Processador - Tipos e características
O microprocessador é o cérebro, o núcleo da máquina. A "potência" do computador está diretamente ligada a ele. Aprenda o que faz um processador, a diferenciar as características de cada tipo, o que significa "processadores de 64bits", como escolher o processador da sua nova máquina.
Quem é esse cara?
Afinal, quem é esse cara, o microprocessador? É o dispositivo central da máquina. É um circuito integrado digital. Sua função, grosseiramente falando, é realizar operações lógicas para cumprir uma tarefa solicitada por um programa.
A estrutura básica de um processador moderno é um tanto sofisticada, contando com uma Unidade Lógica Principal, uma série de registros onde os dados são armazenados temporariamente, blocos de controle para se comunicar com o exterior, um timer para sincronizar a execução das operações, blocos de memória, circuitos de prognóstico de instruções, e muitos outros itens, dependendo do modelo.
Em 1971, uma fabricante japonesa de calculadoras eletrônicas encomendou à uma outra empresa o desenvolvimento das processadoras centrais de 12 modelos diferentes de calculadoras que seriam lançadas no mercado. Mas após o fechamento do contrato, os engenheiros dessa empresa notaram que não conseguiriam, em tempo hábil, produzir 12 circuitos distintos. O que decidiram? Desenvolver um circuito integrado central, onde estivessem todas as funções de cálculo dos 12 modelos de calculadoras. Para cada modelo, foram colocadas um memória independente, com as instruções específicas.
Daí eles perceberam o grande potencial desse mecanismo e desenharam um dispositivo de diversas aplicações. Esse foi o que, mais tarde, chamaríamos de microprocessador, ou simplesmente processador. E qual era essa empresa??? Intel, claro. Aí embaixo você vê o marco da informática que nos trouxe até aqui.
A estrutura básica de um processador moderno é um tanto sofisticada, contando com uma Unidade Lógica Principal, uma série de registros onde os dados são armazenados temporariamente, blocos de controle para se comunicar com o exterior, um timer para sincronizar a execução das operações, blocos de memória, circuitos de prognóstico de instruções, e muitos outros itens, dependendo do modelo.
Aí vem a História
O que faz nossos computadores serem máquinas tão úteis é o fato de poderem realizar tarefas diferenciadas, como cálculos, desenhos, jogos, 'tocar' música e vídeo, editar textos, etc. Ou seja, não é uma máquina com apenas uma tarefa. Uma calculadora, por exemplo, serve apenas para 'calcular'. Um dos grandes responsáveis por esta múltipla habilidade é o processador. E 'tudo' começou com, imaginem ... uma calculadora.Em 1971, uma fabricante japonesa de calculadoras eletrônicas encomendou à uma outra empresa o desenvolvimento das processadoras centrais de 12 modelos diferentes de calculadoras que seriam lançadas no mercado. Mas após o fechamento do contrato, os engenheiros dessa empresa notaram que não conseguiriam, em tempo hábil, produzir 12 circuitos distintos. O que decidiram? Desenvolver um circuito integrado central, onde estivessem todas as funções de cálculo dos 12 modelos de calculadoras. Para cada modelo, foram colocadas um memória independente, com as instruções específicas.
Daí eles perceberam o grande potencial desse mecanismo e desenharam um dispositivo de diversas aplicações. Esse foi o que, mais tarde, chamaríamos de microprocessador, ou simplesmente processador. E qual era essa empresa??? Intel, claro. Aí embaixo você vê o marco da informática que nos trouxe até aqui.
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