Dash-To-Dock do Ubuntu
Dica publicada em Linux / Miscelânea
Dash-To-Dock do Ubuntu
Dica simples para quem gosta de mexer na interface.
O Ubuntu, desde que adotou o Gnome, passou a usar uma versão "aparentemente capada" da extensão "Dash-To-Dock". As restrições, no entanto, estão apenas na configuração padrão, aquela acessível a partir do menu do canto direito da tela, cuja janela vai abaixo: Todas as configurações que não aparecem por padrão ainda podem ser acessadas pelo "Dconf Editor", que, no entanto, precisa ser instalado:
sudo apt install dconf-editor
Abrindo o "Editor dconf" (nome no menu do "Dconf Editor" instalado) e navegando até a aba "org / gnome / shell / extensions / dash-to-dock", você terá acesso a todas as configurações da extensão. Veja: Usando o "Editor dconf" eu deixei minha dock como eu queria (posicionada embaixo; comprimento igual ao número de ícones; botão de aplicativos/menu à esquerda, "no começo"; ícone da lixeira presente).
Vejam abaixo o resultado que obtive: Só recomendo cuidado com o "Editor dconf", que é poderoso e pode causar estragos de difícil recuperação.
Até a próxima dica.
O Ubuntu, desde que adotou o Gnome, passou a usar uma versão "aparentemente capada" da extensão "Dash-To-Dock". As restrições, no entanto, estão apenas na configuração padrão, aquela acessível a partir do menu do canto direito da tela, cuja janela vai abaixo: Todas as configurações que não aparecem por padrão ainda podem ser acessadas pelo "Dconf Editor", que, no entanto, precisa ser instalado:
sudo apt install dconf-editor
Abrindo o "Editor dconf" (nome no menu do "Dconf Editor" instalado) e navegando até a aba "org / gnome / shell / extensions / dash-to-dock", você terá acesso a todas as configurações da extensão. Veja: Usando o "Editor dconf" eu deixei minha dock como eu queria (posicionada embaixo; comprimento igual ao número de ícones; botão de aplicativos/menu à esquerda, "no começo"; ícone da lixeira presente).
Vejam abaixo o resultado que obtive: Só recomendo cuidado com o "Editor dconf", que é poderoso e pode causar estragos de difícil recuperação.
Até a próxima dica.
Abraço,
Diego M. Rodrigues