Porque Linux não emplaca em desktops
Em servidores o já consagrado GNU Linux traz benefícios inegáveis, mas em computadores pessoais custa a deslanchar. Mesmo com toda propaganda em cima do Linux, esse sistema pouco empolga usuários e desenvolvedores de hardware. Antes de mais nada, leia por completo esse manifesto.
Minha experiência profissional em Linux
Conheço Linux desde 98, meu primeiro contato foi com o Conectiva 2.2, até então chamado de Marumbi. Fiquei empolgado demais com a chance de sair do Windows e usar um sistema operacional totalmente novo, inovador na sua filosofia e estável como uma rocha.
Dava um ar muito diferente, o KDE estava na versão 1.0 e Window Maker era o braço forte em ambiente gráfico. De lá pra cá usei não muito consecutivamente Conectiva 3.0, 4.0, 5.0, 8.0, Mandrake 7, 9, voltei pro Conectiva 10.0 e por último estou no Slackware 10. Tenho acompanhado muito o que está relacionado ao Linux.
Em 2003 comecei a cursar ciência da computação na UFPR, a faculdade é pioneira e muito tradicional em Linux. Todas as matérias do curso são ministradas usando ferramentas abertas. Em 2005 comecei a trabalhar na Conectiva, um sonho antigo realizado. Este ano fui contratado pela Mandriva pra trabalhar em Manaus num projeto em Linux de bastante abrangência da empresa.
Se eu não tivesse feito toda essa introdução, tenho certeza que me chamariam de filho do Bill Gates aqui injustamente. Então qual é o fator que me leva a acreditar que Linux não serve para desktops atualmente e a longo prazo não servirá? Única e exclusivamente filosófico.
Servir para desktop vai muito além de clicar num botão abrir seu email, ouvir músicas, falar no messenger e tudo mais de forma intuitiva. Isso Linux faz perfeitamente. O que digo com usar em desktop é: ter fácil administração do sistema, grande base de drivers pra diferentes hardwares, ser fácil de entender o seu funcionamento e ser integrado. Ser estável e poderoso é a característica forte de todo Unix, vide BSD, OSX...
Não aceitarei nenhum tipo de reclamação sem antes que leiam todo o artigo. Até então só falei bobagem para quem como eu é defensor ferrenho do amado Linux.
Dava um ar muito diferente, o KDE estava na versão 1.0 e Window Maker era o braço forte em ambiente gráfico. De lá pra cá usei não muito consecutivamente Conectiva 3.0, 4.0, 5.0, 8.0, Mandrake 7, 9, voltei pro Conectiva 10.0 e por último estou no Slackware 10. Tenho acompanhado muito o que está relacionado ao Linux.
Em 2003 comecei a cursar ciência da computação na UFPR, a faculdade é pioneira e muito tradicional em Linux. Todas as matérias do curso são ministradas usando ferramentas abertas. Em 2005 comecei a trabalhar na Conectiva, um sonho antigo realizado. Este ano fui contratado pela Mandriva pra trabalhar em Manaus num projeto em Linux de bastante abrangência da empresa.
Se eu não tivesse feito toda essa introdução, tenho certeza que me chamariam de filho do Bill Gates aqui injustamente. Então qual é o fator que me leva a acreditar que Linux não serve para desktops atualmente e a longo prazo não servirá? Única e exclusivamente filosófico.
Servir para desktop vai muito além de clicar num botão abrir seu email, ouvir músicas, falar no messenger e tudo mais de forma intuitiva. Isso Linux faz perfeitamente. O que digo com usar em desktop é: ter fácil administração do sistema, grande base de drivers pra diferentes hardwares, ser fácil de entender o seu funcionamento e ser integrado. Ser estável e poderoso é a característica forte de todo Unix, vide BSD, OSX...
Não aceitarei nenhum tipo de reclamação sem antes que leiam todo o artigo. Até então só falei bobagem para quem como eu é defensor ferrenho do amado Linux.
mas meu computador da Dell o Mandriva reconheceu 100 porcento
ja o windows.....