Linux e Active Directory (Integrando COMPLETAMENTE sua estação Linux a um domínio MS Windows 2000/2003 Server)
Porque as redes de computadores são bastante heterogêneas e muitas vezes precisamos que nossa estação Linux interaja com as demais estações Windows em um ambiente de rede. Se você almeja isto, de uma forma bi-direcional, este artigo poderá lhe ser útil. Você irá precisar de um pouco de paciência, pois o artigo não é muito pequenininho. HAVE FUN!
Por quê?
Reduzir custo gerencial é papel de todo bom administrador. Nada mais recomendável então, para se iniciar uma boa gestão de recursos de TI, do que manter centralizado o máximo possível de informações. Tecnologicamente falando, uma base centralizada de usuários (e permissões à estes usuários) deixou de ser simplesmente uma opção de implementação e tornou-se uma real necessidade. Este fator levou grande parte das organizações a operar em regime de domínio, regime este que, na década de 90, tornou bastante popular o sistema operacional Microsoft Windows NT, que a partir da sua versão 5.0 (Windows 2000) faz uso de uma base de dados centralizada para manter a organização de todas as informações da rede: trata-se do Active Directory, que é o serviço de diretório implementado pela Microsoft para servir como depósito concentrador de informações comuns (objetos). São exemplos de objetos do Active Directory: contas de usuários, grupos de usuários, impressoras de rede, políticas de controle, etc.
Muito bem, agora que somos experts em "noções básicas de domínio", podemos notar que até o presente momento só falamos da Microsoft e das versões Server de seus sistemas operacionais. Sim, ela (e eles) é pioneira na implementação deste conceito, mas o fato do sistema operacional Linux estar conquistando cada vez mais espaço dentro das corporações (atuando tanto como servidores quanto como estações de trabalho), incentivou a comunidade Open Source a integrá-lo às já existentes "redes Windows". É exatamente aí que entra o Samba, que não chega a ser um ritmo musical, mas dá uma verdadeira balançada na gerência de sistemas heterogêneos. É bem verdade que máquinas com Linux e executando Samba podem completamente substituir os controladores de domínio (PDC e BDCs), mas AINDA não podem por si só implementar o Active Directory (característica esta que certamente estará presente na versão 4 do Samba). Sendo assim vemos a necessidade de colocar ambos sistemas operacionais para se comunicar em um ambiente de rede; e conseguimos tal feito graças ao protocolo SMB.
O escopo deste artigo abrange a configuração do Samba em uma máquina executando Linux, que poderá atuar tanto como uma estação de trabalho quanto como um servidor membro do domínio. Ao término da leitura você estará apto a, a partir de sua estação MS Windows, acessar recursos compartilhados na máquina Linux e vice-versa, e com todo controle de autenticação e permissões sendo feito pelo Active Directory.
Muito bem, agora que somos experts em "noções básicas de domínio", podemos notar que até o presente momento só falamos da Microsoft e das versões Server de seus sistemas operacionais. Sim, ela (e eles) é pioneira na implementação deste conceito, mas o fato do sistema operacional Linux estar conquistando cada vez mais espaço dentro das corporações (atuando tanto como servidores quanto como estações de trabalho), incentivou a comunidade Open Source a integrá-lo às já existentes "redes Windows". É exatamente aí que entra o Samba, que não chega a ser um ritmo musical, mas dá uma verdadeira balançada na gerência de sistemas heterogêneos. É bem verdade que máquinas com Linux e executando Samba podem completamente substituir os controladores de domínio (PDC e BDCs), mas AINDA não podem por si só implementar o Active Directory (característica esta que certamente estará presente na versão 4 do Samba). Sendo assim vemos a necessidade de colocar ambos sistemas operacionais para se comunicar em um ambiente de rede; e conseguimos tal feito graças ao protocolo SMB.
O escopo deste artigo abrange a configuração do Samba em uma máquina executando Linux, que poderá atuar tanto como uma estação de trabalho quanto como um servidor membro do domínio. Ao término da leitura você estará apto a, a partir de sua estação MS Windows, acessar recursos compartilhados na máquina Linux e vice-versa, e com todo controle de autenticação e permissões sendo feito pelo Active Directory.