então, para não encher o arquivo de flags e para facilitar a sua manipulação, uma solução inteligente é usar profiles. Quando o usuário escolhe um profile ele, na verdade, está escolhendo uma combinação de flags pré-configuradas para moldar seu sistema.

Os profiles são:
  • arch: define a compatibilidade com o tipo do processador.
  • subarch: aplica um refinamento às especificações do processador além do arch.
  • build: se refere a estabilidade do sistema. Quer usar o sistema estável, "current" ou experimental?
  • flavor: define o objetivo do seu sistema ou a sua utilidade. Pode ser minimal, desktop, core, workstation.
  • mix-ins: adicionam funcionalidades ao sistema, bem como a preparação para os ambientes gráficos desejados. Algumas opções são: gnome, kde, media, mate, X e hardened.

Obs.: algumas opções em "flavors" ativam automaticamente algumas opções em "mix-in". E algumas opções do próprio "mix-in" ativam outras do "mix-in". A opção gnome, por exemplo, vai ativar o x.

Para ver os profiles atuais use o comando "epro show". Exemplo:
Linux: Entenda o uso de profiles no Funtoo
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Para ver todas as opções use o comando:

# epro list

Alguns exemplos:

Adicionar mix-in GNOME e KDE:

# epro mix-ins +gnome +kde

Remover mix-in GNOME:

# epro mix-ins -gnome

Mudar arquitetura para x86-64 bits:

# epro arch x86-64bit

Mudar a subarch para generic_64:

# epro subarch generic_64

Mudar o "flavor" do sistema:

# epro flavor desktop

Para mais informações sobre o comando Epro veja esta dica:
Qual a diferença entre minimal, core, server, workstation e desktop no profile flavor?
  • minimal: contem as mínimas configurações para Funtoo em todos os flavors.
  • core: contém as mesmas configurações do minimal mais algumas outras úteis e comumente usadas. É a base do stage3 do Funtoo.
  • server: teoricamente deve ser igual ao core mais algumas especificações voltadas para servidores. Porém, atualmente, é idêntica ao core.
  • workstation: configurações mínimas para um desktop com alguns mix-in como X, audio, dvd e outros.
  • desktop: tem basicamente tudo o que um desktop completo precisa. Inclui suporte a impressão. É melhor aproveitado com um mix-in de algum ambiente gráfico como GNOME ou KDE.

Onde ficam armazenados os profiles?

Você pode olhar o arquivo com os profiles executando:

# cat /etc/portage/make.profile/parent

Vai retornar algo como:

gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/arch/x86-64bit
gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/build/current
gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/arch/x86-64bit/subarch/generic_64
gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/flavor/desktop
gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/mix-ins/no-systemd
gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/mix-ins/lxde
gentoo:funtoo/1.0/linux-gnu/mix-ins/xfce


Este modelo de configuração com uso de profile tem benefícios como menor necessidade de alterar o make.conf e possui uma separação organizada por arquitetura, flavor, etc.

Para mais informações veja:
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