GNU/Linux + Dogmas
Precisamos nos libertar de alguns dogmas medievais e entender, de uma vez por todas, a complexidade e a individualidade de cada um.
Não existe isso de Linux, sem usar terminal
Nós, que utilizamos o sistemas baseados em Linux, precisamos nos libertar de alguns dogmas medievais. Um deles, é o dogma de que "não existe isso de Linux sem usar terminal".
Em pleno século 21, na era do touch e de comandos gestuais, é estranho constatar que algumas pessoas ainda se prendem ao terminal e às linhas de comandos complexos.
Alguns acham mais prático, já outros veem como um bicho de sete cabeças. Cada um trabalha como consegue ser mais produtivo. O que me incomoda é aquele sujeito que não sabe aproveitar os recursos da interface, não se esforça para aprender a realizar tarefas no modo gráfico e ainda acredita que Linux se resuma à janelinha preta do console.
Quando queremos que um usuário de Windows passe a utilizar sistemas com Kernel Linux, temos que apresentar facilidades e melhores soluções. Empurrar goela abaixo instruções e comandos que, provavelmente, ele não esteja disposto a assimilar, é o mesmo que desencorajá-lo.
Quanto menor for o choque de cultura na utilização do novo sistema operacional e quanto menos o recém-chegado usuário precisar aprender para realizar suas tarefas, maior será sua aderência ao sistema, seja qual for a distribuição.
Se no futuro esse novo usuário se interessar no funcionamento do sistema, é outra história mas, no início, ele só quer fazer o que já fazia antes no Windows. Simples assim!
Meu primeiro computador tinha o incrível MS-DOS 5.0 com o magnífico Windows 3.10. Passei por quase todas as versões do Windows (3.11, 95, 98, XP, Server, 7, 8, 8.1, 10). Eu utilizo Ubuntu (e derivados) desde o Karmic-Koala. A invenção do mouse, nos 'libertou' do prompt de comando. cd, md, rm e afins, tornaram-se obsoletos e deram lugar a cliques fáceis. Era o futuro, a tecnologia a nosso serviço! Da mesma forma, nos sistemas com Linux, cd, mkdir e rmdir, foram substituídos por cliques, simples e intuitivo.
Conheço pessoas que utilizam o Ubuntu faz muito tempo e nem sabem que existe o terminal. Atualmente, só utilizo o terminal se não tiver outro jeito. Sei utilizar, mas prefiro clicar, é como libertar-me do passado!
Em minha opinião, o terminal é só mais um RECURSO de acesso ao sistema, assim como as janelas e os ícones, que são outros recursos, com a diferença de serem mais modernos e mais sofisticados que o ultrapassado console.
A interface gráfica é uma camada importantíssima dos sistemas computacionais e foi criada para facilitar a vida dos usuários.
Alguns acham mais prático, já outros veem como um bicho de sete cabeças. Cada um trabalha como consegue ser mais produtivo. O que me incomoda é aquele sujeito que não sabe aproveitar os recursos da interface, não se esforça para aprender a realizar tarefas no modo gráfico e ainda acredita que Linux se resuma à janelinha preta do console.
Quando queremos que um usuário de Windows passe a utilizar sistemas com Kernel Linux, temos que apresentar facilidades e melhores soluções. Empurrar goela abaixo instruções e comandos que, provavelmente, ele não esteja disposto a assimilar, é o mesmo que desencorajá-lo.
Quanto menor for o choque de cultura na utilização do novo sistema operacional e quanto menos o recém-chegado usuário precisar aprender para realizar suas tarefas, maior será sua aderência ao sistema, seja qual for a distribuição.
Se no futuro esse novo usuário se interessar no funcionamento do sistema, é outra história mas, no início, ele só quer fazer o que já fazia antes no Windows. Simples assim!
Meu primeiro computador tinha o incrível MS-DOS 5.0 com o magnífico Windows 3.10. Passei por quase todas as versões do Windows (3.11, 95, 98, XP, Server, 7, 8, 8.1, 10). Eu utilizo Ubuntu (e derivados) desde o Karmic-Koala. A invenção do mouse, nos 'libertou' do prompt de comando. cd, md, rm e afins, tornaram-se obsoletos e deram lugar a cliques fáceis. Era o futuro, a tecnologia a nosso serviço! Da mesma forma, nos sistemas com Linux, cd, mkdir e rmdir, foram substituídos por cliques, simples e intuitivo.
Conheço pessoas que utilizam o Ubuntu faz muito tempo e nem sabem que existe o terminal. Atualmente, só utilizo o terminal se não tiver outro jeito. Sei utilizar, mas prefiro clicar, é como libertar-me do passado!
Em minha opinião, o terminal é só mais um RECURSO de acesso ao sistema, assim como as janelas e os ícones, que são outros recursos, com a diferença de serem mais modernos e mais sofisticados que o ultrapassado console.
A interface gráfica é uma camada importantíssima dos sistemas computacionais e foi criada para facilitar a vida dos usuários.
Mas, não há como resolver tudo graficamente.
Particularmente, acho muito melhor e mais prático a linha de comando. O que eu sei, faço pelo terminal.
Essa é a filosofia do Linux. Mudar isso de forma brusca como determinante para facilitar a vida de novos usuários, NÃO É MINHA INTENÇÃO.
No caso acima, de troca do papel de parede via comandos, de fato, foi mais que exagero...
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