Sempre fui usuário do MS Office, sempre soube reconhecer o que há de bom naquele pacote,
e sempre contornei os "aperfeiçoamentos para pior" que o Word (especificamente) vem apresentanto com o tempo.
Na minha modesta opinião e não por saudosismo, mas por questões práticas, o melhor Word foi o 6.0 que fazia as coisas com maior objetividade, rapidez, compatibilidade, segurança e tinha recursos modestos porém eficazes.
Era realmente muito bom.
A eficácia foi-se perdendo com o tempo, restando apenas aperfeiçoamentos cosméticos.
Por último, tive de conviver entre o 97 e o 2003 e as irritantes incompatibilidades entre ambos.
(Existe uma maneira muito simples de acabar com essas incompatibilidades; É só gravar o arquivo em formato do Word 6.0 - mas as pessoas NUNCA se lembram de fazer isso)
Mas "esse tal de 2007" eu considero simplesmente imprestável: Contraproducente, incompatível, moroso, e merecedor de uma viagem -só de ida- ao poço do fedor eterno.
Para o MEU computador ele não vem. E se não sou radical em outros pontos, nesse sou.
Quem TRABALHA com textos não quer saber de uma praga dessas de jeito nenhum.
E uma praga que custa dinheiro - MUITO dinheiro. E também paciência - MUITA paciência!
(Bem, a versão que vem como o "kit tapa-olho, arara, lenço, gancho e perna-de-pau" requer apenas paciência - not to mention the Solitaire game also known as SOL.EXE, the most important MS feature forever, sometimes paramount...)
Curiosos entretanto, vão se deliciar com a interface azulada que se apodera de 1/3 da altura da tela. Pode atrapalhar e muito, mas é "bonitão", e para os tais isso basta...
Minha irmã, agora passados os seus 50 anos (não se revela jamais a idade de uma dama - pelo menos em parte, hehehe) fez alguns cursos de Linux promovidos pela prefeitura de Duque de Caxias e ficou maravilhada.
Aprendeu muito bem a usar o BR-Office e está ansiosa para migrar definitivamente para o Linux.
Só que como diz o velho ditado "em casa de ferreiro, espeto de pau", eu moro em outra cidade e meu outro irmão que também é técnico mudou-se para uma cidade da região serrana.
E ela também tem um "filho-adolescente-detonador-de-PC", e que é portanto mais um "usuário-formatador-de-HD" inveterado, se é que me entendem...
Se der manchinha de caca de mosca na tela do monitor ele formata o HD...
Exageros à parte, eu tenho por norma não insistir com ninguém para usar software livre ou o Linux especificamente. Dou a primeira dica e deixo a decisão por conta de cada pessoa.
As pessoas que porventura venham à minha casa quando vêem o Linux no computador, geralmente apreciam apenas o visual das telas.
Acho até que pensam que eu fico "mudando de tela" constantemente, porque cada hora é uma distro diferente (e elas não sabem disso).
Para uso corporativo, também apresento um quadro bastante realista, com as inúmeras vantagens e as possíveis desvantágens referentes a uma migração.
Em caso de informatização a partir do zero, com funcionários leigos, aí não tem jeito mesmo: É Linux, e ponto final. Dentro de 5 dias úteis cada um está tirando proveito de sua máquina, feliz da vida.
Tenho para mim que o computador deve trabalharar PARA NÓS, e não o contrário, mas tenho visto muitos casos em que "o computador" dá mais trabalho que soluções.
Um dos problemas que percebo para uma tentativa de migração, é o "vicio do mau uso" (acho que inventei esse termo agora).
Vou explicar, dando um exemplo:
Tenho um amigo que costuma passar uns emails imeeeeeeeeeeensos sem necessidade alguma.
Sabem o que ele faz? Manda email com "papel timbrado", marca d´água, etc. em formato HTML e com as imagens todas anexadas - imagens essas que poderiam ser suprimidas sem fazer falta alguma (ele consegue o mais difícil!...).
Apesar de já havermos sugerido que ele mandasse emails sem imagens (ou melhor ainda, em texto puro) e havermos explicado detalhadamente - por inúmeras vezes - como proceder, ele sempre alega que "não sabe como fazer".
Passam-se os meses e os anos e ele continua mandando seus " 'alô mundo' de 10MB"...
Cada um de nós deve conhecer algum exemplo semelhante.
Então essas pessoas se trancam em um universo de sua maior conveniência e não querem mudar de forma alguma.
Não vejo necessidade de "brigar" pois afinal, o pior cego é aquele que não quer ver.
Não é muito correto pretender ensinar a um cego COMO ser cego...
Linux veio para ficar e já tem a sua fatia definida entre usuários fiéis.
Pode não ser a maior fatia nem a que tem mais glacê, mas certamente é uma boa fatia.
Contudo, há pessoas que apreciam mais o glacê do que o próprio bolo.
Questão de gosto pessoal.
Por outro lado, o fato de ser gratuito pode de alguma forma influenciar as pessoas de forma negativa. As coisas de "baixo custo" ou "gratuitas" tendem a ser associadas á ideia de "qualidade inferior".
Uma igreja católica aqui perto de casa promoveu certa vez um curso de informática ao custo simbólico de R$ 2,00 (dois Reais!). O curso era muito abrangente e sua didática era perfeita, pode-se dizer. No entanto, não repetiram o empreendimento. A maioria das pessoas tinha uma opinião diferente, porque o curso era barato.
Um certo fabricante de calças jeans vendia seus produtos no varejo por R$ 15,00 e suas vendas eram muito fracas. Não se sabe por que motivo, ele recolheu as peças que estavam à venda, retirou as etiquetas e passou a vendê-las em uma loja famosa e caríssima, onde AS MESMAS calças tinham preços acima de R$ 500,00.
Ou seja, há pessoas que GOSTAM de serem enganadas.
E isso é até bom, porque de outra forma certas modalidades de marketing simplesmente não funcionariam.
PAN!!! WINWORD.EXE eauhaehuhaeuheauhaeuha, ja aconteceu mto comigo, agora so no openoffice e no simphony da ibm.
mas so um detalhe meio pesado, I.E 6.0 no vista?.....credo..pegaram pesado, ele ja sai com i.e 7, que diabos de vista pirata é esse e sem update.
isso ae pra que brigar!! ambos são bons, com execeção do office 2007 que so veio pra atrapalhar.
abraços