Enviado em 04/08/2014 - 18:13h
Sou usuário há 10 anos. Como plataforma de comunidade o VOL é espetacular.
Mas, como modelo de negócio deixa a desejar. Como o site é mais um projeto pessoal (sob vários pontos de vista) e não um framework comercial acabou parando no tempo.
Outra opção seria, se o site do VOL fosse um projeto ABERTO de código livre, poderia receber várias atualizações da própria comunidade. Mas o código do site é FECHADO, particular e assim depende da vontade de seus proprietários e colaboradores mais íntimos.
Se o projeto virasse uma OCIP ou ONG poderia ter recursos de várias fontes, receber doações dedutíveis de empresas e pessoas físicas.
A saída mais lógica era que o VOL se tornasse uma distribuição e o suporte fosse focado nela (nos moldes do Kurumin).
As vantagens e dificuldades são óbvias e não cabe discutir aqui. Talvez um evento para discutir os próprios rumos da comunidade fosse uma opção.
Eu compro o cartão de R$45,00 reais a cada 6 meses para o Club Penguim da Disney para meu filho brincar. O site recebe atualizações e novidades sempre.
Um modelo de negócio onde o usuário não pague para ler o artigo, mas quem publica o artigo paga uma taxa para manter seus artigos no ar, seria viável.
Infelizmente grátis na internet é sinônimo de pirata ou ruim. (que não é o caso aqui!). Plataformas como facebook não são grátis já que o preço a ser pago é o fim da privacidade. O mesmo serve para o Android.
Mas, como modelo de negócio deixa a desejar. Como o site é mais um projeto pessoal (sob vários pontos de vista) e não um framework comercial acabou parando no tempo.
Outra opção seria, se o site do VOL fosse um projeto ABERTO de código livre, poderia receber várias atualizações da própria comunidade. Mas o código do site é FECHADO, particular e assim depende da vontade de seus proprietários e colaboradores mais íntimos.
Se o projeto virasse uma OCIP ou ONG poderia ter recursos de várias fontes, receber doações dedutíveis de empresas e pessoas físicas.
A saída mais lógica era que o VOL se tornasse uma distribuição e o suporte fosse focado nela (nos moldes do Kurumin).
As vantagens e dificuldades são óbvias e não cabe discutir aqui. Talvez um evento para discutir os próprios rumos da comunidade fosse uma opção.
Eu compro o cartão de R$45,00 reais a cada 6 meses para o Club Penguim da Disney para meu filho brincar. O site recebe atualizações e novidades sempre.
Um modelo de negócio onde o usuário não pague para ler o artigo, mas quem publica o artigo paga uma taxa para manter seus artigos no ar, seria viável.
Infelizmente grátis na internet é sinônimo de pirata ou ruim. (que não é o caso aqui!). Plataformas como facebook não são grátis já que o preço a ser pago é o fim da privacidade. O mesmo serve para o Android.