30 motivos para usar o Linux
Trinta razões em forma de ferramentas que lhe darão a certeza de que o Linux é o sistema operacional ideal para o seu uso! Leitura recomendada para todos os níveis de usuários desse sistema operacional.
Parte 2: Instalação
Não há mais mistérios em se instalar um sistema Linux, cada distro tem
algo em particular, mas em seu todo, todos seguem o mesmo princípio. Um
sistema Linux é compatível com várias plataformas de hardware, sendo
necessário apenas você baixar a versão para a qual irá necessitar
trabalhar, isto é: i386, alpha, arm, hppa, hurd-i386, ia64, m68k, mipsel,
mips, powerpc, s390, sh, sparc.
Para maiores detalhes sobre a estrutura do Linux, veja este artigo:
A versão que você irá baixar para instalar em seu computador pessoal será a x86, ou melhor dizendo, i386, i586 ou i686, que é como ele pode estar sendo apresentado em mirrors de downloads. Você pode baixar qualquer versão no site linuxiso.org.
Inicialmente, sempre aconselho novos usuários a pegarem o Mandrake e recentemente tenho falado muito do Kurumin. O motivo é simples, fácil de se instalar e reconhece praticamente tudo de cara, a não ser é claro os famosos winmodens que em alguns casos ainda causam transtornos, mas que tem perdido a sua preocupação com os scripts de "Ativar Suporte a Softmodems" que lhe ajudam a reconhecer, localizar e instalar a grande demanda que tem no mercado.
Mas, além disso, acho que o grande avanço do mundo Linux em relação à instalação se deve por causa do APT (Advanced Packaging Toll - ou - Ferramentas de Empacotamento Avançado) criado pelo projeto Debian. Não estou dizendo que por causa disso você só deve usar o Debian, digo que o grande avanço se deve à ele, porque estimulou outras distros a criarem ferramentas semelhantes para amenizar o trauma de instalação de novos pacotes no Linux.
O apt é uma ferramenta que após a instalação do sistema lhe auxilia na instalação, reinstalação, atualização e remoção de pacotes no Linux. Com ele temos a vantagem de se quisermos instalar um programa que necessita de dependências (outros pacotes) pra funcionar corretamente, o próprio apt se encarrega de localizar e instalar pra gente.
Se você baixa um pacote com extensão .tar.gz ou tar.bz2 da net, e é praticamente certo que ali se encontre os sources do programa, tudo em modo texto, no qual você necessitará compilar para que ele se torne um programa capaz de executar a sua tarefa. Além disso, você necessitará antes de compilar, de ferramentas de compactação para fazer a sua descompactação do mesmo, então na verdade você necessitará de alguns pacotes instalados previamente para que se possa usufruir desta ferramenta.
Você necessitará então de:
Ferramentas de compactação tipo - tar, bzip e etc. No qual executará os comandos como:
# tar -xvfz pacote.tar.gz
# bunzip2 pacote.tar.bz2
Ferramentas de compilação - make, gcc e etc. No qual executará comandos tipo:
# ./configure
# make
# make install
Se você baixa pacotes com extensão .rpm ou .deb, você terá de usar as ferramentas adequadas para fazer a sua instalação, no qual pode ficar preso nas dependências que possivelmente não estarão instaladas, desta forma terá que localizar seus pacotes e ir instalando até que tudo se resolva.
Comandos que geralmente teria que usar:
# rpm -ivh pacote.rpm
# dpkg -i pacote.deb
...e a cada nova solicitação de dependência, você teria que localizar seu pacote e instalar antes de tentar novamente.
Mas como disse, o APT veio revolucionar a instalação de novos pacotes, e estimulou outras distros a utilizarem seus recursos ou criar similares. Com por exemplo:
A Conectiva Linux já utiliza o APT há um bom tempo, para não entrar muito em detalhes, veja este artigo do Cabelo:
O SuSE também tem a habilidade de ser auxiliado em suas instalações com o APT, veja o artigo do Faiper:
O Slackware por sua vez, fez um clone do APT com a ferramenta SLAPT-GET, veja o artigo do Lordello:
O Red Hat por sua vez, ao abandonar seu projeto e dar vez ao Fedora Core, fez seu clone do APT com o YUM, veja o artigo do Oki:
Veja quantos motivos para não dizer nunca mais que a instalação de um programa no Linux é difícil.
