Analisando processos em seu GNU/Linux
Muitas vezes é necessário que tomemos conhecimento sobre quais processos estão rodando em nosso Linux, seja para analisarmos algum processo em particular, ou termos uma visão geral do funcionamento do sistema. Esta é uma das tarefas mais importantes para um administrador, pois é importantíssimo saber o que realmente está acontecendo em determinado momento com o sistema.
Analisando processos
Muitas vezes é necessário que tomemos conhecimento sobre quais processos estão rodando em nosso Linux, seja para analisarmos algum processo em particular ou termos uma visão geral do funcionamento do sistema.
Um processo nada mais é do que um programa carregado na memória de seu PC. Este pode ter sido iniciado pelo usuário ou fazer parte da base necessária para que o sistema se mantenha funcionando.
Esta é uma das tarefas mais importantes para um administrador, pois é importantíssimo saber o que realmente está acontecendo em determinado momento com o sistema.
Existem alguns comandos que poderão lhe ajudar a fazer isto com certa facilidade.
Neste tutorial básico, tentarei demonstrar ao administrador iniciante alguns comandos e suas utilidades, bem como fazer um rápido apanhado sobre o assunto "processos".
Como já dito, cada programa aberto em seu PC é denominado processo. A ferramenta de maior utilidade para avaliarmos os processos consiste em um comando denominado ps.
O "ps" é um dos comandos mais complexos que existem e o que cada administrador costuma fazer é determinar um conjunto de parâmetros prediletos e usá-los habitualmente. Esta complexidade deve-se à fusão das variantes derivadas do Unix, GNU e BSD, e como tal, pode ser usado no formato desejado dentro destas 3 "famílias". Os parâmetros Unix são precedidos por um "-"; os GNU por um "--" e os BSD são comandados diretamente ao terminal.
Vejamos o comando (nos exemplos que verão a seguir eu posso ter excluído algumas linhas da saída dos comandos a fim de economizar espaço e poupar sua paciência):
$ ps
Vamos incrementar um pouco isto. Uma melhor análise dos processos pode ser obtida com o comando:
$ ps ax
Isso tudo será explicado mais detalhadamente logo a frente.
Um processo nada mais é do que um programa carregado na memória de seu PC. Este pode ter sido iniciado pelo usuário ou fazer parte da base necessária para que o sistema se mantenha funcionando.
Esta é uma das tarefas mais importantes para um administrador, pois é importantíssimo saber o que realmente está acontecendo em determinado momento com o sistema.
Existem alguns comandos que poderão lhe ajudar a fazer isto com certa facilidade.
Neste tutorial básico, tentarei demonstrar ao administrador iniciante alguns comandos e suas utilidades, bem como fazer um rápido apanhado sobre o assunto "processos".
Como já dito, cada programa aberto em seu PC é denominado processo. A ferramenta de maior utilidade para avaliarmos os processos consiste em um comando denominado ps.
O "ps" é um dos comandos mais complexos que existem e o que cada administrador costuma fazer é determinar um conjunto de parâmetros prediletos e usá-los habitualmente. Esta complexidade deve-se à fusão das variantes derivadas do Unix, GNU e BSD, e como tal, pode ser usado no formato desejado dentro destas 3 "famílias". Os parâmetros Unix são precedidos por um "-"; os GNU por um "--" e os BSD são comandados diretamente ao terminal.
Vejamos o comando (nos exemplos que verão a seguir eu posso ter excluído algumas linhas da saída dos comandos a fim de economizar espaço e poupar sua paciência):
$ ps
PID TTY TIME CMD 11410 pts/0 00:00:00 bash 11431 pts/0 00:00:00 psO comando "ps" executado sem parâmetros não mostra nada de especial, além do PID (Process IDentification) e processos do usuário definido pelo $ no terminal atual. No caso, o "ps" que acabei de executar e o shell em si. A terceira coluna nos informa quanto tempo de CPU foi usado para rodar o processo.
Vamos incrementar um pouco isto. Uma melhor análise dos processos pode ser obtida com o comando:
$ ps ax
PID TTY STAT TIME COMMAND
1 ? Ss 0:00 init [2]
2 ? SN 0:00 [ksoftirqd/0]
3 ? S< 0:00 [events/0]
4 ? S< 0:00 [khelper]
5 ? S< 0:00 [kthread]
8 ? S< 0:00 [kblockd/0]
9 ? S< 0:00 [kacpid]
158 ? S< 0:00 [kseriod]
200 ? S 0:00 [pdflush]
201 ? S 0:00 [pdflush]
202 ? S< 0:00 [kswapd0]
203 ? S< 0:00 [aio/0]
678 ? S< 0:00 [khubd]
744 ? S< 0:00 [ata/0]
746 ? S< 0:00 [ata_aux]
760 ? S< 0:00 [scsi_eh_0]
761 ? S< 0:00 [scsi_eh_1]
1031 ? S< 0:00 [reiserfs/0]
1544 ? S< 0:00 [kpsmoused]
1875 ? S< 0:00 [wrap_wq]
1877 ? S< 0:00 [ndis_wq]
1959 ? S< 0:00 [kmirrord]
2383 ? Ss 0:00 /sbin/portmap
2634 ? Ss 0:00 /sbin/syslogd
2640 ? Ss 0:00 /sbin/klogd -x
2717 ? Ss 0:00 /usr/bin/dbus-daemon --system
2725 ? Ss 0:02 /usr/sbin/hald
2726 ? S 0:00 hald-runner
1410 pts/0 Ss 0:00 bash
13281 ? S 0:00 /usr/lib/notification-daemon/notification-daemon
13795 ? S 0:00 /usr/bin/perl /usr/share/gkrellm/GrabWeather SBSP
13824 pts/0 R+ 0:00 ps ax
A primeira coluna refere-se ao PID (notem que o primeiro processo, que recebeu a PID 1, é o "init"), a terceira coluna determina o status do processo, e a última o comando que originou o processo. Os processos que encontram-se grafados entre colchetes são aqueles varridos para a swap, por encontrarem-se inativos.
Isso tudo será explicado mais detalhadamente logo a frente.
Gostei muito, bem explicado, ficou bem claro o que você quis passar.
Bom, só me resta adiciona-lo aos favoritos
:)
Abraços