Google Chrome e os discos SSD
Dica publicada em Linux / Miscelânea
Google Chrome e os discos SSD
Se você tem um computador com SSD (Solid State Disk) e usa o navegador Google Chrome, vai experimentar um ganho de performance movendo o cache para um "ramdisk", ou seja, para um disco virtual criado na memória RAM.
Quem acompanhou os artigos abaixo, que tinham por objeto o AAO com SSD, já deve ter modificado o /etc/fstab para acomodar no "ramdisk" (tmpfs) a pasta /tmp.
Artigo para o Fedora:
Artigo para o UNR:
Então basta mover o cache para /tmp, abrindo o editor de menus (no KDE ou no Gnome, tanto faz) e alterando o comando para abrir o Google Chrome, que deve ficar assim:
A dica deve valer também para o Chromium, onde deve ser acrescentado o parâmetro do comando acima:
--data-cache-dir=/tmp
Até a próxima.
Quem acompanhou os artigos abaixo, que tinham por objeto o AAO com SSD, já deve ter modificado o /etc/fstab para acomodar no "ramdisk" (tmpfs) a pasta /tmp.
Artigo para o Fedora:
Artigo para o UNR:
Então basta mover o cache para /tmp, abrindo o editor de menus (no KDE ou no Gnome, tanto faz) e alterando o comando para abrir o Google Chrome, que deve ficar assim:
/opt/google/chrome/google-chrome --data-cache-dir=/tmp
A dica deve valer também para o Chromium, onde deve ser acrescentado o parâmetro do comando acima:
--data-cache-dir=/tmp
Até a próxima.
E essa dica só deve ser feita com quem tem mais de 1 giga de memória RAM (mais 2 gigas, de preferência)
E como a RAM é usada pelos programas que estão sendo executados, se você executa muitos programas (como o firefox que consome muita ram) esse processo não é recomendado, a menos que crie uma partição SWAP