Linux e Software Livre na libertação de presos: "viva a liberdade!"
Ressocializar é levar o presidiário a uma adaptação social, ou seja, tornar possível o seu retorno à sociedade sem que ele volte à criminalidade, é principalmente levar cidadania a essas pessoas. Neste artigo vamos falar como o Linux e o Software Livre podem ajudar na recuperação da cidadania desses seres humanos.
Introdução
Ressocializar é levar o presidiário a uma adaptação social, ou seja, tornar possível o seu retorno à sociedade sem que ele volte à criminalidade. É principalmente levar cidadania a essas pessoas, é mostrar para elas um caminho novo, e nada melhor do que educação como instrumento para esse processo, dar a esses seres humanos uma chance nesse mercado extremamente competitivo e tão assustador quanto eles o são para a maioria da sociedade. Foi daí que surgiu a idéia da parceria com uma escola de informática que usa o Software Livre e ensina seus alunos a usá-lo. O Linux, como maior exemplo de software livre, mais uma vez mostrando seu poder libertador.
Em meio ao momento de crise como o que vivemos, diante dos episódios lamentáveis como os que ocorreram em São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, acontecimentos que despertam revolta da sociedade diante dos presidiários, é muito difícil tocar num assunto como ressocialização. Para alguns, é uma utopia, e para outros, uma grande perda de tempo. Já perdi a conta de quantas vezes ouvi expressões como "Bandido bom, é bandido morto", mas eu não acredito nisso, acredito no ser humano, na capacidade de recuperação, afinal, não pensem que eles estão ali porque querem, por sonharem a vida inteira com a bandidagem e estão ali realizados e felizes atemorizando as pessoas. Faço medicina, e sei que existem bandidos sem recuperação, mas estes não deveriam estar em penitenciárias, mas em centros de recuperação psiquiátricos, pois são doentes.
Por acreditar nesse potencial humano é que luto e passei a fazer parte de uma ONG, chamada PROAPE (Programa de Ressocialização de Apenados e Egressos), que acredita no retorno social desses presidiários e que, em parceria com diversas empresas, luta para a ressocialização desses necessitados (pequena observação de filha-fã: Fui incentivada nessa luta principalmente pela minha mãe, que já luta por isso há anos!!).
Em meio ao momento de crise como o que vivemos, diante dos episódios lamentáveis como os que ocorreram em São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, acontecimentos que despertam revolta da sociedade diante dos presidiários, é muito difícil tocar num assunto como ressocialização. Para alguns, é uma utopia, e para outros, uma grande perda de tempo. Já perdi a conta de quantas vezes ouvi expressões como "Bandido bom, é bandido morto", mas eu não acredito nisso, acredito no ser humano, na capacidade de recuperação, afinal, não pensem que eles estão ali porque querem, por sonharem a vida inteira com a bandidagem e estão ali realizados e felizes atemorizando as pessoas. Faço medicina, e sei que existem bandidos sem recuperação, mas estes não deveriam estar em penitenciárias, mas em centros de recuperação psiquiátricos, pois são doentes.
Por acreditar nesse potencial humano é que luto e passei a fazer parte de uma ONG, chamada PROAPE (Programa de Ressocialização de Apenados e Egressos), que acredita no retorno social desses presidiários e que, em parceria com diversas empresas, luta para a ressocialização desses necessitados (pequena observação de filha-fã: Fui incentivada nessa luta principalmente pela minha mãe, que já luta por isso há anos!!).