GNU/Linux: Liberdade e Cosmovisão
O número de usuários de GNU/Linux tem crescido bastante ultimamente. Um número expressivo de novos usuários tem se aglutinado em torno das possibilidades de uso do SO concorrente direto dos SOs proprietários. Porém, diferente do que deveria acontecer, a convicção sobre os ideais de liberdade promovidos pela comunidade do Software Livre não é tão contagiante. Por que isso acontece?
Introdução
O número de usuários de GNU/Linux tem crescido bastante nos últimos tempos. É grande o número de novos usuários que 'chegam' no mundo do Gnu/Linux através de vídeos (antigos, é verdade) demonstrando os ainda surpreendentes efeitos especiais do gerenciador de janelas compiz.
Segundo o que observo, esse número não para de crescer. Antes, ao perguntar a alguém se ele conhecia 'Linux' ou 'GNU', obtinha respostas negativas. Daí, tinha que explicar uma porção de coisas sobre a história do movimento, e tal... Hoje é um pouco diferente...
- Ah! É massa. Saquei aquela viagem do 'quadrado tridimensional' (não deveria ser 'cubo' apenas?)...
- Minha prima usa!
- Meu notebook veio com isso ao invés do Windows. Eu gosto!
De certa forma, não é surpreendente. É até esperado que os sistemas baseados em GNU/Linux terminem por assumir a liderança no mercado nacional, afinal o SENAI, SENAC, os Institutos Federais (Antigos CEFET), alguns órgãos públicos, bancos como o Banco do Brasil e universidades mais conceituadas os utilizam. Mas vejo um problema. À medida que o número de usuários de GNU/Linux aumenta, a força do movimento do Software Livre também deveria ser ampliada. Mas não é possível ver isso acontecer.
Tirando a iniciativa governamental de uso e divulgação do software livre, e a participação dos 'nerds' da computação em eventos sobre 'software livre', pouco verdadeiramente tem sido o impacto ideológico. Talvez isso seja devido à falta de maior empenho na 'conversão' dos novos usuários, que pegam apenas carona em um 'sistema bonitinho, que não pega vírus'. A maioria deles nem cogita qual seria o real benefício do uso de Software Livre, e ainda está preso aos velhos programas for win32 como Photoshop, por exemplo.
- Photoshop é líder.... Coisa de profissional...
Em minha opinião, profissional 'sabe' o que faz.
Segundo o que observo, esse número não para de crescer. Antes, ao perguntar a alguém se ele conhecia 'Linux' ou 'GNU', obtinha respostas negativas. Daí, tinha que explicar uma porção de coisas sobre a história do movimento, e tal... Hoje é um pouco diferente...
- Ah! É massa. Saquei aquela viagem do 'quadrado tridimensional' (não deveria ser 'cubo' apenas?)...
- Minha prima usa!
- Meu notebook veio com isso ao invés do Windows. Eu gosto!
De certa forma, não é surpreendente. É até esperado que os sistemas baseados em GNU/Linux terminem por assumir a liderança no mercado nacional, afinal o SENAI, SENAC, os Institutos Federais (Antigos CEFET), alguns órgãos públicos, bancos como o Banco do Brasil e universidades mais conceituadas os utilizam. Mas vejo um problema. À medida que o número de usuários de GNU/Linux aumenta, a força do movimento do Software Livre também deveria ser ampliada. Mas não é possível ver isso acontecer.
Tirando a iniciativa governamental de uso e divulgação do software livre, e a participação dos 'nerds' da computação em eventos sobre 'software livre', pouco verdadeiramente tem sido o impacto ideológico. Talvez isso seja devido à falta de maior empenho na 'conversão' dos novos usuários, que pegam apenas carona em um 'sistema bonitinho, que não pega vírus'. A maioria deles nem cogita qual seria o real benefício do uso de Software Livre, e ainda está preso aos velhos programas for win32 como Photoshop, por exemplo.
- Photoshop é líder.... Coisa de profissional...
Em minha opinião, profissional 'sabe' o que faz.
A leitura foi prazerosa.