Internet Explorer: Esse fenômeno
Ok, Ok! Aqui é uma comunidade de open source e não se fala de software proprietário. Mas acho que é bom procurarmos entender porque esse browser - que não roda em Linux - tem se destacado tanto em qualquer pesquisa que se faça em qualquer lugar do planeta. Afinal, tem tido concorrentes de peso!
Parte 4: Conclusão
Tecnicamente falando, não é uma coisa assim TÃO difícil criarmos o nosso próprio browser a partir do zero e torná-lo totalmente à prova de falhas. Pelo menos em sonho...
Apenas que iremos empreender um esforço fora do comum para escrever, depurar, testar etc e finalmente quando o tivermos feito, haverá novas tecnologias no mercado que farão certamente o nosso produto ficar obsoleto em seu próprio nascedouro.
Pode ser fácil, mas não é viável e nenhum usuário final sequer tentará desenvolver um browser.
Que atire a primeira pedra aquele que não teve ainda algum contato com o Internet Explorer.
Quem é que desenvolve sites e não teve que fazer algumas "pajelanças" para que seu design não ficasse desengonçado no IE?
No entanto, fazendo esse pequeno esforço, parece que valeu a pena, foi melhor que desenvolver um browser totalmente novo.
Neste artigo não pretendemos apontar as falhas daquele produto, e principalmente tecer comparações tendenciosas. No universo Linux usa-se o Firefox, o Opera, o Konqueror, o Dillo, o Links etc, sendo que cada um tem suas vantagens e desvantagens e cada um tem o seu universo de admiradores.
Em NOSSO universo, a esmagadora maioria prefere o Mozilla Firefox, e o Internet Explorer - já que não faz parte desse nosso universo - estará sempre em trilionésimo lugar, mas em seu próprio universo ele é como que imbatível (67,51% é um percentual nada desprezível).
Trata-se de um produto excelente, que concorre com outros produtos igualmente excelentes, com alguma vantagem aqui, alguma desvantagem ali, seja nisso ou naquilo. O ideal (utópico) seria a leveza do Opera aliado à solidez do Firefox e mantendo 100% de compatibilidade com as tecnologias hodiernas e com um forte grau de "back compatibility".
Para conseguir isso, temos que puxar a brasa ora para o peixe, ora para a asa de frango, ora para a linguiça toscana, ora para a alcatra, se é que me entendem.
Deixo porém uma pergunta, para análise e discussão (desapaixonada) por parte dos colegas do VOL:
- Se o usuário não tivesse à sua disposição aquele browser pré-instalado, ou seja, se tivesse de adquirí-lo por conta própria, (mesmo que gratuita e legalmente) será que esses mais de 60% de preferência seriam realmente confirmados?
Lembro que o programa de rádio líder de audiência absoluta em todo o território nacional às 19:00h - tanto em AM quanto em FM - é "A Voz do Brasil", quem quiser ouvir outra coisa terá de recorrer a CDs, MP3, fita K7, discos de vinil ou praticar seu "karaokê aquático" (cantar no chuveiro). Isso já há muitos e muitos anos.
Será que o Internet Explorer não acompanha esse mesmo tipo de fenômeno?
Apenas que iremos empreender um esforço fora do comum para escrever, depurar, testar etc e finalmente quando o tivermos feito, haverá novas tecnologias no mercado que farão certamente o nosso produto ficar obsoleto em seu próprio nascedouro.
Pode ser fácil, mas não é viável e nenhum usuário final sequer tentará desenvolver um browser.
Que atire a primeira pedra aquele que não teve ainda algum contato com o Internet Explorer.
Quem é que desenvolve sites e não teve que fazer algumas "pajelanças" para que seu design não ficasse desengonçado no IE?
No entanto, fazendo esse pequeno esforço, parece que valeu a pena, foi melhor que desenvolver um browser totalmente novo.
Neste artigo não pretendemos apontar as falhas daquele produto, e principalmente tecer comparações tendenciosas. No universo Linux usa-se o Firefox, o Opera, o Konqueror, o Dillo, o Links etc, sendo que cada um tem suas vantagens e desvantagens e cada um tem o seu universo de admiradores.
Em NOSSO universo, a esmagadora maioria prefere o Mozilla Firefox, e o Internet Explorer - já que não faz parte desse nosso universo - estará sempre em trilionésimo lugar, mas em seu próprio universo ele é como que imbatível (67,51% é um percentual nada desprezível).
Trata-se de um produto excelente, que concorre com outros produtos igualmente excelentes, com alguma vantagem aqui, alguma desvantagem ali, seja nisso ou naquilo. O ideal (utópico) seria a leveza do Opera aliado à solidez do Firefox e mantendo 100% de compatibilidade com as tecnologias hodiernas e com um forte grau de "back compatibility".
Para conseguir isso, temos que puxar a brasa ora para o peixe, ora para a asa de frango, ora para a linguiça toscana, ora para a alcatra, se é que me entendem.
Deixo porém uma pergunta, para análise e discussão (desapaixonada) por parte dos colegas do VOL:
- Se o usuário não tivesse à sua disposição aquele browser pré-instalado, ou seja, se tivesse de adquirí-lo por conta própria, (mesmo que gratuita e legalmente) será que esses mais de 60% de preferência seriam realmente confirmados?
Lembro que o programa de rádio líder de audiência absoluta em todo o território nacional às 19:00h - tanto em AM quanto em FM - é "A Voz do Brasil", quem quiser ouvir outra coisa terá de recorrer a CDs, MP3, fita K7, discos de vinil ou praticar seu "karaokê aquático" (cantar no chuveiro). Isso já há muitos e muitos anos.
Será que o Internet Explorer não acompanha esse mesmo tipo de fenômeno?