Escolhendo o melhor gerenciador de janelas
Esse tema é realmente muito polêmico entre os usuários Linux. Gerenciador é igual time de futebol e religião, cada um tem a sua e é quase impossível mudar. Neste artigo abordarei alguns gerenciadores e quais as suas vantagens de desvantagens.
Uma infinidade de gerenciadores
Acho que todos nós, ao instalar o Linux, fomos fuçar em todos os gerenciadores de janela presentes, dentre eles o KDE, Gnome, Xfce, ICEwm, Fluxbox, Blanes, entre outros.
Neste artigo pretendo, não apontar o melhor gerenciador de janelas, porém o melhor para a necessidade de cada um. Eu sei que este tema é um tema extremamente de gosto, por isso tentarei ser o mais neutro possível quanto as avaliações.
O KDE é um dos gerenciadores mais completos no ambiente Linux. Ele trabalha com a biblioteca QT, e ele é um pouco pesado, sendo quase impossível trabalhar com ele em máquinas mais antigas.
Por experiência própria já tentei rodar ele num celeron 333 Mhz com 128 MB de RAM e o desempenho não foi o esperado, pelo contrário, muito abaixo.
Porém já o utilizei na máquina em que trabalho, um AMD 1.1 Ghz com 512 MB RAM e o desempenho foi muito bom, fiquei satisfeito com a agilidade do mesmo.
O que faz o KDE se destacar é ele se parecer muito com o Windows, da Microsoft. Tanto visualmente como funcionalmente, é lógico que com algumas diferenças. Talvez por isso ele seja tão popular, pois os migrantes de Windows para Linux, ao abrirem o KDE (gerenciador padrão em muitas distros), se familiarizam com ele.
A quantidade de Apps. (programas) que o KDE disponibiliza para o usuário é muito grande. Existe uma ferramenta, já pré-instalada com o KDE para cada uma das funções do Windows. O Centro de controle, para substituir o Painel de Controle do Windows, o OpenOffice.org para substituir o Office e muito mais. Tudo isso em um fácil acesso, apenas clicando no botão com o símbolo K.
Conclusão sobre KDE: Recomendo ele a todas as pessoas que ainda não estiverem muito familiarizadas com o ambiente Linux, mas que tenham um computador com no mínimo 256 MB de RAM para que o KDE supra as expectativas. E também o recomendo para aqueles que gostam de ter tudo a mão ou em um ambiente de trabalho, aonde tempo é dinheiro.
Neste artigo pretendo, não apontar o melhor gerenciador de janelas, porém o melhor para a necessidade de cada um. Eu sei que este tema é um tema extremamente de gosto, por isso tentarei ser o mais neutro possível quanto as avaliações.
O KDE
Tenho certeza que a maioria das pessoas, senão todas que estiverem acessando este artigo, já abriram ao menos uma vez o KDE, e que grande parte delas o usa até hoje.O KDE é um dos gerenciadores mais completos no ambiente Linux. Ele trabalha com a biblioteca QT, e ele é um pouco pesado, sendo quase impossível trabalhar com ele em máquinas mais antigas.
Por experiência própria já tentei rodar ele num celeron 333 Mhz com 128 MB de RAM e o desempenho não foi o esperado, pelo contrário, muito abaixo.
Porém já o utilizei na máquina em que trabalho, um AMD 1.1 Ghz com 512 MB RAM e o desempenho foi muito bom, fiquei satisfeito com a agilidade do mesmo.
O que faz o KDE se destacar é ele se parecer muito com o Windows, da Microsoft. Tanto visualmente como funcionalmente, é lógico que com algumas diferenças. Talvez por isso ele seja tão popular, pois os migrantes de Windows para Linux, ao abrirem o KDE (gerenciador padrão em muitas distros), se familiarizam com ele.
A quantidade de Apps. (programas) que o KDE disponibiliza para o usuário é muito grande. Existe uma ferramenta, já pré-instalada com o KDE para cada uma das funções do Windows. O Centro de controle, para substituir o Painel de Controle do Windows, o OpenOffice.org para substituir o Office e muito mais. Tudo isso em um fácil acesso, apenas clicando no botão com o símbolo K.
Conclusão sobre KDE: Recomendo ele a todas as pessoas que ainda não estiverem muito familiarizadas com o ambiente Linux, mas que tenham um computador com no mínimo 256 MB de RAM para que o KDE supra as expectativas. E também o recomendo para aqueles que gostam de ter tudo a mão ou em um ambiente de trabalho, aonde tempo é dinheiro.