Instalando o Firebird 2.5 e gerenciando com o Flamerobin
Recentemente tive a necessidade de gerar alguns relatórios com o banco de dados de um cliente, solicitei então o backup do banco para análise e ao recebê-lo fui surpreendido com um arquivo .gdb. Para facilitar meu trabalho resolvi utilizar uma ferramenta que fosse mais amigável e acabei encontrando o gerenciador Flamerobin.
Introdução e instalação do Firebird 2.5
Recentemente tive a necessidade de gerar alguns relatórios com o banco de dados de um cliente, solicitei então o backup do banco para análise e ao recebê-lo fui surpreendido com um arquivo .gdb.
Para facilitar meu trabalho resolvi utilizar uma ferramenta que fosse mais amigável, tal como o pgadmin para o postgresql, comecei então a pesquisar a repeito e encontrei o Flamerobin.
Através deste pequeno artigo compartilho a experiência que tive para instalar o Firebird e administrá-lo com este gerenciador Flamerobin.
Na primeira vez em que tentei instalar o Firebird me deparei com diversas apresentações/versões no repositório oficial do Ubuntu. Faça uma busca com o comando aptitude e entenderás o que estou falando, aí você me pergunta, qual versão devo instalar?
Como eu precisava apenas ter acesso ao banco de dados, optei por instalar a versão superserver. Na seção de downloads do projeto existem 4 variações do Firebird: embedded, classic, superclassic e superserver, não vou entrar nos detalhes de cada variação pois não é foco deste artigo.
sudo aptitude install firebird2.5-super flamerobin
Após a instalação dos pacotes é necessário que você configure o Firebird, note que se você pular esta etapa, posteriormente não conseguirá se conectar ao banco de dados com o Flamerobin. No terminal digite:
sudo dpkg-reconfigure firebird2.5-super
Você será questionado se deseja ativar o Firebird durante o boot do sistema, escolha a opção [sim] e pressione [enter]. Na próxima tela é apresentado um aviso sobre a definição de senha, basta pressionar [enter] e em seguida defina a senha de acesso ao Firebird. Esta senha pertencerá ao usuário sysdba, podemos dizer que este é o 'root' do firebird. A senha digitada ficará armazenada no arquivo /etc/firebird/2.5/SYSDBA.password, este é um arquivo texto puro e por questões de segurança somente o root tem acesso de leitura.
Se desejar alterar a senha, acrescentar ou excluir usuários faça uso do utilitário gsec, em hipótese alguma edite diretamente os arquivos do diretório /etc/firebird/2.5/.
Para facilitar meu trabalho resolvi utilizar uma ferramenta que fosse mais amigável, tal como o pgadmin para o postgresql, comecei então a pesquisar a repeito e encontrei o Flamerobin.
Através deste pequeno artigo compartilho a experiência que tive para instalar o Firebird e administrá-lo com este gerenciador Flamerobin.
Um pouco sobre o Firebird
O Firebird é um banco de dados relacional que utiliza o padrão ANSI SQL, é open source e possui versões para GNU/Linux, Windows, Mac e *nix. Com o Firebird você pode salvar sua base de dados em um único arquivo, este arquivo pode ter as extensões .fdb ou .gdb e tamanho aproximado de 1 terabyte, além disso é possível dividir em múltiplos arquivos um único banco de dados.Na primeira vez em que tentei instalar o Firebird me deparei com diversas apresentações/versões no repositório oficial do Ubuntu. Faça uma busca com o comando aptitude e entenderás o que estou falando, aí você me pergunta, qual versão devo instalar?
Como eu precisava apenas ter acesso ao banco de dados, optei por instalar a versão superserver. Na seção de downloads do projeto existem 4 variações do Firebird: embedded, classic, superclassic e superserver, não vou entrar nos detalhes de cada variação pois não é foco deste artigo.
Instalando o Firebird 2.5 Superserver e o Flamerobin
No terminal digite:sudo aptitude install firebird2.5-super flamerobin
Após a instalação dos pacotes é necessário que você configure o Firebird, note que se você pular esta etapa, posteriormente não conseguirá se conectar ao banco de dados com o Flamerobin. No terminal digite:
sudo dpkg-reconfigure firebird2.5-super
Você será questionado se deseja ativar o Firebird durante o boot do sistema, escolha a opção [sim] e pressione [enter]. Na próxima tela é apresentado um aviso sobre a definição de senha, basta pressionar [enter] e em seguida defina a senha de acesso ao Firebird. Esta senha pertencerá ao usuário sysdba, podemos dizer que este é o 'root' do firebird. A senha digitada ficará armazenada no arquivo /etc/firebird/2.5/SYSDBA.password, este é um arquivo texto puro e por questões de segurança somente o root tem acesso de leitura.
Se desejar alterar a senha, acrescentar ou excluir usuários faça uso do utilitário gsec, em hipótese alguma edite diretamente os arquivos do diretório /etc/firebird/2.5/.
Também uso o firebird, acho muito bom, principalmente pela facilidade de instalação e a quantidade de recursos.
Só queria fazer algumas observações:
1 - O firebird é compatível com arquivos do interbase, se não me engano até a versão 6.5, a partir disso você não vai conseguir abrir os arquivos.
2 - Para abrir arquivos de uma versão incompatível você deve gerar um backup deste arquivo no servidor de banco de dados original e depois fazer uma restauração no firebird.
Abraços,
Renato