Máquina Enigma e encriptação em XOR
Que tal passar no Orkut e mandar um scrap que só você e a pessoa que recebe irão entender? Você com certeza já ouviu falar de encriptação, mas sabe como funciona? A encriptação é uma arte dominada por poucos, mas usada por muitos. Você a usa no seu celular, no seu e-mail, no seu banco de dados, nas transações bancárias, etc.
A história
História retirada de: http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_Enigma
Enigma é o nome por que é conhecida uma máquina electro-mecânica de encriptação com rotores, utilizada tanto para a encriptação como para a decriptação de mensagens secretas, usada em várias formas na Europa a partir dos anos 1920. A sua fama vem de ter sido adotada pela maior parte das forças militares alemãs a partir de cerca de 1930. A facilidade de uso e a suposta indecifrabilidade do código foram as principais razões para a sua popularidade. O código foi, no entanto, decifrado, e a informação contida nas mensagens que ele não protegeu é geralmente tida como responsável pelo fim da Segunda Guerra Mundial pelo menos um ano antes do que seria de prever.
A Enigma foi patenteada por Arthur Scherbius em 1918. Os primeiros modelos (Enigma modelo A) foram exibidos nos Congressos da União Postal Internacional de 1923 e 1924. Tratava-se de um modelo semelhante a uma máquina de escrever, com as medidas de 65x45x35 cm e pesando cerca de 50 kg.
Enigma é o nome por que é conhecida uma máquina electro-mecânica de encriptação com rotores, utilizada tanto para a encriptação como para a decriptação de mensagens secretas, usada em várias formas na Europa a partir dos anos 1920. A sua fama vem de ter sido adotada pela maior parte das forças militares alemãs a partir de cerca de 1930. A facilidade de uso e a suposta indecifrabilidade do código foram as principais razões para a sua popularidade. O código foi, no entanto, decifrado, e a informação contida nas mensagens que ele não protegeu é geralmente tida como responsável pelo fim da Segunda Guerra Mundial pelo menos um ano antes do que seria de prever.
A Enigma foi patenteada por Arthur Scherbius em 1918. Os primeiros modelos (Enigma modelo A) foram exibidos nos Congressos da União Postal Internacional de 1923 e 1924. Tratava-se de um modelo semelhante a uma máquina de escrever, com as medidas de 65x45x35 cm e pesando cerca de 50 kg.
Três outras versões comerciais lhe seguem, e a Enigma-D torna-se o modelo mais divulgado após suscitar o interesse da marinha alemã em 1926. A marinha alemã interessou-se pela Enigma e comprou alguns exemplares, adaptando-as ao seu uso em 1926. Estas primeiras máquinas de uso militar denominavam-se Funkschlüssel C.
Em 1928 o exército elaborou a sua própria versão - a Enigma G. A partir desse momento, o seu uso estende-se a toda a organização militar alemã e a uma grande parte da hierarquia nazi. A marinha chama a Enigma a máquina M.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as versões da Enigma são usadas por praticamente todas as comunicações rádio alemãs (e também as de outras potências do Eixo), tal como para as comunicações telegráficas. Mesmo os boletins meteorológicos são codificados com a Enigma. Os espanhóis (durante a guerra civil) e os italianos (durante a Segunda Guerra Mundial) utilizam uma das versões comerciais da máquina, inalterada, para as suas comunicações militares. Esta imprudência beneficia os Britânicos que fazem a criptanálise do código mais rapidamente.
O código foi de facto quebrado em 1933 por matemáticos da Polónia (Marian Rejewski, Jerzy Różycki e Henryk Zygalski) com a ajuda de meios electromecânicos (as «bombas»). Um dos serviços secretos franceses consegue comprar a Hans Thilo Schmidt, irmão do tenente-coronel Rudolf Schmidt que será em Maio e Junho de 1940 o superior directo do general Rommel, as chaves mensais da Enigma, que foram partilhadas com os polacos.
Não bastava, no entanto, decifrar todas as comunicações secretas do inimigo: era necessário fazê-lo de forma a que ele o ignorasse. A destruição de cada navio alemão do qual a posição fosse conhecida era precedida do envio de um avião de reconhecimento que passava no local por sorte. Este fazia-se ver com nitidez, e o ataque podia então ser feito sem alertar o estado-maior inimigo.