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Google Chrome e os discos SSD

Dica publicada em Linux / Miscelânea
Andre (pinduvoz) pinduvoz
Hits: 12.563 Categoria: Linux Subcategoria: Miscelânea
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Google Chrome e os discos SSD

Se você tem um computador com SSD (Solid State Disk) e usa o navegador Google Chrome, vai experimentar um ganho de performance movendo o cache para um "ramdisk", ou seja, para um disco virtual criado na memória RAM.

Quem acompanhou os artigos abaixo, que tinham por objeto o AAO com SSD, já deve ter modificado o /etc/fstab para acomodar no "ramdisk" (tmpfs) a pasta /tmp.

Artigo para o Fedora:
Artigo para o UNR:
Então basta mover o cache para /tmp, abrindo o editor de menus (no KDE ou no Gnome, tanto faz) e alterando o comando para abrir o Google Chrome, que deve ficar assim:

/opt/google/chrome/google-chrome --data-cache-dir=/tmp

A dica deve valer também para o Chromium, onde deve ser acrescentado o parâmetro do comando acima:

--data-cache-dir=/tmp

Até a próxima.

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#1 Comentário enviado por removido em 10/11/2010 - 17:45h
Só uma coisa, eu tentei fazer isso, e o firefox e o OpenOffice (e derivados, como o BR e o Libre) não funcionam com o cache sendo salvo na memória RAM

E essa dica só deve ser feita com quem tem mais de 1 giga de memória RAM (mais 2 gigas, de preferência)

E como a RAM é usada pelos programas que estão sendo executados, se você executa muitos programas (como o firefox que consome muita ram) esse processo não é recomendado, a menos que crie uma partição SWAP
#2 Comentário enviado por pinduvoz em 10/11/2010 - 19:27h
@ seninha

No Firefox vc simplesmente "desliga" o cache.

Siga os links dos artigos sobre Fedora e UNR no AA1 e vc verá como desabilitar o cache do Firefox e também o "readahead".

No Google Chrome não há como desabilitar o cache, daí a solução de movê-lo para a RAM.

Tenho 1 GB de RAM no meu AA1 e consigo navegar com várias abas do Google Chrome abertas ao mesmo tempo. E o ganho de velocidade pela não gravação de dados no lento SSD do AA1 compensa bastante.

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