Como usuário do Debian, vou demonstrar como é fácil saber se o programa que você deseja instalar já está disponível em algum mirror para que seja feita facilmente a instalação via apt.
Ah, para ressaltar ainda mais o uso do apt, veja esta dica que postei há um tempo atrás:
Para maiores detalhes sobre a estrutura do Linux, veja este artigo:
A versão que você irá baixar para instalar em seu computador pessoal será a x86, ou melhor dizendo, i386, i586 ou i686, que é como ele pode estar sendo apresentado em mirrors de downloads. Você pode baixar qualquer versão no site linuxiso.org.
Inicialmente, sempre aconselho novos usuários a pegarem o Mandrake e recentemente tenho falado muito do Kurumin. O motivo é simples, fácil de se instalar e reconhece praticamente tudo de cara, a não ser é claro os famosos winmodens que em alguns casos ainda causam transtornos, mas que tem perdido a sua preocupação com os scripts de "Ativar Suporte a Softmodems" que lhe ajudam a reconhecer, localizar e instalar a grande demanda que tem no mercado.
Mas, além disso, acho que o grande avanço do mundo Linux em relação à instalação se deve por causa do APT (Advanced Packaging Toll - ou - Ferramentas de Empacotamento Avançado) criado pelo projeto Debian. Não estou dizendo que por causa disso você só deve usar o Debian, digo que o grande avanço se deve à ele, porque estimulou outras distros a criarem ferramentas semelhantes para amenizar o trauma de instalação de novos pacotes no Linux.
Mas o que é o APT
O apt é uma ferramenta que após a instalação do sistema lhe auxilia na instalação, reinstalação, atualização e remoção de pacotes no Linux. Com ele temos a vantagem de se quisermos instalar um programa que necessita de dependências (outros pacotes) pra funcionar corretamente, o próprio apt se encarrega de localizar e instalar pra gente.
No que isso facilita a vida?
Se você baixa um pacote com extensão .tar.gz ou tar.bz2 da net, e é praticamente certo que ali se encontre os sources do programa, tudo em modo texto, no qual você necessitará compilar para que ele se torne um programa capaz de executar a sua tarefa. Além disso, você necessitará antes de compilar, de ferramentas de compactação para fazer a sua descompactação do mesmo, então na verdade você necessitará de alguns pacotes instalados previamente para que se possa usufruir desta ferramenta.
Você necessitará então de:
Ferramentas de compactação tipo - tar, bzip e etc. No qual executará os comandos como:
# tar -xvfz pacote.tar.gz
# bunzip2 pacote.tar.bz2
Ferramentas de compilação - make, gcc e etc. No qual executará comandos tipo:
# ./configure
# make
# make install
Se você baixa pacotes com extensão .rpm ou .deb, você terá de usar as ferramentas adequadas para fazer a sua instalação, no qual pode ficar preso nas dependências que possivelmente não estarão instaladas, desta forma terá que localizar seus pacotes e ir instalando até que tudo se resolva.
Comandos que geralmente teria que usar:
# rpm -ivh pacote.rpm
# dpkg -i pacote.deb
...e a cada nova solicitação de dependência, você teria que localizar seu pacote e instalar antes de tentar novamente.
Mas como disse, o APT veio revolucionar a instalação de novos pacotes, e estimulou outras distros a utilizarem seus recursos ou criar similares. Com por exemplo:
A Conectiva Linux já utiliza o APT há um bom tempo, para não entrar muito em detalhes, veja este artigo do Cabelo:
O SuSE também tem a habilidade de ser auxiliado em suas instalações com o APT, veja o artigo do Faiper:
O Slackware por sua vez, fez um clone do APT com a ferramenta SLAPT-GET, veja o artigo do Lordello:
O Red Hat por sua vez, ao abandonar seu projeto e dar vez ao Fedora Core, fez seu clone do APT com o YUM, veja o artigo do Oki:
Veja quantos motivos para não dizer nunca mais que a instalação de um programa no Linux é difícil.
Como usuário do Debian, vou demonstrar como é fácil saber se o programa que você deseja instalar já está disponível em algum mirror para que seja feita facilmente a instalação via apt.
Ah, para ressaltar ainda mais o uso do apt, veja esta dica que postei há um tempo atrás:
Se algum zé ruela não se convencer em pelo menos testar o Linux depois desse artigo... :)
Parabéns Jeka!