Enviado em 17/12/2015 - 11:07h
Durante minha caminhada até o trabalho recebo em mãos uma edição do jornal paulista gratuito "Jornal Estação", e eis que me deparo com uma notícia que me deixou intrigado: "Ato pró-Dilma reúne 55 mil pessoas na capital paulista", não essa mas sim a que vem acima com o ícone proposital: "WhatsApp está bloqueado em todo o país pelo prazo de 48 horas desde 0h".
Ao chegar no escritório o assunto não poderia ser outro, "E agora meu vídeos...", "E agora meus grupos...", "Como vou falar com as pessoas?" (Sim eu ouvi isso!).
Me solidarizei com a turma e indiquei um aplicativo concorrente (Telegram) sem mesmo citar as vantagens e desvantagens em relação ao censurado WhatsApp.
Prontamente a maioria fez o download do aplicativo e regozijaram com a novidade. Uns outros poucos acataram a dica de um portal global famoso e utilizaram "métodos alternativos".
E eu passei a coçar a cabeça (não por conta da caspa,aliás, que já é extinta) e sim como uma ferramenta auxiliadora pôde se transformar e dominar o seu usuário.
Será que esse "descanso" do WhatsApp não pode servir de alerta para nós, de que há outras coisas essenciais além do compartilhamento de vídeos e fascínio por respostas baseadas no potássio (k) ?
Será que conforme a tecnologia avança, o simples e puro retrocede?
Será que ao ler este texto, você vai refletir sobre o assunto ou vai pensar que sou um desocupado e por isso penso demais?
"Só sei que nada sei." (Sócrates).
Observação I: Montei este texto durante o coffee break no trabalho.
Observação II: Toda crítica é bem vinda.
Observação III: Obrigado pelo espaço cedido.
Ao chegar no escritório o assunto não poderia ser outro, "E agora meu vídeos...", "E agora meus grupos...", "Como vou falar com as pessoas?" (Sim eu ouvi isso!).
Me solidarizei com a turma e indiquei um aplicativo concorrente (Telegram) sem mesmo citar as vantagens e desvantagens em relação ao censurado WhatsApp.
Prontamente a maioria fez o download do aplicativo e regozijaram com a novidade. Uns outros poucos acataram a dica de um portal global famoso e utilizaram "métodos alternativos".
E eu passei a coçar a cabeça (não por conta da caspa,aliás, que já é extinta) e sim como uma ferramenta auxiliadora pôde se transformar e dominar o seu usuário.
Será que esse "descanso" do WhatsApp não pode servir de alerta para nós, de que há outras coisas essenciais além do compartilhamento de vídeos e fascínio por respostas baseadas no potássio (k) ?
Será que conforme a tecnologia avança, o simples e puro retrocede?
Será que ao ler este texto, você vai refletir sobre o assunto ou vai pensar que sou um desocupado e por isso penso demais?
"Só sei que nada sei." (Sócrates).
Observação I: Montei este texto durante o coffee break no trabalho.
Observação II: Toda crítica é bem vinda.
Observação III: Obrigado pelo espaço cedido.