As brigas dos linuxers
Quem já migrou para o mundo de sistemas operacionais baseados em software GNU/Linux e percebeu que fez uma boa mudança, já teve vontade de "converter pagãos". Ou então, quando já no mundo GNU/Linux, tentou convencer um amigo a mudar de distribuição. No final, essas mudanças sempre acabam em brigas. Qual seria a solução?!
A briga da conversão para Linux
Muito provavelmente, depois que migramos para o mundo do software livre e dos sistemas baseados em GNU/Linux, independente da distribuição que utilizamos para adentrar ao "recinto dos escolhidos" e ganhamos alguma experiência, mesmo que básica, vemos que a troca foi boa. E sentimos vontade de trazer outros para o mundo do software livre.
Encontramos nossa primeira vítima, um usuário de Windows que está sentado ao computador tomando café e comendo bolachas.
Tirando a lentidão, os travamentos, o navegador integrado ao sistema que muito provavelmente ele usa, e que para variar também é lento, e mais lentidão que tem por ter instalado um antivírus, ele está "bem". Jogando algum jogo com incríveis efeitos em 3D em seu computador, é assim que encontramos ele. Foi para fazer um trabalho da faculdade que fomos à sua casa.
Texto vai, texto vem. Resolvemos procurar uma imagem no Google Images para inserir no trabalho. Então o nosso anfitrião abre o Internet Explorer 6.0 no seu Windows Vista e começa a usar.
Não aguentamos e reclamamos da lentidão. Pedimos para ele instalar outro navegador, como o Firefox. Fazemos algum merchandising e ele acaba concordando em baixar e instalar o Firefox depois que acabarmos o trabalho. E o mundo do software livre ganha um ponto!
Continuamos a procurar imagens, e apesar da lentidão, conseguimos algumas coisas legais.
Digitando o texto no Microsoft Word, do pacotão Office 2007, ele tenta usar um recurso que conhecia do Office 2003 e não encontra. Então novamente levantamos a bandeira, e recomendamos o BrOffice.org, falamos que ele é mais simples de usar, tem alguns recursos a mais como exportação de PDFs.
Ele fica impressionado, mas ao mesmo tempo irritado, afinal, já é o segundo software que mandamos ele trocar. No final, o mundo do software livre acaba ganhando mais um ponto, forçado.
Continuamos o trabalho no Office 2007. Perdemos quinze minutos para aplicar um centímetro de parágrafo, mas tudo bem. O trabalho está pronto, falta colocar nossos nomes. Do nada o "winword.exe" apresenta um erro irreparável e tem de ser fechado. Duas horas para o espaço.
Como já estávamos com raiva mesmo, começamos a falar para ele largar o Windows, pois é só um programa plagiado da Apple, e vive travando. Nosso amigo se sente constrangido.
Acabamos falando a palavra do medo, palavra que todo o usuário teme: "Linux".
Aí é nosso amigo que fica bravo conosco. Perdemos um amigo por causa do software livre. E ele até gostava do Windows dele, quer dizer, ele tinha lá tudo de que precisava e tinha software original e licenciado.
Mas está feito.
Encontramos nossa primeira vítima, um usuário de Windows que está sentado ao computador tomando café e comendo bolachas.
Tirando a lentidão, os travamentos, o navegador integrado ao sistema que muito provavelmente ele usa, e que para variar também é lento, e mais lentidão que tem por ter instalado um antivírus, ele está "bem". Jogando algum jogo com incríveis efeitos em 3D em seu computador, é assim que encontramos ele. Foi para fazer um trabalho da faculdade que fomos à sua casa.
Texto vai, texto vem. Resolvemos procurar uma imagem no Google Images para inserir no trabalho. Então o nosso anfitrião abre o Internet Explorer 6.0 no seu Windows Vista e começa a usar.
Não aguentamos e reclamamos da lentidão. Pedimos para ele instalar outro navegador, como o Firefox. Fazemos algum merchandising e ele acaba concordando em baixar e instalar o Firefox depois que acabarmos o trabalho. E o mundo do software livre ganha um ponto!
Continuamos a procurar imagens, e apesar da lentidão, conseguimos algumas coisas legais.
Digitando o texto no Microsoft Word, do pacotão Office 2007, ele tenta usar um recurso que conhecia do Office 2003 e não encontra. Então novamente levantamos a bandeira, e recomendamos o BrOffice.org, falamos que ele é mais simples de usar, tem alguns recursos a mais como exportação de PDFs.
Ele fica impressionado, mas ao mesmo tempo irritado, afinal, já é o segundo software que mandamos ele trocar. No final, o mundo do software livre acaba ganhando mais um ponto, forçado.
Continuamos o trabalho no Office 2007. Perdemos quinze minutos para aplicar um centímetro de parágrafo, mas tudo bem. O trabalho está pronto, falta colocar nossos nomes. Do nada o "winword.exe" apresenta um erro irreparável e tem de ser fechado. Duas horas para o espaço.
Como já estávamos com raiva mesmo, começamos a falar para ele largar o Windows, pois é só um programa plagiado da Apple, e vive travando. Nosso amigo se sente constrangido.
Acabamos falando a palavra do medo, palavra que todo o usuário teme: "Linux".
Aí é nosso amigo que fica bravo conosco. Perdemos um amigo por causa do software livre. E ele até gostava do Windows dele, quer dizer, ele tinha lá tudo de que precisava e tinha software original e licenciado.
Mas está feito.
PAN!!! WINWORD.EXE eauhaehuhaeuheauhaeuha, ja aconteceu mto comigo, agora so no openoffice e no simphony da ibm.
mas so um detalhe meio pesado, I.E 6.0 no vista?.....credo..pegaram pesado, ele ja sai com i.e 7, que diabos de vista pirata é esse e sem update.
isso ae pra que brigar!! ambos são bons, com execeção do office 2007 que so veio pra atrapalhar.
abraços