Experimento com Linux (parte 2): de Sabayon a... Gentoo e Funtoo!
O artigo explica como mesclar e usar ao mesmo tempo Gentoo e Funtoo a partir da instalação prévia de outras distribuições baseadas no Gentoo e ainda mostra a possibilidade da transformação de distros Gentoo like no Gentoo clássico.
Parte 5: Transformando Sabayon em Gentoo
A partir do momento em que o Sabayon instalado agora tem o kernel do Gentoo, é possível trasformá-lo completamente em Gentoo. Seria uma maneira alternativa, diferente, de instalar Gentoo.
Não considero mais trabalhoso do que instalar o Gentoo "no braço", porque no Gentoo é necessário instalar tudo, e no caso da transformação a partir do Sabayon, você já tem Xorg, Hal, Dbus, ambientes gráficos, tudo funcionando.
Para efetuar a transformação completa, parta do Sabayon modificado com Gentoo, com ou sem Portage de Funtoo (mas sem Overlay de Sabayon) e usando comandos, como por exemplo:
su
# emerge -C linux-sabayon sabayon-artwork sabayon-kde-themes
Etc... Etc...
Ou muito mais facilmente (porque são muitos pacotes), usando uma interface gráfica de Portage como Kuroo, Himerge, Portato ou Porthole:
Remova todos os pacotes de Sabayon, como temas, ícones, kerneis de Sabayon etc e depois no próprio GUI, reinstale pacotes (ex.: gentoo-artwork, gentoo-liveCD-artwork), linguagens, OpenRC, hal, dbus, GRUB, tudo de Gentoo.
O resultado final? Um Gentoo completo e análogo ao Gentoo instalado pelo processo clássico!
Veja na figura abaixo, o Sabayon transformado em Gentoo, com wallpaper de Gentoo, e veja nas janelas e terminais que ele tem o kernel do Gentoo, os temas, pacotes e ambiente gráfico XFCE de Gentoo, e no meu caso, usando o Portage do Funtoo: A instalação e a transformação completa podem ser feitas em cerca de dois a quatro dias, talvez menos tempo do que para instalar e configurar um Gentoo pelos procedimentos padrões.
Depois de pronto pode atualizar tudo com os comandos de emerge com opção world. Há casos de quebras de pacotes, mas um procedimento relativamente seguro é recomendado em:
Usando os comandos:
su
# emerge --sync
# emerge -uDpv world
# emerge -uDv world
# emerge -pv depclean
# emerge -v depclean
# revdep-rebuild -pv
# revdep-rebuild -v
# dispatch-conf
Eu testei e funcionou bem, geralmente não quebra o sistema.
Se você for corajoso, gosta de viver perigosamente (rsrrs), e tem GCC em novas versões, pode editar o /etc/make.conf, procurar o parâmetro "march" e substituir por march="native" e depois fazer os comandos:
su
# emerge system
Isso recompila, não para a sua arquitetura de hardware, mas para sua máquina especificamente, para o seu micro. Entretanto "native" não é considerada uma FLAG segura por alguns gentoístas. Eu testei só em sistemas com poucos pacotes, mas não notei grande diferença na performance, talvez porque o Gentoo realmente já seja muito rápido, o Linux mais veloz que eu vi. Arch Linux é quase tão rápido quanto, mas mesmo assim não como o Gentoo.
Não considero mais trabalhoso do que instalar o Gentoo "no braço", porque no Gentoo é necessário instalar tudo, e no caso da transformação a partir do Sabayon, você já tem Xorg, Hal, Dbus, ambientes gráficos, tudo funcionando.
Para efetuar a transformação completa, parta do Sabayon modificado com Gentoo, com ou sem Portage de Funtoo (mas sem Overlay de Sabayon) e usando comandos, como por exemplo:
su
# emerge -C linux-sabayon sabayon-artwork sabayon-kde-themes
Etc... Etc...
Ou muito mais facilmente (porque são muitos pacotes), usando uma interface gráfica de Portage como Kuroo, Himerge, Portato ou Porthole:
Remova todos os pacotes de Sabayon, como temas, ícones, kerneis de Sabayon etc e depois no próprio GUI, reinstale pacotes (ex.: gentoo-artwork, gentoo-liveCD-artwork), linguagens, OpenRC, hal, dbus, GRUB, tudo de Gentoo.
O resultado final? Um Gentoo completo e análogo ao Gentoo instalado pelo processo clássico!
Veja na figura abaixo, o Sabayon transformado em Gentoo, com wallpaper de Gentoo, e veja nas janelas e terminais que ele tem o kernel do Gentoo, os temas, pacotes e ambiente gráfico XFCE de Gentoo, e no meu caso, usando o Portage do Funtoo: A instalação e a transformação completa podem ser feitas em cerca de dois a quatro dias, talvez menos tempo do que para instalar e configurar um Gentoo pelos procedimentos padrões.
Depois de pronto pode atualizar tudo com os comandos de emerge com opção world. Há casos de quebras de pacotes, mas um procedimento relativamente seguro é recomendado em:
Usando os comandos:
su
# emerge --sync
# emerge -uDpv world
# emerge -uDv world
# emerge -pv depclean
# emerge -v depclean
# revdep-rebuild -pv
# revdep-rebuild -v
# dispatch-conf
Eu testei e funcionou bem, geralmente não quebra o sistema.
Se você for corajoso, gosta de viver perigosamente (rsrrs), e tem GCC em novas versões, pode editar o /etc/make.conf, procurar o parâmetro "march" e substituir por march="native" e depois fazer os comandos:
su
# emerge system
Isso recompila, não para a sua arquitetura de hardware, mas para sua máquina especificamente, para o seu micro. Entretanto "native" não é considerada uma FLAG segura por alguns gentoístas. Eu testei só em sistemas com poucos pacotes, mas não notei grande diferença na performance, talvez porque o Gentoo realmente já seja muito rápido, o Linux mais veloz que eu vi. Arch Linux é quase tão rápido quanto, mas mesmo assim não como o Gentoo.