Porque o XFCE é tão bom
Nesse artigo explico porque o XFCE é tão bom e relembro algumas dicas de configuração.
Informações gerais
Por muito tempo, o leve e rápido XFCE tem sido considerado um ótimo ambiente gráfico para distribuições Linux que rodam em máquinas antigas, principalmente por não exigir muito do hardware em comparação com o GNOME e com o KDE.
Claro que o ambiente gráfico não é a única coisa que determina os recursos mínimos exigidos para rodar uma distribuição.
Para rodar o XUbuntu (Ubuntu com XFCE), a recomendação mínima de memória é, de acordo com o site oficial, 192mb.
Enquanto que para rodar o Kwort (distribuição baseada no Slackware com XFCE), é requerido apenas 16Mb de RAM para a base do sistema, 32Mb de RAM para desktop e 64Mb de RAM é o recomendado!
Ou seja, o "requisito mínimo" para rodar XUbuntu é mais que o dobro que o recomendado para rodar Kwort: ambos usando XFCE como ambiente gráfico.
Veja algumas imagens dessas distribuições:
Mais imagens do XFCE.
Independente disso, é certo que o XFCE é o único ambiente gráfico atualmente que consegue ser recomendado para máquinas antigas e ao mesmo tempo ser muito intuitivo, fácil de usar e de configurar.
XFCE é uma aplicação evoluída. Foi lançada em 1997 e teve várias versões ao longo dos anos. Novas opções e componentes foram sendo adicionados como a capacidade de arrastar ícones, um gerenciador de janelas próprio e suporte a vários idiomas.
Muitas distribuições são construídas em torno do XFCE, como é o caso do Zenwalk (outra distribuição muito respeitada baseada no Slackware) e do já mencionado XUbuntu.
Em sua versão atual (4.4.2 no momento em que esse artigo está sendo digitado), o XFCE possui recursos suficientes para ser comparável ao GNOME e ao KDE, os dois ambientes gráficos mais famosos (e mais pesados) existentes.
O XFCE possui um gerenciador de arquivos chamado Thunar, que é muito bom; possui ícones bonitos e algumas opções de temas.
Todas as configurações de atalhos, efeitos, disposição dos ícones etc, podem ser configurados através dos menus ou através de comandos.
Claro que o ambiente gráfico não é a única coisa que determina os recursos mínimos exigidos para rodar uma distribuição.
Para rodar o XUbuntu (Ubuntu com XFCE), a recomendação mínima de memória é, de acordo com o site oficial, 192mb.
Enquanto que para rodar o Kwort (distribuição baseada no Slackware com XFCE), é requerido apenas 16Mb de RAM para a base do sistema, 32Mb de RAM para desktop e 64Mb de RAM é o recomendado!
Ou seja, o "requisito mínimo" para rodar XUbuntu é mais que o dobro que o recomendado para rodar Kwort: ambos usando XFCE como ambiente gráfico.
Veja algumas imagens dessas distribuições:
Mais imagens do XFCE.
Independente disso, é certo que o XFCE é o único ambiente gráfico atualmente que consegue ser recomendado para máquinas antigas e ao mesmo tempo ser muito intuitivo, fácil de usar e de configurar.
XFCE é uma aplicação evoluída. Foi lançada em 1997 e teve várias versões ao longo dos anos. Novas opções e componentes foram sendo adicionados como a capacidade de arrastar ícones, um gerenciador de janelas próprio e suporte a vários idiomas.
Muitas distribuições são construídas em torno do XFCE, como é o caso do Zenwalk (outra distribuição muito respeitada baseada no Slackware) e do já mencionado XUbuntu.
Em sua versão atual (4.4.2 no momento em que esse artigo está sendo digitado), o XFCE possui recursos suficientes para ser comparável ao GNOME e ao KDE, os dois ambientes gráficos mais famosos (e mais pesados) existentes.
O XFCE possui um gerenciador de arquivos chamado Thunar, que é muito bom; possui ícones bonitos e algumas opções de temas.
Todas as configurações de atalhos, efeitos, disposição dos ícones etc, podem ser configurados através dos menus ou através de comandos.
Recomendado.
Abraços