Memórias de um usuário Linux
Aproveito meu primeiro artigo para narrar toda minha experiência com o sistema do Pinguim.
O início
Por volta de 1999 e 2000, durante o meu primeiro curso de informática (estava tendo os meus primeiros contatos com o uso do PC), sou apresentado a um Sistema Operacional até então desconhecido para mim. Lembro-me de ter aprendido a mexer com o desktop de interface gráfica de uma das versões das mais antigas do Conectiva Linux.
Sim... os mais experientes com esse sistema vão saber qual é, só me lembro de ter visto pouco da configuração de permissão de usuário quando isso era feito através de linhas de comando. Fiquei fascinado com aquilo, já que ali, com 13 para 14 anos, eu estava descobrindo o que mais tarde viria a ser a minha profissão.
Foi aí que comecei a despertar o gosto pelo Linux e parti para pesquisas sobre o Sistema Operacional e descobrindo que o Conectiva era apenas uma entre as mais de 150 distribuições (ou distros para os mais íntimos), dentre elas a também brasileiríssima Kurumin.
Foi uma alegria só descobrir que havia um Linux que não precisava de instalação, que se adapta ao seu hardware e principalmente de fácil configuração e interface agradável (para o iniciante isso é um ponto muito favorável).
Após mexer muito e tornar um usuário "avançado" para os bitolados em Windows, rendendo até o apelido de Kurumin (não era pra menos né?), tentei novos horizontes, instalei o Conectiva 10, sistema o qual eu tenho até hoje compartilhado no hd com o Windows XP e passei a testar o uso, me dando bem com o sistema, com excessão do fato de eu não ter conseguido configurar o meu modem discado (o terror de muitos usuários que ainda não tem muita experiência, o HSP56), e olha que não foram poucas as visitas aqui ao VOL.
Tive também alguma experiência a mais no quesito distribuições ao fazer uma mini palestra como trabalho de faculdade sobre esse assunto. Mas a abordagem maior durante essa fase foi durante o 4º período na disciplina de Tecnologia de Redes, onde eu vi que o bicho realmente pega, com o Samba, configuração de servidor e clientes de rede. Depois que terminei a faculdade achei que não teria maiores problemas com esse sistema, mas.... (continua)
Sim... os mais experientes com esse sistema vão saber qual é, só me lembro de ter visto pouco da configuração de permissão de usuário quando isso era feito através de linhas de comando. Fiquei fascinado com aquilo, já que ali, com 13 para 14 anos, eu estava descobrindo o que mais tarde viria a ser a minha profissão.
Descobrindo a vocação
Alguns anos depois, pra ser mais preciso em 2003, entrei para faculdade de Informática aqui na minha cidade. Como é um curso de tecnologia, ou seja, mais curto dos que podemos chamar de "normais", eu acabei vendo o Linux e seus comandos básicos nas minhas aulas de Sistemas Operacionais usando o Conectiva 9 e de hardware com o Conectiva 7.Foi aí que comecei a despertar o gosto pelo Linux e parti para pesquisas sobre o Sistema Operacional e descobrindo que o Conectiva era apenas uma entre as mais de 150 distribuições (ou distros para os mais íntimos), dentre elas a também brasileiríssima Kurumin.
Foi uma alegria só descobrir que havia um Linux que não precisava de instalação, que se adapta ao seu hardware e principalmente de fácil configuração e interface agradável (para o iniciante isso é um ponto muito favorável).
Após mexer muito e tornar um usuário "avançado" para os bitolados em Windows, rendendo até o apelido de Kurumin (não era pra menos né?), tentei novos horizontes, instalei o Conectiva 10, sistema o qual eu tenho até hoje compartilhado no hd com o Windows XP e passei a testar o uso, me dando bem com o sistema, com excessão do fato de eu não ter conseguido configurar o meu modem discado (o terror de muitos usuários que ainda não tem muita experiência, o HSP56), e olha que não foram poucas as visitas aqui ao VOL.
Tive também alguma experiência a mais no quesito distribuições ao fazer uma mini palestra como trabalho de faculdade sobre esse assunto. Mas a abordagem maior durante essa fase foi durante o 4º período na disciplina de Tecnologia de Redes, onde eu vi que o bicho realmente pega, com o Samba, configuração de servidor e clientes de rede. Depois que terminei a faculdade achei que não teria maiores problemas com esse sistema, mas.... (continua)
KKK, to brincando.. Ótimo artigo esse seu... Eh estranho uma pessoa que tenha começado no mundo da informática com algo que não seja uindous... ( acesse meu computador, atualize seu antivirus, dê ctrl+alt+del a cada cinco minutos.. rsrsr exagarei...).
São atitudes assim que mostram como o linux está pronto para qualquer parada, seja em ambiente corporativo quanto doméstico (até agora naum sei como conseguem usar um windows num servidor, sem ssh, permissões, etc...).
Mas agora uma pergunta... Você que já terminou a faculdade, acha que o mercado voltado para o linux está realmente crescendo, absorvendo os profissionais formados?
Pergunto isso pq curso informática (fiz um ano de ciencia da computação, mas naum me adaptei), e gostaria de, quando terminar o curso (em no mínimo 5 anos, se naum reprovar em cálculo.. rsrs) me especializar nessa área referente à linux e SL.
Obs: Nota 10 pro artigo.