Experimento com Linux: Misturando Sabayon com Gentoo
Este artigo descreve como combinar a distribuição Gentoo com outro Linux também baseado no Gentoo, o Sabayon, e como pode ser instalada uma distribuição mista desses Linux, com dois ou mais kerneis diferentes.
Introdução
Como sabemos, Linux é o nome dado ao Kernel, e junto ao Kernel, as interfaces gráficas, pacotes, telas de login e desktop etc formam o que se chama distribuição GNU/Linux, ou "distribuição Linux".
Então, teoricamente, como o Kernel é o Linux, pode-se usar um Kernel compilado para uma distribuição Linux em outra distribuição. Isso é o que alguns Linuxers chamam de "Transplante de Kernel".
Na prática isso não é muito fácil de ser feito, com quase todas as distribuições, principalmente as binárias, as compiladas.
Outro ponto são os pacotes. Um pacote .DEB não funciona em uma distro tipo Red Hat e vice-versa, um pacote RPM não funciona em uma distro Debian.
Além disso, às vezes um pacote .DEB de Ubuntu não funciona bem em Debian e um RPM de Red Hat original pode não funcionar em Mandriva, em Fedora ou em openSUSE.
Então existe sempre a possibilidade de incompatibilidades.
Uma das exceções entretanto é o Gentoo, que é um Linux ideal para experimentos de transplante de kernel, por vários motivos (1-5):
Pelos motivos acima, o Gentoo é uma das primeiras escolhas para transplante de kernel ou para criar uma distro praticamente "from scratch".
Neste artigo serão descritos experimentos demonstrando ser possível misturar a metadistribuição Gentoo a outro Linux baseado no Gentoo, o Sabayon, mesclando ou mesmo substituindo completamente seus Kerneis.
Então, teoricamente, como o Kernel é o Linux, pode-se usar um Kernel compilado para uma distribuição Linux em outra distribuição. Isso é o que alguns Linuxers chamam de "Transplante de Kernel".
Na prática isso não é muito fácil de ser feito, com quase todas as distribuições, principalmente as binárias, as compiladas.
Outro ponto são os pacotes. Um pacote .DEB não funciona em uma distro tipo Red Hat e vice-versa, um pacote RPM não funciona em uma distro Debian.
Além disso, às vezes um pacote .DEB de Ubuntu não funciona bem em Debian e um RPM de Red Hat original pode não funcionar em Mandriva, em Fedora ou em openSUSE.
Então existe sempre a possibilidade de incompatibilidades.
Uma das exceções entretanto é o Gentoo, que é um Linux ideal para experimentos de transplante de kernel, por vários motivos (1-5):
- Porque é totalmente de compilação, não usa binários, usa Ebuilds, scripts especiais que baixam os programas-fonte e os compilam automaticamente;
- Porque nem seu Kernel vem em forma binária, sendo compilado manualmente;
- Porque, ao contrário das outras distros, o Gentoo é uma metadistribuição, extremamente customizável e altamente modificável, muito versátil;
- Porque tem um desenvolvimento muito grande, com programação feita não só pelos desenvolvedores, mas também por usuários programadores do mundo todo, e tem uma extensa documentação, muito abrangente, o que facilita bem as coisas;
- Porque, ao contrário da maioria das distros, que instalam o kernel internamente e a distro fica um kernel só, o Gentoo pode usar o kernel compilado sem mesmo instalar e mesmo sem boot, e esse kernel pode ser selecionado com um comando especial, o eselect.
Pelos motivos acima, o Gentoo é uma das primeiras escolhas para transplante de kernel ou para criar uma distro praticamente "from scratch".
Neste artigo serão descritos experimentos demonstrando ser possível misturar a metadistribuição Gentoo a outro Linux baseado no Gentoo, o Sabayon, mesclando ou mesmo substituindo completamente seus Kerneis.
Tu sabe quando será lançado o Gentoo 2009,
será antes de 2020, né !!!!!