Será este o ano do Linux?
De tempos em tempos ouvimos alguns prognósticos de que em breve o Linux será tão popular quanto o Windows e este último será visto pelo retrovisor. Será o ano de 2010, o ano em que faremos contato? Esse artigo aponta quem é o vencedor nessa corrida e quem de fato é beneficiado com isso.
O ano em que faremos contato
Segundo um instituto de pesquisa britânico Freeform Dynamics, somente 20% de 1,3 mil profissionais de tecnologia da informação que trabalham em empresas que utilizam o GNU/Linux lá na terra dos Beatles e da Rainha, se tornaram efetivamente usuários do sistema.
E qual é o principal motivo de tal rejeição? Resistência por parte de usuários Windows que vêem neste último uma supremacia latente, além é claro dos velhos chavões de que o Linux é pra nerd ou loucos por tecnologia, falta de compatibilidade com os softwares comerciais mais famosos e jogos etc e tal.
Porém não vou rebater as críticas e muito menos questionar a idoneidade de tal instituto ou malhar o bom e velho Windows, e não estou sendo sarcástico! Essa tarefa é ingloriosa e muito chata e totalmente improdutiva. Não se muda opiniões formadas da noite para o dia, e isso é fato. Desde que me tornei usuário 100% Linux, no sentido literal da palavra, eu ouço ou leio artigos em que se faz a pergunta:
"Será este o ano do Linux nos desktops?"
E isso já faz um pouco mais de três anos e as estatísticas "oficiais" mostram que o nosso pinguim ocupa o modesto, mas honroso terceiro lugar, estando atrás somente do Windows e do Mac OS. O que me remete a uma música antiga de título "Terceiro" da banda paulista Ultraje a rigor, que fez muito sucesso nos anos 80 e uma das famosas bandas do rock tupiniquim. A letra inicialmente diz:
"Todo equipado, preparado na linha de partida
Daqui a pouco vai ser dada a saída
Todo mundo nervoso e eu não tô nem aí / O importante é competir" O Linux nunca foi concebido com a ideia ou foco de ser um tendão de Aquiles da Microsoft ou uma espécie de Espártaco, um escravo gladiador que liderou cerca de 100.000 homens em 73 A.C e que derrotou muitas vezes as legiões romanas, mas que no final perdeu a batalha e morreu crucificado junto com os seus seguidores. Mas se falarmos de Unix e Minix, aí sim a história toda muda.
Os desenvolvedores incluíram recursos do BSD, do System V e do Solaris da Sun Microsystems e embora as ferramentas encontradas no Unix exista no Linux, elas foram substituídas por seus equivalentes mais modernos. Deste modo, o Linux surgiu como um sistema operacional poderoso e inovador, que embora imite o Unix em vários aspectos, se difere dele de diversas formas.
O kernel é implementado independente e seu desenvolvimento contínuo ocorre através dos esforços combinados de programadores ao redor do mundo. Há disponível para Linux uma extensa e rica seleção de aplicativos gratuitos como também comerciais. Ampla gama de ferramentas variadas para lidar com imagens, textos, música, vídeo, administração, redes, servidor web etc. Há uma impressionante variedade de periféricos suportados, muitas vezes antes até de qualquer empresa de software utilize em seus produtos. Mas devido há alguns fabricantes, em especial de placas de vídeo não liberarem suas especificações ou o código fonte dos seus drivers, algumas pessoas por desconhecimento ficam com a impressão de que o sistema é uma "porcaria", como já tive de ouvir de um amigo que mal sabe instalar uma impressora com os famosos next, next e finish.
O Linux dá suporte para múltiplos processadores, além de suportar emuladores que executam códigos feitos pra outros sistemas operacionais. Por sua portabilidade e por ser adaptável ele é usado em computadores, telefones celulares, PDAs e até decodificadores de TV a cabo. Ele foi desenvolvido para ser multiusuário e já nasceu assim. O Linux é rápido e estável, além de seguro e é um sistema operacional que tira proveito do hardware disponível. Além de ter mais de um ambiente gráfico: GNOME, KDE e XFCE, só pra mencionar os que mais se destacam. Assim ele está todo equipado, preparado na linha de partida e isso não é de hoje.
