Como a propaganda afeta você?
Este pequeno artigo trás uma pequena reflexão sobre como o marketing agressivo ou a propaganda tendenciosa pode afetar nossas opiniões e decisões de consumo; e do descarte prematuro de máquinas que ainda podem ser utilizadas.
A pedra no sapato
Nunca tivemos uma indústria de lazer tão grande e diversificada, com tantas opções como TV, internet, esportes, moda, turismo e redes sociais alimentadas por milhares de mensagens que orbitam os quatro cantos do mundo. Facebook, Myspace, Orkut e o fenômeno Twitter que já possui uma legião de seguidores e que ganhou até substantivo próprio "Tuiteiro" (pessoa que faz pleno uso sistemático deste serviço) que parece soar até como uma nova profissão.
E isso também chegou até ao ciclo das celebridades de várias frentes: jogador de futebol, atriz, modelo, apresentadora de televisão, fanqueiras, ilustres desconhecidos e por aí afora. Chega ser impressionante a quantidade de gente que segue e acompanha as mensagens um tanto quanto frívola, pra não dizer outra coisa.
Por exemplo: "Rapaziada, aqui no Rio tá frio e agora vou me deitar e jogar um futevôlei amanhã lá na barra, valeu!". Mensagem esta aparentemente deixada pelo baixinho Romário em seu Twitter a época da copa do mundo e que por acaso eu acessei, devido a um link num site esportivo e que me despertou a atenção e então comecei a navegar entre um famoso e outro e assim sucessivamente até chegar a conclusão de como algo tão fascinante e com imensa possibilidades de expansão de conhecimento e amplitude pode em tão pouco tempo se tornar deveras e notoriamente insosso, inconsistente e tão a merce da futilidade de quem quer aparecer a qualquer custo, mesmo sem ter o que dizer ou que mostrar.
Claro que pra toda regra há sua exceção, como quase tudo. Porém, o que incomoda é a maneira como isso é imposta à maioria das pessoas. Quem não participa é visto como um alienado, se assim for a palavra alienação precisa ser redefinida e precisamos questionar o que é chamado de vanguarda.
Recentemente um outro caso me chamou a atenção. A Microsoft divulgou um vídeo "depreciando" o OpenOffice.org, contabilizando supostos prejuízos e desvantagens de quem usou essa suíte de escritório que é livre ou gratuita, como queiram.
Para quem não viu, aqui se encontra o vídeo: Alegando que há custos enormes em treinamento e o formato dos documentos criados no OpenOffice.org não é compatível com o produto deles. O mais curioso é que quando há uma nova versão do MS Office, não raro os usuários precisam passar por um treinamento para aprender novas ferramentas ou descobrir onde foi parar um determinado botão e no qual também gera custos, sem contar a aquisição de uma nova versão, diga-se de passagem não é nada barato e que curiosamente isso não foi mencionado no clipe.
Basta ir a uma banca de jornal e ver alguns títulos das revistas de informática: "Aprenda tudo sobre o novo Office 2010" ou "200 maneiras de domar o W7". Se é tão intuitivo e mais fácil que roubar doce de criança, então temos um paradoxo sem nexo ou uma falsidade ideológica.
Quer dizer então que empresas e usuários estão presos a um formato proprietário que só pode funcionar plenamente a contento nesta suíte de escritório? Uma alegação estapafúrdia e um tiro que saiu pela culatra, fora a carona publicitária de graça a favor e o visível incômodo de quem não quer descer do pedestal ou melhor, não quer perder mercado.
Com isso fica provado que o OpenOffice.org é sim uma pedra no sapato e que representa perigo, vejam só o que aconteceu com o IE em relação ao Firefox. Com exceção do Excel, que de fato é um excelente software, o OpenOffice.org não deve absolutamente nada para o seu primo rico. E não adianta insistirem na retórica panfletada de que a suíte deles tem mais recursos que estão anos-luz na frente e blá blá blá blá etc e tal.
Um Audi pode facilmente chegar a 200 km por hora, mas quantos chegaram ou precisam dessa velocidade na prática? Uma pontuação 7 na carteira não é algo interessante e nem desejável. Assim, quantas pessoas realmente usam os tais recursos extraordinários?
