Guia SSD no Linux: tudo que você precisa saber e o que precisa esquecer!
Após quebrar um pouco a cabeça buscando dados sobre a instalação do meu primeiro "disco de estado sólido", ou simplesmente SSD, resolvi escrever este artigo, compilando e atualizando todas as informações sobre SSD no Linux, visto que grande parte do material que é encontrado na internet é desatualizado e não condiz mais com os pacotes existentes e/ou funcionamento do GNU/Linux em relação a estes dispositivos.
Mito e suporte do SSD
Com o subtitulo de "Mitos e verdades do SSD no Linux - Instalando, configurando e otimizando SSD no Linux", resolvi escrever este artigo para trazer luz ao mar de informações antigas, desatualizadas e que deixam qualquer um perdido ao tentar usar um SSD no Linux.
SSD são suportados no Linux desde o kernel 2.6.29!
Schedulers e File Systems também suportam os "discos sólidos" ou "não-rotacionais" (SSDs) há um bom tempo.
A maioria dos artigos que existem na internet são bem antigos e não refletem os ambientes atuais dos sistemas Linux. Este artigo trás alguns macetes para otimizar o SSD num ambiente onde o sistema operacional estará instalado nele.
Tiro alguns mitos de que seria necessário mudanças bruscas no sistema para que o SSD seja bem aproveitado. Hoje, basicamente no uso do dia-a-dia, nada é preciso após instalá-lo, apenas alguns pontos a serem observados.
Eles são identificados automaticamente e funcionam perfeitamente sem nenhum problema caso seu S.O. esteja em bom estado e atualizado (bem como os demais hardwares do computador).
Ao rodar o seguinte comando, o retorno '1' é para HD e 0 para SSD:
# cat /sys/block/sda/queue/rotational
(neste caso, estou verificando o dispositivo 'sda')
Havia um antigo receio de que o GNU/Linux poderia diminuir a vida útil dos SSDs, visto alguns percalços no desenvolvimento e implantação do suporte a eles nos diferentes programas que estão ao entorno do kernel e o próprio kernel em si.
Vale lembrar que o Linux já foi acusado de estar destruindo os HDs (sobrecarregando-os) 10 anos atrás, num problema que apareceu nos fóruns do Ubuntu 7 e que acabou com os fabricantes de disco assumindo a culpa, porém a imagem errada pegou no Linux e ficou.
SSD são suportados no Linux desde o kernel 2.6.29!
Schedulers e File Systems também suportam os "discos sólidos" ou "não-rotacionais" (SSDs) há um bom tempo.
A maioria dos artigos que existem na internet são bem antigos e não refletem os ambientes atuais dos sistemas Linux. Este artigo trás alguns macetes para otimizar o SSD num ambiente onde o sistema operacional estará instalado nele.
Tiro alguns mitos de que seria necessário mudanças bruscas no sistema para que o SSD seja bem aproveitado. Hoje, basicamente no uso do dia-a-dia, nada é preciso após instalá-lo, apenas alguns pontos a serem observados.
Eles são identificados automaticamente e funcionam perfeitamente sem nenhum problema caso seu S.O. esteja em bom estado e atualizado (bem como os demais hardwares do computador).
Ao rodar o seguinte comando, o retorno '1' é para HD e 0 para SSD:
# cat /sys/block/sda/queue/rotational
(neste caso, estou verificando o dispositivo 'sda')
Havia um antigo receio de que o GNU/Linux poderia diminuir a vida útil dos SSDs, visto alguns percalços no desenvolvimento e implantação do suporte a eles nos diferentes programas que estão ao entorno do kernel e o próprio kernel em si.
Vale lembrar que o Linux já foi acusado de estar destruindo os HDs (sobrecarregando-os) 10 anos atrás, num problema que apareceu nos fóruns do Ubuntu 7 e que acabou com os fabricantes de disco assumindo a culpa, porém a imagem errada pegou no Linux e ficou.
Favoritado.
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