Habilitando multilib no Slackware - Atualizado e simplificado
Neste artigo, veremos como habilitar corretamente o multilib no Slackware. Trata-se de atualização do trecho relevante do artigo "Guia pós-instalação do Slackware", de 2013.
Introdução
Aos que são, enquanto são; e aos que não são, enquanto não são, aqui do Viva o Linux, saudações!
Aqui começa mais um artigo do Dino®, trazendo para vocês informações tão fresquinhas quanto o cadáver da democracia brasileira e tão originais quanto a definição de verdade de Protágoras, parafraseada na primeira frase do artigo do Dino®.
No cardápio de hoje, nós teremos uma breve, porém muito necessária, revisão de literatura. Há algum tempo, após uma insônia de seis dias, escrevi de cabeça um artigo quase não lido aqui na página intitulado Guia pós-instalação do Slackware.
Pois bem, o artigo foi, no jargão dos meninos da informática, testado em produção e enviado para a moderação sem revisão nenhuma de minha parte. Obviamente, ia ter pelo menos um erro, e tinha mesmo, na parte em que descrevo a habilitação do multilib no Slackware.
Resumindo muito a questão, o Slackware é a única de todas as distros que suportam a arquitetura x86_64 que não possui as bibliotecas multilib ativas por padrão. Tais bibliotecas são necessárias para a compilação e execução de programas escritos apenas para a arquitetura x86.
No Slack, elas não vêm instaladas por padrão, mas todo o sistema operacional está preparado para recebê-las. Por exemplo, não tem o que as Debian-likes fazem de juntar todas as libs em /usr/lib (sendo que o padrão FHS, diz que libs de 64 bits devem ir para /usr/lib64).
Por isso, o Slackware se define como multilib-ready (algo como pronto para multilib), e cabe ao usuário habilitá-lo ou não.
O objetivo deste artigo é orientar o usuário, do verdadeiro GNU/Linux, a habilitar corretamente o multilib em seu sistema operacional. Ele é o primeiro de uma série de escritos que visam a otimização do Slackware (e em menor escala, das distribuições UNIX-like minded e que não aderiram ao systemd) e ser um grito de "CHUPA POETTERING!", demonstrando a irrelevância de coisas como o filho mais novo desse ajuntador de bits quando você se mantém fiel aos princípios do UNIX.
Aqui começa mais um artigo do Dino®, trazendo para vocês informações tão fresquinhas quanto o cadáver da democracia brasileira e tão originais quanto a definição de verdade de Protágoras, parafraseada na primeira frase do artigo do Dino®.
No cardápio de hoje, nós teremos uma breve, porém muito necessária, revisão de literatura. Há algum tempo, após uma insônia de seis dias, escrevi de cabeça um artigo quase não lido aqui na página intitulado Guia pós-instalação do Slackware.
Pois bem, o artigo foi, no jargão dos meninos da informática, testado em produção e enviado para a moderação sem revisão nenhuma de minha parte. Obviamente, ia ter pelo menos um erro, e tinha mesmo, na parte em que descrevo a habilitação do multilib no Slackware.
Resumindo muito a questão, o Slackware é a única de todas as distros que suportam a arquitetura x86_64 que não possui as bibliotecas multilib ativas por padrão. Tais bibliotecas são necessárias para a compilação e execução de programas escritos apenas para a arquitetura x86.
No Slack, elas não vêm instaladas por padrão, mas todo o sistema operacional está preparado para recebê-las. Por exemplo, não tem o que as Debian-likes fazem de juntar todas as libs em /usr/lib (sendo que o padrão FHS, diz que libs de 64 bits devem ir para /usr/lib64).
Por isso, o Slackware se define como multilib-ready (algo como pronto para multilib), e cabe ao usuário habilitá-lo ou não.
O objetivo deste artigo é orientar o usuário, do verdadeiro GNU/Linux, a habilitar corretamente o multilib em seu sistema operacional. Ele é o primeiro de uma série de escritos que visam a otimização do Slackware (e em menor escala, das distribuições UNIX-like minded e que não aderiram ao systemd) e ser um grito de "CHUPA POETTERING!", demonstrando a irrelevância de coisas como o filho mais novo desse ajuntador de bits quando você se mantém fiel aos princípios do UNIX.