SamL escreveu:
Caramba Buckminster (2), chatgpt é o cara! Então no caso, a coisa é muito mas muito abstrata e tecnicamente se existisse algo mais poderoso que funções haveria algo mais poderoso a máquina de Turing.
Buckminster, será que isso significa que a matemática em si como a conhecemos tem suas limitações? Me refiro a representar a realidade. Ou seja, haveria um limite do que e o quanto podemos ir longe com a matemática no sentido de definir e classificar coisas em conjuntos? Ou seja, existiriam coisas que não podem estar classificadas como elementos de conjuntos, porém, elas existem como funções não computáveis? Porra, to bugando já hahaha
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Richard Feynman via a matemática, particularmente a matemática pura e axiomática, mais como uma ferramenta inventada pelo ser humano para organizar o pensamento e resolver problemas, enquanto a física estuda fenômenos descobertos na natureza.
Feynman acreditava que, embora a matemática fosse fundamental para descrever o universo, ela não é, em si, uma ciência natural, pois sua validade não depende de experimentos, mas sim da consistência interna de suas regras. Feynman via os matemáticos como criadores de sistemas abstratos (inventores) que não estão restritos à realidade física. Para ele, a matemática era "a parte da física onde os experimentos são baratos".
Albert Einstein via a matemática como uma criação da mente humana (inventada) usada para modelar a realidade, afirmando que, na medida em que as leis matemáticas se referem à realidade, elas não são certas, e quando são certas, não se referem à realidade. Para ele, o pensamento puro pode captar a realidade física, mas a matemática serve como uma ferramenta "poética" e descritiva.
Einstein sempre disse que "a imaginação é mais poderosa do que o saber".
Tanto em matemática quanto em Física existem os conceitos de Grandeza e Medida da Grandeza, por exemplo, Grandeza é "distância", "espaço", "comprimento" e, as clássicas "altura, largura e profundidade" (as três dimensões). Sendo que dependem do ponto de vista, pois o comprimento pode ser a profundidade, dependendo de onde se observa o objeto.
Podemos medir a distância, por exemplo, de várias formas: em metros, em polegadas, a palmo, em cúbitos, a olho, etc, isso são as Medidas da Grandeza chamada Distância.
Entre eu e você tem uma determinada distância em linha reta, porém, se medirmos em curva teremos outra medida da distância e as duas estariam certas.
Agora, para medirmos o espaço entre dois objetos teríamos de calcular tudo para cima, para baixo e para os lados até o infinito entre esses dois objetos.
Aí entra a matemática para delimitar esse "espaço" para que ele possa ser calculável como, por exemplo, num determinado tubo ou uma caixa ou um cubo, etc, e essas delimitações seriam formadas por algum limite (regra) partindo-se dos objetos, por exemplo, caso fosse entre duas pessoas o espaço poderia ser delimitado pelos limites dos braços abertos dessas duas pessoas e as alturas delas porque senão o espaço entre elas torna-se conceituável, mas incalculável, porém, a realidade é que esse espaço é conceitualmente calculável, mas por ser infinito torna-se incalculável na realidade·
Um outro exemplo é Pi, já se chegou a 34 trilhões de casas, mas por ser infinito provavelmente nunca se chegará ao fim.
É a mesma qcoisa que se tomarmos um número qualquer e dividirmos (ou multiplicarmos) sempre por outro número qualquer e assim formos, nunca chegaremos em zero, iremos até o infinito nessa conta.
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