E isso também chegou até ao ciclo das celebridades de várias frentes: jogador de futebol, atriz, modelo, apresentadora de televisão, fanqueiras, ilustres desconhecidos e por aí afora. Chega ser impressionante a quantidade de gente que segue e acompanha as mensagens um tanto quanto frívola, pra não dizer outra coisa.
Por exemplo: "Rapaziada, aqui no Rio tá frio e agora vou me deitar e jogar um futevôlei amanhã lá na barra, valeu!". Mensagem esta aparentemente deixada pelo baixinho Romário em seu Twitter a época da copa do mundo e que por acaso eu acessei, devido a um link num site esportivo e que me despertou a atenção e então comecei a navegar entre um famoso e outro e assim sucessivamente até chegar a conclusão de como algo tão fascinante e com imensa possibilidades de expansão de conhecimento e amplitude pode em tão pouco tempo se tornar deveras e notoriamente insosso, inconsistente e tão a merce da futilidade de quem quer aparecer a qualquer custo, mesmo sem ter o que dizer ou que mostrar.
Claro que pra toda regra há sua exceção, como quase tudo. Porém, o que incomoda é a maneira como isso é imposta à maioria das pessoas. Quem não participa é visto como um alienado, se assim for a palavra alienação precisa ser redefinida e precisamos questionar o que é chamado de vanguarda.
Recentemente um outro caso me chamou a atenção. A Microsoft divulgou um vídeo "depreciando" o OpenOffice.org, contabilizando supostos prejuízos e desvantagens de quem usou essa suíte de escritório que é livre ou gratuita, como queiram.
Para quem não viu, aqui se encontra o vídeo: Alegando que há custos enormes em treinamento e o formato dos documentos criados no OpenOffice.org não é compatível com o produto deles. O mais curioso é que quando há uma nova versão do MS Office, não raro os usuários precisam passar por um treinamento para aprender novas ferramentas ou descobrir onde foi parar um determinado botão e no qual também gera custos, sem contar a aquisição de uma nova versão, diga-se de passagem não é nada barato e que curiosamente isso não foi mencionado no clipe.
Basta ir a uma banca de jornal e ver alguns títulos das revistas de informática: "Aprenda tudo sobre o novo Office 2010" ou "200 maneiras de domar o W7". Se é tão intuitivo e mais fácil que roubar doce de criança, então temos um paradoxo sem nexo ou uma falsidade ideológica.
Quer dizer então que empresas e usuários estão presos a um formato proprietário que só pode funcionar plenamente a contento nesta suíte de escritório? Uma alegação estapafúrdia e um tiro que saiu pela culatra, fora a carona publicitária de graça a favor e o visível incômodo de quem não quer descer do pedestal ou melhor, não quer perder mercado.
Com isso fica provado que o OpenOffice.org é sim uma pedra no sapato e que representa perigo, vejam só o que aconteceu com o IE em relação ao Firefox. Com exceção do Excel, que de fato é um excelente software, o OpenOffice.org não deve absolutamente nada para o seu primo rico. E não adianta insistirem na retórica panfletada de que a suíte deles tem mais recursos que estão anos-luz na frente e blá blá blá blá etc e tal.
Um Audi pode facilmente chegar a 200 km por hora, mas quantos chegaram ou precisam dessa velocidade na prática? Uma pontuação 7 na carteira não é algo interessante e nem desejável. Assim, quantas pessoas realmente usam os tais recursos extraordinários?
Quanto daquela coisa que você tanto se orgulha e chama de consciência brotou do seu cérebro?, ou do seu experimento? ou do seu pensamento?
Quantas coisas você pensa que pensa que são genuinamente suas idéias?,............ e isso inclui seus preciosos valores e crenças, e coisas sagradas.
Pensaram por nós, pensam por nós, pensarão por nós..... cosi sia...
Faça uma lista de tudo que você sabe (ou acha que sabe), analise uma a uma e verifique se algum dia você aprendeu algo não permitido, não autorizado, não
ministrado....