Octave - Programação científica no Linux (parte 2)
Para todos os que realizam simulações usando MatLab e cia, agora podem usar mais uma ferramenta do mundo livre: Octave. Neste artigo veremos algumas das características básicas do Octave, incluindo como iniciar uma sessão do programa, obter ajuda no prompt de comando, editar uma linha de comando e escrever programas no Octave que podem ser executados como comandos da própria shell.
Parte 5: Scripts em Octave
Provavelmente, após ler os meus dois artigos anteriores sobre o Octave, você já aprendeu a programar pelo menos o básico usando essa ferramenta científica. Agora você também pode escrever scripts do Octave. Se você ainda não lidou com scripts, pode pensar neles como sendo mini-programas, onde incluímos as tarefas que desejamos executar em determinado momento.
Scripts do Octave se mostrarão importantes principalmente quando desejamos escrever programas para usuários realizar tarefas mesmo sem conhecer a linguagem do Octave. Ou ainda, para os cientistas de plantão, simulações computacionais devem ser realizadas, na sua maioria, sem intervenção do usuário durante a execução - o usuário apenas entra com os parâmetros iniciais e o programa cuida do restante da simulação.
Veja um exemplo: o famoso programa "Hello World!". Em um arquivo texto, escreva as seguintes linhas:
A primeira linha acima começa com " #! ". É isso o que indica o início de um script, e a expressão octave-nome-do-interpretador deve ser trocada pelo nome do interpretador de Octave instalado em sua máquina - normalmente basta colocar Octave aqui. Lembre: sem a expressão #! logo no início do arquivo, o script não funcionará.
A segunda linha começa com #, para indicar um comentário, algo que não será executado e serve apenas para o programador ler o código e compreender o que está acontecendo.
Agora use o comando chmod para tornar o arquivo executável:
chmod +x helloworld
Agora é só rodar o script usando o comando octave seguido do nome do arquivo:
octave helloworld
Scripts do Octave se mostrarão importantes principalmente quando desejamos escrever programas para usuários realizar tarefas mesmo sem conhecer a linguagem do Octave. Ou ainda, para os cientistas de plantão, simulações computacionais devem ser realizadas, na sua maioria, sem intervenção do usuário durante a execução - o usuário apenas entra com os parâmetros iniciais e o programa cuida do restante da simulação.
Veja um exemplo: o famoso programa "Hello World!". Em um arquivo texto, escreva as seguintes linhas:
#! octave-nome-do-interpretador -qf
# um exemplo de script do Octave
clc
printf ("Hello, world!\n");
# um exemplo de script do Octave
clc
printf ("Hello, world!\n");
A primeira linha acima começa com " #! ". É isso o que indica o início de um script, e a expressão octave-nome-do-interpretador deve ser trocada pelo nome do interpretador de Octave instalado em sua máquina - normalmente basta colocar Octave aqui. Lembre: sem a expressão #! logo no início do arquivo, o script não funcionará.
A segunda linha começa com #, para indicar um comentário, algo que não será executado e serve apenas para o programador ler o código e compreender o que está acontecendo.
Agora use o comando chmod para tornar o arquivo executável:
chmod +x helloworld
Agora é só rodar o script usando o comando octave seguido do nome do arquivo:
octave helloworld