O Movimento Software Livre
Este artigo foi escrito com o objetivo de ajudar as pessoas a entenderem o conceito de Software Livre, sua importância, filosofia de desenvolvimento e distribuição. Entre os assuntos que serão discutidos, falaremos sobre desenvolvimento colaborativo, cultura livre, a licença GNU GPL, Copyleft e liberdade de acesso ao código fonte.
O Movimento Software Livre
É comum ao interpelar alguém que seja iniciante em computação com a pergunta:
"Você conhece Software Livre?"
A resposta quase sempre será com outra pergunta:
"Linux?"
Isso ocorre certamente pelo fato de que o GNU/Linux, sistema operacional idealizado nos anos 90 pelo finlandês Linus Torvalds, com a ajuda de vários programadores na Internet e em parceria com o projeto GNU de Richard Stallman, da Free Software Foundation, ter se transformado em um dos softwares livres mais famosos do mundo.
Mas, antes mesmo da criação do sistema operacional Linux, o movimento Software Livre já existia. Idealizado por Richard Stallman o Software Livre se caracteriza pelo desenvolvimento colaborativo e pelo livre acesso ao código fonte, o que assegura aos seus usuários quatro liberdades fundamentais:
Para que um programa de computador seja livre ele terá que satisfazer a essas quatro liberdades.
Um outra característica desse modelo de software é a forma colaborativa como é desenvolvido, o que proporciona uma possibilidade de aprendizado às pessoas, pois, qualquer indivíduo que tenha acesso ao código fonte e entenda o código poderá implementar melhorias ao programa livremente.
De qualquer maneira, se você não entende nada de programação e deseja usar Software Livre no seu negócio, você poderá contratar alguém que entenda disso para fazer o devido desenvolvimento e alterações de um software já existente para você.
Visando defender as quatro liberdades, Richard Stallman criou a licença GNU GPL (General Public License), que implementou o conceito de "Copyleft". Copyleft ou esquerdos autorais, em contraposição ao "Copyright", permite que os usuários tenham acesso aos programas, altere-os e redistribua cópias, sempre respeitando a licença de distribuição. O objetivo dessa implementação é fazer com que a cada lugar que o software vá as quatro liberdades caminhem junto, tornando isso um direito inalienável.
No mundo dos negócios, é mito que não é possível ganhar dinheiro com Software Livre. Muitas empresas que desenvolvem software e prestam suporte nessa área arrecadam milhões e frequentemente contratam profissionais para suprir a demanda nessa área.
Finalizando, é importante que tenhamos em mente que o conceito de Software Livre se refere a liberdade e não ao preço. Software Livre permite que as pessoas tenham acesso ao mecanismo atual do poder chamado conhecimento e não fisguem a isca do anzol das empresas de software proprietário.
Referências:
"Você conhece Software Livre?"
A resposta quase sempre será com outra pergunta:
"Linux?"
Isso ocorre certamente pelo fato de que o GNU/Linux, sistema operacional idealizado nos anos 90 pelo finlandês Linus Torvalds, com a ajuda de vários programadores na Internet e em parceria com o projeto GNU de Richard Stallman, da Free Software Foundation, ter se transformado em um dos softwares livres mais famosos do mundo.
Mas, antes mesmo da criação do sistema operacional Linux, o movimento Software Livre já existia. Idealizado por Richard Stallman o Software Livre se caracteriza pelo desenvolvimento colaborativo e pelo livre acesso ao código fonte, o que assegura aos seus usuários quatro liberdades fundamentais:
- A liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
- A liberdade de estudar como o programa funciona e fazer as modificações conforme desejar (o acesso ao código fonte é uma pré-condição para isto);
- A liberdade de redistribuir cópias de maneira que outras pessoas possam se beneficiar;
- A liberdade de distribuir cópias das versões modificadas por você de maneira que toda a comunidade venha a se beneficiar dessas mudanças.
Para que um programa de computador seja livre ele terá que satisfazer a essas quatro liberdades.
Um outra característica desse modelo de software é a forma colaborativa como é desenvolvido, o que proporciona uma possibilidade de aprendizado às pessoas, pois, qualquer indivíduo que tenha acesso ao código fonte e entenda o código poderá implementar melhorias ao programa livremente.
De qualquer maneira, se você não entende nada de programação e deseja usar Software Livre no seu negócio, você poderá contratar alguém que entenda disso para fazer o devido desenvolvimento e alterações de um software já existente para você.
Visando defender as quatro liberdades, Richard Stallman criou a licença GNU GPL (General Public License), que implementou o conceito de "Copyleft". Copyleft ou esquerdos autorais, em contraposição ao "Copyright", permite que os usuários tenham acesso aos programas, altere-os e redistribua cópias, sempre respeitando a licença de distribuição. O objetivo dessa implementação é fazer com que a cada lugar que o software vá as quatro liberdades caminhem junto, tornando isso um direito inalienável.
No mundo dos negócios, é mito que não é possível ganhar dinheiro com Software Livre. Muitas empresas que desenvolvem software e prestam suporte nessa área arrecadam milhões e frequentemente contratam profissionais para suprir a demanda nessa área.
Finalizando, é importante que tenhamos em mente que o conceito de Software Livre se refere a liberdade e não ao preço. Software Livre permite que as pessoas tenham acesso ao mecanismo atual do poder chamado conhecimento e não fisguem a isca do anzol das empresas de software proprietário.
Referências:
- Revolution OS - O filme
- http://softwarelivre.gov.br
- http://fsf.org
Legal o seu artigo, deu um explicação básica do que é o software livre.
Agora acho que você poderia falar dos benefícios do software livre para o USUÁRIO FINAL, pois sempre que eu vou instalar software livre para um cliente eu falo pra ele que a grande vantagem é que ele é de graça.
Agente sempre vê o pessoal aí falando que a maior vantagem não é essa, e inclusive em alguns caso o software livre não é de graça, acho que poderiamos debater sobre isso...
Abraço,
Renato