Enviado em 01/05/2012 - 20:10h
Boa noite.
Um código escrito no Dev C++ de Windows, utilizando conio.h, para executa-lo no linux é mais recomendado utilizar aquela conio alternativa ou botar logo o ncurses e reescrever quase tudo? estou tentando portar um programa pequeno,tipo um mini-sistema operacional (SSOMS) que fizemos na faculdade..mas vou adotar a técnica pra todos os programas que usarem conio..
Se eu criar um programa no meu linux, utilizando mysql, como fazer para portá-lo em uma máquina com windows? da muito trabalho? É que eu estou fechando um sisteminha pra uma loja do meu bairro mas nao queria instalar windows aqui,e nem forçar o cara a usar linux. (sim,eu gosto de fazer tudo do jeito mais difícil, pra pegar a manha)..
Aliás, se eu usar curses.h ou ncurses.h, funciona no windDOS ?
E um comentário, tenho tentado usar o Ajuta,mas ele é muito chato,vive dando erro pra acompilar e faz muitas tarefas. Fazendo pelo vim e compilando com o gcc (após apanhar um pouquinho pra aprender ambos) ta fluindo muito melhor...que coisa,não!
Abraço,Anderson
Um código escrito no Dev C++ de Windows, utilizando conio.h, para executa-lo no linux é mais recomendado utilizar aquela conio alternativa ou botar logo o ncurses e reescrever quase tudo? estou tentando portar um programa pequeno,tipo um mini-sistema operacional (SSOMS) que fizemos na faculdade..mas vou adotar a técnica pra todos os programas que usarem conio..
Se eu criar um programa no meu linux, utilizando mysql, como fazer para portá-lo em uma máquina com windows? da muito trabalho? É que eu estou fechando um sisteminha pra uma loja do meu bairro mas nao queria instalar windows aqui,e nem forçar o cara a usar linux. (sim,eu gosto de fazer tudo do jeito mais difícil, pra pegar a manha)..
Aliás, se eu usar curses.h ou ncurses.h, funciona no windDOS ?
E um comentário, tenho tentado usar o Ajuta,mas ele é muito chato,vive dando erro pra acompilar e faz muitas tarefas. Fazendo pelo vim e compilando com o gcc (após apanhar um pouquinho pra aprender ambos) ta fluindo muito melhor...que coisa,não!
Abraço,Anderson