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Fragmentação grave

Dica publicada em Linux / Avançado
Edwal F. Paiva Filho nicolo
Hits: 9.887 Categoria: Linux Subcategoria: Avançado
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Fragmentação grave

O conceito geral é que não existe problema de fragmentação de arquivos no Linux, com as formatações mais usadas, Ext3 ou ReiserFS.

A diferença entre os sitemas de arquivo DOS/FAT e o journaling está na alocação dos dados.

O FAT, na primeira gravação, grava dados de maneira seqüencial, ocupando o disco em ordem, do começo para o fim. Decorre que se algum arquivo for regravado maior, não haverá espaço para contê-lo inteiro no mesmo local; uma parte terá que ser gravada mais adiante. Desta maneira fo arquivo fica fragmentado.

Reversamente, se um arquivo for apagado ficará um espaço no disco, que será mais tarde aproveitado por um fragmento.

Os sistemas de arquivos do Linux gravam os arquivos de maneira heurística, procurando sempre um espaço separado e mantendo o arquivo inteiro. Se o arquivo for aumentado não haverá problema.

Isto ocorre com fragmentação praticamente nula até certo ponto, ou seja, até que o disco passe a ter uma ocupação de cerca de 80%. Além deste ponto a fragmentação passa a crescer mas dificilmente chega a ser problema.

Para casos mais complexos existe um programa para desfragmentação, o e2defrag, neste site:
A coisa muda de figura quando o Linux e o Windows escrevem simultameamente numa partição vfat. Tive uma partição grande vfat, algo como 70 GB, utilizada por um tempo relativamente curto e com ocupação inferior a 50%. O efeito na fragmentação chegou rapidamente a ponto de não ser viável desfragmentar, nem com as ferramentas nativas do Windows, nem com o norton utilities. Num cálculo aproximado, esta seria uma operação de 60 horas.

Neste caso, a solução mais recomendada é remover os dados e reformatar a partição. Foruns internacionais recomendam considerar a possibilidade da operação de remoção de dados para outras partições e a reformatação de uma partição com uso intensivo e alto índice de ocupação, mesmo com a utilização dos sitemas Ext3 ou ReiserFS.

Obviamente, esta prática depende da disponibilidade de disco e do valor da informação.

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#1 Comentário enviado por removido em 26/02/2008 - 00:51h
Gostei da dica, muito boa por sinal, mas se eu usar uma partição em NTFS vai desfragmentar mais que uma FAT32 neste caso em ter dual boot, ou seja, tanto o Linux e o Windows acessar uma partição de leitura e escrita em NTFS vai ter este problema de ter uma alta desfragmentação?

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