E qual é o principal motivo de tal rejeição? Resistência por parte de usuários Windows que vêem neste último uma supremacia latente, além é claro dos velhos chavões de que o Linux é pra nerd ou loucos por tecnologia, falta de compatibilidade com os softwares comerciais mais famosos e jogos etc e tal.
Porém não vou rebater as críticas e muito menos questionar a idoneidade de tal instituto ou malhar o bom e velho Windows, e não estou sendo sarcástico! Essa tarefa é ingloriosa e muito chata e totalmente improdutiva. Não se muda opiniões formadas da noite para o dia, e isso é fato. Desde que me tornei usuário 100% Linux, no sentido literal da palavra, eu ouço ou leio artigos em que se faz a pergunta:
"Será este o ano do Linux nos desktops?"
E isso já faz um pouco mais de três anos e as estatísticas "oficiais" mostram que o nosso pinguim ocupa o modesto, mas honroso terceiro lugar, estando atrás somente do Windows e do Mac OS. O que me remete a uma música antiga de título "Terceiro" da banda paulista Ultraje a rigor, que fez muito sucesso nos anos 80 e uma das famosas bandas do rock tupiniquim. A letra inicialmente diz:
"Todo equipado, preparado na linha de partida
Daqui a pouco vai ser dada a saída
Todo mundo nervoso e eu não tô nem aí / O importante é competir" O Linux nunca foi concebido com a ideia ou foco de ser um tendão de Aquiles da Microsoft ou uma espécie de Espártaco, um escravo gladiador que liderou cerca de 100.000 homens em 73 A.C e que derrotou muitas vezes as legiões romanas, mas que no final perdeu a batalha e morreu crucificado junto com os seus seguidores. Mas se falarmos de Unix e Minix, aí sim a história toda muda.
Os desenvolvedores incluíram recursos do BSD, do System V e do Solaris da Sun Microsystems e embora as ferramentas encontradas no Unix exista no Linux, elas foram substituídas por seus equivalentes mais modernos. Deste modo, o Linux surgiu como um sistema operacional poderoso e inovador, que embora imite o Unix em vários aspectos, se difere dele de diversas formas.
O kernel é implementado independente e seu desenvolvimento contínuo ocorre através dos esforços combinados de programadores ao redor do mundo. Há disponível para Linux uma extensa e rica seleção de aplicativos gratuitos como também comerciais. Ampla gama de ferramentas variadas para lidar com imagens, textos, música, vídeo, administração, redes, servidor web etc. Há uma impressionante variedade de periféricos suportados, muitas vezes antes até de qualquer empresa de software utilize em seus produtos. Mas devido há alguns fabricantes, em especial de placas de vídeo não liberarem suas especificações ou o código fonte dos seus drivers, algumas pessoas por desconhecimento ficam com a impressão de que o sistema é uma "porcaria", como já tive de ouvir de um amigo que mal sabe instalar uma impressora com os famosos next, next e finish.
O Linux dá suporte para múltiplos processadores, além de suportar emuladores que executam códigos feitos pra outros sistemas operacionais. Por sua portabilidade e por ser adaptável ele é usado em computadores, telefones celulares, PDAs e até decodificadores de TV a cabo. Ele foi desenvolvido para ser multiusuário e já nasceu assim. O Linux é rápido e estável, além de seguro e é um sistema operacional que tira proveito do hardware disponível. Além de ter mais de um ambiente gráfico: GNOME, KDE e XFCE, só pra mencionar os que mais se destacam. Assim ele está todo equipado, preparado na linha de partida e isso não é de hoje.
VOL! :D