O futuro e o Linux
Graças aos erros cometidos pela Microsoft ao longo dos anos e devido ao fato de ninguém ter condições financeiras mesmo em países de primeiro mundo para ficar pagando fortunas por licenciamento de software, vimos um crescimento da plataforma livre nos últimos anos.
O futuro e o Linux
Graças aos erros cometidos pela Microsoft ao longo dos anos e devido ao fato de ninguém ter condições financeiras mesmo em países de primeiro mundo para ficar pagando fortunas por licenciamento de software, vimos um crescimento da plataforma livre nos últimos anos.
O Ubuntu vem contribuindo muito para a adoção do Linux nos desktops e também o amadurecimento dos programas para Linux que hoje apresentam boa qualidade, podendo competir de igual para igual com softwares proprietários. No mundo dos smartphones, o Linux reina absoluto. Com o Android, Maemo e Symbian que dominam 60% do mercado. E com o surgimento do conceito de Cloud Computing, o Chrome OS juntamente com outras distribuições voltadas principalmente para o mercado de netbooks tendem a crescer cada vez mais.
Porém, algumas notícias me deixaram um pouco decepcionado com a plataforma livre. A primeira é a decisão do Richard Stallman de exigir que o nome GNU apareça em tudo e sua posição contrária a todo o software proprietário causando grandes transtornos. E ao ponto de Philip Van Hoof, desenvolvedor da plataforma Gnome que acompanha o desenvolvimento do Linux desde 1997, ameaçar separar-se do projeto GNU.
Está certo o Stallman não querer o envolvimento da Microsoft com o software livre, pois é óbvio que percebendo o crescimento deste ela está querendo miná-lo. Porém radicalismo nunca levou a nada, ao fazer isto ele está entregando o ouro ao bandido. Pois se a plataforma Gnome sair do projeto GNU, existem grandes chances dela ser comprada pela Microsoft. O que é bem provável, levando em consideração que o Windows Seven tem funcionamento praticamente igual ao do Ubuntu Linux e sua plataforma gráfica ser praticamente idêntica a do Fedora e do Ubuntu 9.10.
Outro fato que assusta é o afastamento de Mark Shuttleworth do projeto Ubuntu. O mesmo afirmou estar fazendo isto para dedicar-se a novos projetos, mas que nunca se afastará do Ubuntu. Será? Parece que a Canonical pretende desenvolver um projeto de Cloud Computing tendo em vista sua colaboração no desenvolvimento do Chrome OS e do Ubuntu One.
De outro lado o projeto Cauã visa criar pólos de distribuição de acesso a Internet utilizando Software livre, formando e capacitando pessoas para trabalharem no projeto, que consiste em tornar a Internet uma espécie de TV a cabo Over the Air. Ou seja, cada receptor se torna automaticamente um retransmissor de sinal funcionando como roteador de sinal sem fio e ajudando na redistribuição do sinal.
Em resumo: ao que parece estamos chegando ao fim da era do PC desktop doméstico e entrando na era do computador móvel, onde teremos smartphones, netbooks e notebooks cada vez mais poderosos que garantirão conexão com a Internet em tempo integral e atendendo a uma das maiores reivindicações do usuário doméstico, que é a de facilitar o uso do computador e... utilizando software livre.
O Ubuntu vem contribuindo muito para a adoção do Linux nos desktops e também o amadurecimento dos programas para Linux que hoje apresentam boa qualidade, podendo competir de igual para igual com softwares proprietários. No mundo dos smartphones, o Linux reina absoluto. Com o Android, Maemo e Symbian que dominam 60% do mercado. E com o surgimento do conceito de Cloud Computing, o Chrome OS juntamente com outras distribuições voltadas principalmente para o mercado de netbooks tendem a crescer cada vez mais.
Porém, algumas notícias me deixaram um pouco decepcionado com a plataforma livre. A primeira é a decisão do Richard Stallman de exigir que o nome GNU apareça em tudo e sua posição contrária a todo o software proprietário causando grandes transtornos. E ao ponto de Philip Van Hoof, desenvolvedor da plataforma Gnome que acompanha o desenvolvimento do Linux desde 1997, ameaçar separar-se do projeto GNU.
Está certo o Stallman não querer o envolvimento da Microsoft com o software livre, pois é óbvio que percebendo o crescimento deste ela está querendo miná-lo. Porém radicalismo nunca levou a nada, ao fazer isto ele está entregando o ouro ao bandido. Pois se a plataforma Gnome sair do projeto GNU, existem grandes chances dela ser comprada pela Microsoft. O que é bem provável, levando em consideração que o Windows Seven tem funcionamento praticamente igual ao do Ubuntu Linux e sua plataforma gráfica ser praticamente idêntica a do Fedora e do Ubuntu 9.10.
Outro fato que assusta é o afastamento de Mark Shuttleworth do projeto Ubuntu. O mesmo afirmou estar fazendo isto para dedicar-se a novos projetos, mas que nunca se afastará do Ubuntu. Será? Parece que a Canonical pretende desenvolver um projeto de Cloud Computing tendo em vista sua colaboração no desenvolvimento do Chrome OS e do Ubuntu One.
De outro lado o projeto Cauã visa criar pólos de distribuição de acesso a Internet utilizando Software livre, formando e capacitando pessoas para trabalharem no projeto, que consiste em tornar a Internet uma espécie de TV a cabo Over the Air. Ou seja, cada receptor se torna automaticamente um retransmissor de sinal funcionando como roteador de sinal sem fio e ajudando na redistribuição do sinal.
Em resumo: ao que parece estamos chegando ao fim da era do PC desktop doméstico e entrando na era do computador móvel, onde teremos smartphones, netbooks e notebooks cada vez mais poderosos que garantirão conexão com a Internet em tempo integral e atendendo a uma das maiores reivindicações do usuário doméstico, que é a de facilitar o uso do computador e... utilizando software livre.