GreenOS, um elegante sistema operacional para o novo mercado
GreenOS, ou gOS, que muitos insistem em chamar de GoogleOS, é um sistema operacional Linux extremamente elegante e inovador, pois diferente de diversas distribuições é voltado a um novo mercado totalmente online.
Linux e as novas tendências de mercado
O mundo Linux nos últimos dez anos teve diversas mudanças em relação às mudanças de mercado, uma delas foi o advento de novas distribuições que atendiam um mercado que antes o Linux simplesmente não conseguia atender, o usuário final.
Antes destes últimos 10 anos era necessário que o usuário tivesse um nível pelo menos médio na área de informática, que envolvia desde tarefas como montagem de dispositivos, algo que simplesmente não existe em sistemas operacionais de mercado, até algumas tarefas mais complexas em alguns casos, como criar contas de usuários, grupos e definindo características.
Este novo foco para o usuário final fez com que novas distribuições crescessem muito nos últimos anos, como o Ubuntu, amplamente difundido e aceito mundialmente como o mais simples sistema operacional Linux e aqui no Brasil o Kurumin, conhecido pela facilidade de uso.
Outros sistemas já conhecidos do mundo Linux, como o Red Hat e o SuSE tiveram que se adaptar as novas necessidades e daí nasciam distribuições como Fedora, que comparativamente a um Red Hat 9 de dez anos atrás, mal lembra que esta é uma distribuição do chapéu vermelho.
Porém no mercado tem surgido uma nova tendência, a dos serviços WEB, onde são disponibilizados em sites na internet verdadeiros programas, utilizando conceito WEB 2.0, que substituem, parcialmente ou até totalmente, programas instalados no computador, caso de muitos dos programas do Google, como o Google DOCS ou Google Agenda, acessando via um bom browser o usuário final pode realizar qualquer operação sem necessidade de qualquer instalação.
Antes destes últimos 10 anos era necessário que o usuário tivesse um nível pelo menos médio na área de informática, que envolvia desde tarefas como montagem de dispositivos, algo que simplesmente não existe em sistemas operacionais de mercado, até algumas tarefas mais complexas em alguns casos, como criar contas de usuários, grupos e definindo características.
Este novo foco para o usuário final fez com que novas distribuições crescessem muito nos últimos anos, como o Ubuntu, amplamente difundido e aceito mundialmente como o mais simples sistema operacional Linux e aqui no Brasil o Kurumin, conhecido pela facilidade de uso.
Outros sistemas já conhecidos do mundo Linux, como o Red Hat e o SuSE tiveram que se adaptar as novas necessidades e daí nasciam distribuições como Fedora, que comparativamente a um Red Hat 9 de dez anos atrás, mal lembra que esta é uma distribuição do chapéu vermelho.
Porém no mercado tem surgido uma nova tendência, a dos serviços WEB, onde são disponibilizados em sites na internet verdadeiros programas, utilizando conceito WEB 2.0, que substituem, parcialmente ou até totalmente, programas instalados no computador, caso de muitos dos programas do Google, como o Google DOCS ou Google Agenda, acessando via um bom browser o usuário final pode realizar qualquer operação sem necessidade de qualquer instalação.
Essa idéia de rodar programas via internet dá o que pensar. Pode ser bem conveniente em alguns casos e bastante
arriscado em outros, no sentido em que dados estão sendo fornecidos ao servidor hospedeiro do programa.
Artigo legal.